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    Feminismo E Para Todo Mundo, O - Rosa Dos Tempos

    sinopse
    • ACOMPANHA POSTER NA PRE VENDA"O feminismo sob a visão de uma das mais importantes feministas negras da atualidade. Eleita uma das principais intelectuais norte-americanas, pela revista Atlantic Monthly, e uma das 100 Pessoas Visionárias que Podem Mudar Sua Vida, pela revista Utne Reader, a aclamada feminista negra bell hooks nos apresenta, nesta acessível cartilha, a natureza do feminismo e seu compromisso contra sexismo, exploração sexista e qualquer forma de opressão. Com peculiar clareza e franqueza, hooks incentiva leitores a descobrir como o feminismo pode tocar e mudar, para melhor, a vida de todo mundo. Homens, mulheres, crianças, pessoas de todos os gêneros, jovens e adultos: todos podem educar e ser educados para o feminismo. Apenas assim poderemos construir uma sociedade com mais amor e justiça.O livro apresenta uma visão original sobre políticas feministas, direitos reprodutivos, beleza, luta de classes feminista, feminismo global, trabalho, raça e gênero e o fim da violência. Além disso, esclarece sobre temas como educação feminista para uma consciência crítica, masculinidade feminista, maternagem e paternagem feministas, casamento e companheirismo libertadores, política sexual feminista, lesbianidade e feminismo, amor feminista, espiritualidade feminista e o feminismo visionário. "
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    25,01 %

    Livro Do Feminismo, O - Compacto - Globo

    sinopse
    • Nasce-se mulher ou torna-se uma? Homens podem ser feministas? Ainda precisamos do feminismo no século XXI? Este livro responde questões como essas e outras ao explorar a luta por igualdade ao longo da história. Escrito em linguagem clara e recheado de imagens, infográficos e boxes que vão direto ao ponto e explicam as teorias mais complexas, O livro do feminismo examina as ideias inovadoras e ações pioneiras que serviram de modelo para esse movimento tão fascinante e diverso. Quer você seja uma feminista desde sempre ou esteja buscando informações sobre o movimento, aqui você vai encontrar muito conteúdo para se inspirar e se engajar
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    25,0 %

    Conversas Sobre Feminismo(s) No Youtube: Feminismo Difuso Nas Performances Do Publico

    sinopse
    • "PAULA CORUJA CONSTROI, NAS PAGINAS QUE SEGUEM, UM MUNDO QUE FALA DAS MULHERES, E TAMBEM DE NOVAS LOGICAS COMUNICACIONAIS QUE OPERAM SOBRE ABERTURA DE POSSIBILIDADES DE EXPRESSAO, QUE INCLUI A DIVERSIDADE, MAS QUE TAMBEM ENFRENTA O CONSERVADORISMO E O PRECONCEITO. EM CONVERSAS SOBRE FEMINISMO(S) NO YOUTUBE: FEMINISMO DIFUSO NAS PERFORMANCES DO PUBLICO, POR MEIO DE UMA ETNOGRAFIA VIRTUAL, AS MULHERES SE MOSTRAM SOB DIVERSAS PERSPECTIVAS, MAS PRINCIPALMENTE PELAS EXPERIENCIAS DE USUARIAS ATIVAS DA INTERNET QUE SE ENGAJAM NA NAVEGACAO E TAMBEM NA PRODUCAO DE CONTEUDOS, ASSUMINDO UM PERFIL MULTIPLO CARACTERISTICO DO MOMENTO VIVIDO. PROF.ª DR.ª NISIA MARTINS DO ROSARIO PROGRAMA DE POS-GRADUACAO EM COMUNICACAO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL "
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    25,01 %

