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Saquarema Sete Tres - Tinta Negra

LV443037

De: R$ 33,90Por: R$ 25,42

Preço a vista: R$ 25,42

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Novo romance de Zé McGill mistura humor e suspense, numa narrativa que traz lufada de originalidade às histórias de detetive ?Bom dia, eu matei um homem no verão de 1973, em Saquarema.? É assim, de forma objetiva e franca, que um desconhecido aborda um jovem brasileiro no metrô de Paris. Depois, simplesmente desaparece. É 2015, e a capital francesa ainda segue cinzenta e consternada após o massacre do Charlie Hebdo, ocorrido dias antes. O jovem brasileiro é um tradutor que está passando uma temporada na cidade, enquanto traduz um best-seller estrangeiro e ocupa o estúdio emprestado por uma amiga. Ele fica obcecado em descobrir mais detalhes sobre o suposto crime, enquanto se pergunta: será mesmo verdade? A partir da fixação do protagonista, que acaba assumindo o papel de improvável detetive, passamos a acompanhar sua rotina no exílio. A deambulação pelos recantos parisienses, descritos de forma realista, sem papas na língua; os sonhos e pesadelos, com direito a uma imaginária tarde de caipirinhas com o roqueiro Serguei, num quiosque à beira-mar; peripécias e pequenas trapalhadas; os porres e a busca pela cerveja perfeita, numa terra conhecida pela excelência dos vinhos. Dotado de humor peculiar, com um estilo mordaz ao deixar entrever os atritos entre a cultura francesa e a brasileira, Saquarema sete três é um thriller sui generis. No encalço de seu protagonista, tomado pela fixação em desvendar o mistério por detrás daquela insólita revelação, o leitor flana, também, por uma deliciosa comédia de costumes. Enquanto isso, o suspense vai crescendo numa trama recheada de reviravoltas. Um cartão postal misterioso, um encontro marcado, uma estação de metrô onde é sempre noite. Referências à literatura, ao cinema e à cultura pop. Ecos da ditadura militar. Uma singular confluência de fatos, situações e detalhes que constroem uma história irresistível, à qual não faltam doses de crítica, ironia e inventividade. Com Saquarema sete rrês, Zé McGill reafirma seu talento como ficcionista, tramando uma narrativa ao mesmo tempo cosmopolita e de cores tupiniquins, instigante e bem-humorada, que traz uma lufada de frescor à tradição de romances detetivescos nacionais.

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