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Epifania De Bernardo, A - Autores

LV411769

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Bernardo é um rapaz jovem, mora sozinho num apartamento, sua mãe o expulsou de casa quando achou drogas em seu quarto. Ele tem uma banda de Rock a Fighting and Flighting e seu mundo gira em torno da banda, de seus amigos, de sua ex namorada Melly (baixista da banda), sua amiga Jelly, as drogas e bebidas. Bernardo é um rapaz muito reflexivo e com frequência se pega pensando no sentido da nossa existência, dos acontecimentos ao redor e de como tudo funciona, muitas vezes seus amigos entram no embalo e aí é só teorias. Depois de uma noite conturbada de brigas, show, revelações e a descoberta de que Jelly é apaixonada por Bernardo, o rapaz é surpreendido por um "cientista maluco" que busca a cura que ainda não existe para doenças graves. O cientista precisa de uma cobaia, percebendo que Bernardo já era usuário de drogas e alvo fácil não pensou duas vezes em surpreender o garoto e começar seus testes. Não foi nenhum sequestro, ele simplesmente pegou Bernardo explicou seu plano e deu sua proposta, a cada vez que a droga fosse testada Bernardo ganharia R$1.000,00. O rapaz pensou e mesmo sem entender muito bem as consequências daquela resposta disse sim e foi aí que tudo começou. Cada vez que Bernardo experimenta a droga ele viaja para outro mundo, ou seja, os capítulos começam a se mesclar entre a vida real ou que ele achava ser real e os efeitos da droga, toda essa viagem é observada e analisada pelo cientista. Vamos ver como era a outra vida de Bernardo? Injetada a droga instantaneamente o rapaz viaja, na outra vida ele era o Capitão Bernburg que trabalhava para a União (sistema que idealizava a sociedade perfeita) e quando estava prestes a matar inocentes foi traído por seu próprio soldado Bjorge o qual jogou uma bomba acabando com o Capitão, porém Bernburg guardava um segredo valioso que acabaria de vez com os rebeldes (eram contra a União), então a União preservou sua vida a qualquer custo, com uma tecnologia muito mais avançada que a nossa, reconstruíram ele e tentaram aos poucos fazer com que sua memória voltasse. Mas o que significava essas viagens repetitivas sempre para a mesma história? Para Bernardo talvez era seu próprio subconsciente tentando mostrar para ele que havia vários motivos para viver e que algumas pessoas só vivem para ferrar a vida alheia ao invés de transformar o mundo num lugar melhor (olha aí ele falando sobre existencialismo de novo).

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