    Virtuosismo Moral - Grandstanding - Avis Rara

    sinopse
    • Insultos em conversas on-line. Difamação e uso de rótulos quando se discorda das opiniões e afirmações graves que não podem ser provadas... Hoje, muitos buscam apresentar a imagem de uma posição moral elevada não apenas para defender um ponto, ou levar um debate adiante, mas para olhar os outros com superioridade. Indignados, compassivos ou comprometidos com uma causa, exageramos. Em nenhum lugar isso é mais evidente do que nas redes sociais. Os filósofos Justin Tosi e Brandon Warmke, que estudaram extensivamente sobre a arrogância moral ? comportamento que tantas pessoas insistem em exibir ?, alertam: ela não é apenas irritante, mas perigosa. À medida que a política fica mais polarizada e que pessoas de ambos os lados se distanciam, os autores demonstram como o ruído das nossas conversas prejudicam as causas que tanto tentamos defender. Cruzando recentes estudos de psicologia, economia e ciência política, eles explicam o que leva a nos comportarmos dessa maneira e o que pode acontecer caso essa guerra virtual se agrave. Mais importante: os autores mostram como podemos reconstruir o espaço para um debate público do qual valha a pena participar.
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    25,01 %

    Precisamos Falar Sobre Abuso

    sinopse
    • Roxane Gay reúne grandes nomes do feminismo do século XXI em uma antologia extremamente necessária Roxane Gay coloca nesta obra reflexões, relatos, memórias, quadrinhos, contos, autoficção e ensaios escritos por mulheres das mais diferentes origens, raças e áreas de formação sobre o que significa viver em um mundo onde desde crianças precisam conviver com ameaças constantes de assédio, violência e agressões dos mais diferentes tipos simplesmente por serem mulheres. Com apresentação da jornalista Ana Paula Araújo, o livro possui textos de uma honestidade impressionante. São assinados por escritoras, acadêmicas, ativistas, atrizes e artistas plásticas e tratam de uma série de diferentes experiências que são compartilhadas por mulheres em praticamente todas as partes do mundo, incluindo ainda relatos de homens sobre como a cultura do estupro afeta a todos ? ou seja, é uma luta que vai muito além de questões de gênero.
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    24,99 %

    Sobre Ela

    sinopse
    • Esta obra traz a lume o tema da violência contra a mulher, especialmente a violência doméstica perpetrada pelo companheiro ou ex. Por que a mesma boca que declarou amor passa a ofender? Por que as mãos que um dia abraçaram passam a agredir? Por que aquele que prestou cuidados à amada se torna seu assassino? Ao contextualizar a violência de gênero na rede de proteção dos direitos humanos fundamentais, Wagner Cinelli nos leva a conhecer e compreender a tessitura delicada de tais direitos, os longos percursos percorridos até a promulgação da Lei Maria da Penha, uma lei, segundo ele, voltada para uma realidade complexa e ?permeada por valores culturais, sendo um desses elementos o machismo e a assimetria de poder que de forma geral ocorre na questão de gênero?. E aponta como positivas as mudanças legislativas e jurisprudenciais, a partir da norma legal. É um sinal de que a sociedade não está paralisada, mas tentando se adaptar e se adequar à realidade da urgente concretização da igualdade. O tema proposto é o da violência doméstica contra a mulher, com foco naquela perpetrada por aquele que com ela mantém ou manteve vínculo afetivo, partindo de uma perspectiva histórica e procurando convocar, ainda que de forma fragmentária, diversos ramos do conhecimento social. O objetivo não é o aprofundamento dos temas, mas a reunião de diferentes olhares para que, complementando-se, permitam uma compreensão mais global do assunto. mulher praticada pelo atual ou ex- A obra contém referências a vários países, com indicação de ocorrência de práticas que discriminam a mulher ou realizam violência contra ela. Na verdade, essas questões têm caráter global, uma vez que presentes em todos os lugares, com maior incidência e peculiaridades aqui ou acolá. Mas é de se assinalar que o objeto principal deste livro tem como foco o Brasil, a respectiva legislação produzida e as ferramentas de políticas públicas até aqui criadas. Repete-se: precisamos falar sobre isso e, por isso, precisamos falar sobre ela, que, neste momento, pode estar em qualquer lugar e pode ser de qualquer classe social. Efetivamente, precisamos falar sobre ela, sobre a pressão à qual está exposta, a discriminação que sofre, a violência que lhe fere de todas as formas, eventualmente lhe arrebatando a vida.
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    25,0 %

    Eu Disse Nao

    sinopse
    • É possível recomeçar a vida depois de 20 anos aprisionada em um relacionamento abusivo? Como vencer a vergonha, o medo e a frustração de uma relação que começou com flores e juras de amor e terminou com ameaças, agressões físicas e prisão? Essa é a história autobiográfica que Daniela Schanen se dispôs a contar em seu livro. Os abusadores confiam no silenciamento e na culpabilização da vítima para perpetuar um comportamento violento e criminoso. Ainda hoje, é comum que mulheres que vivem ou viveram relacionamentos abusivos não exponham sua realidade nem peçam ajuda, seja por medo, vergonha, culpa ou até mesmo por acreditarem que situações como essa são naturais em um relacionamento. O que se sabe, no entanto, é que compartilhar histórias de traumas é uma das formas mais eficazes de promover a cura e o fortalecimento emocional. Além de diminuir a sensação de isolamento da vítima, o ato de colocar uma experiência em palavras permite um olhar externo sobre problemas complexos, tanto por parte da vítima quanto da sociedade. Este livro é sobre isso: compartilhar. É a história real de alguém que sobreviveu a um trauma para dar voz a milhares de vítimas que ainda não estão prontas para relatar sua vivência. É uma arma contra o manto cruel do silêncio e da vergonha por trás do qual se escondem os abusadores. Acima de tudo, é um convite para se resgatar de uma situação de abuso por meio do autoconhecimento e da autoaceitação.
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    25,01 %

    Abuso - Globo

    sinopse
    • Por que o estupro é um crime ainda tão comum no Brasil? Por que a vítima muitas vezes é tão ? ou mais ? julgada pela sociedade do que o próprio criminoso? Por que é tão difícil fazer uma denúncia? Após quatro anos de pesquisas, viagens pelo país e mais de 100 entrevistas com vítimas e familiares, criminosos, psiquiatras e diversos especialistas no assunto, a jornalista Ana Paula Araújo escreve Abuso - a cultura do estupro no Brasil com coragem e sem meias-verdades. A obra é uma reportagem que trata do medo e vergonha das vítimas, de como elas são julgadas e muitas vezes culpabilizadas pela sociedade e pelo poder público, das dificuldades para denunciar, dos caminhos para superar o trauma e seguir em frente e como atitudes tão entranhadas em nossa sociedade geraram uma verdadeira cultura do estupro em nosso país. Ela também auxilia as vítimas a utilizarem os meios de denúncia disponíveis no país, como o disque 100, e esclarece sobre o direito ao aborto decorrente de estupro, que é autorizado por lei sem que haja queixa na polícia. Ana Paula analisa casos que chocaram os brasileiros e outros tantos que, apesar de bárbaros, ficaram perdidos em meio ao constrangimento das vítimas e à lentidão da lei para mostrar como o estupro afeta toda a rede familiar e deixa marcas indestrutíveis na vida de quem o sofre. Ela acompanha todo o caminho das vítimas por justiça e mostra todas as facetas e implicações desse crime tão cruel e, infelizmente, tão corriqueiro no Brasil. Abuso é uma obra ousada, pesquisada com apuro e escrita com imensa sinceridade por uma das mais importantes jornalistas em atividade no país. Porém, mais do que tudo isso, Abuso é um livro extremamente necessário, que precisa ser lido por todos.
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    25,01 %

    Mulheres Imperfeitas - Cultrix

    sinopse
    • Neste livro, a escritora, jornalista e colaboradora da New York Times Magazine, Carina Chocano, mescla histo´rias pessoais, que fizeram parte de seu amadurecimento como mulher, com ana´lises perspicazes sobre como a cultura pop moldou o comportamento feminino, ao longo do tempo. Seguindo a mesma tradiça~o textual combativa de Roxane Gay, Rebecca Solnit e Susan Sontag, a autora mostra de forma brilhante que nossas identidades sa~o muito mais flui´das do que pensamos, e certamente mais complexas do que qualquer coisa que vemos nas telas de cinema e na cultura pop do mundo contempora^neo, dirigida, em grande parte, ao olhar machista do patriarcado. A obra traz um incrível trabalho de pesquisa e desconstruça~o cultural que discute maneiras problema´ticas de contar histo´rias sobre as mulheres.
  • 400136

    24,99 %

    Como Ser Antirracista - Altabooks

    sinopse
    • O autor de Stamped from the Beginning, vencedor do National Book Award, traz uma abordagem estimulante e original para compreender e extirpar o racismo e a desigualdade da nossa sociedade ? e de nós mesmos. ?O ÚNICO MEIO DE ELIMINAR O RACISMO É IDENTIFICÁ-LO E DESCREVÊ-LO COM CONSISTÊNCIA ? E ENTÃO DERRUBÁ-LO.? O antirracismo é um conceito transformador que reorienta e reenergiza o debate sobre o racismo ? e, ainda mais importante, nos mostra novos modos de pensar sobre as pessoas e nós mesmos. O racismo é, essencialmente, um sistema poderoso que cria falsas hierarquias de valor humano; sua lógica distorcida vai além da raça, da forma como consideramos as pessoas de diferentes etnias ou cor de pele à forma como tratamos pessoas de diferentes sexos, identidades de gênero e tipos físicos. O racismo se intersecciona com a classe, a cultura e a geografia, e até muda o modo como nos vemos e nos valorizamos. Em Como Ser Antirracista, Kendi leva os leitores por um amplo círculo de ideias antirracistas ? dos conceitos mais básicos a possibilidades visionárias ? que ajudarão os leitores a ver todas as formas de racismo com clareza, compreender suas consequências tóxicas e agir para rejeitá-las em nossos sistemas e em nós mesmos. Kendi entrelaça uma estimulante combinação de ética, história, leis e ciência com sua própria história do despertar para o antirracismo. Esta é uma obra essencial para todos que querem ir além da consciência do racismo e atingir o próximo passo: contribuir para a formação de uma sociedade justa e igualitária. Elogios a Como ser Antirracista : ? Ibram X. Kendi é o atual visionário da contínua luta pela justiça racial. Nesta nova obra pessoal e reveladora, nos faz enxergar através de uma lente transformadora que desafia a ortodoxia dominante e antirracista. Ele esclarece os princípios do racismo em novas formas revolucionárias, e eu me vejo constantemente desafiado e inspirado por sua análise. Como Ser Antirracista nos mostra um caminho necessário e crítico para seguir.? ? ROBIN DIANGELO, autor de White Fragility best-seller do New York Tim ? A obra de Kendi, neste livro, é vital no atual clima sociopolítico. Como sociedade, precisamos começar a abordar o antirracismo com ações, não emoções ? e ele nos ajuda nessa tarefa.? ? IJEOMA OLUO, autora de So You Want to Talk About Race ? Ibram Kendi usa a própria jornada pela vida para nos mostrar por que se tornar antirracista é tanto essencial quanto difícil. Dividido igualmente entre memórias, história e críticas sociais, este livro é franco, corajoso e, principalmente, libertador.? ? JAMES FORMAN, JR., vencedor do Prêmio Pulitzer por Locking Up Our Own ? Inovador? Kendi esmiúça por que, em uma sociedade em que tão poucos se consideram racistas, as divisões e desigualdades do racismo continuam tão prevalentes. Como Ser Antirracista ataca os mitos de uma América pós-racial, examinando o que o racismo realmente é ? e o que devemos fazer a respeito dele
  • 396701

    25,01 %

    Nao Basta Nao Ser Racista - Faro

    sinopse
    • É hora de todos os brancos abandonarem a ideia de superioridade e, de fato, atuarem no combate ao racismo. Negação, silêncio, raiva, medo, culpa... essas são algumas das reações mais comuns quando se diz a uma pessoa que agiu, geralmente sem intenção, de modo racista. Ser abertamente racista não é algo socialmente aceitável. Ninguém quer ser visto assim. Mas cada vez que se nega o racismo, impedimos que ele seja abordado e que nossos preconceitos sejam discutidos. As reações de negação não servem apenas para silenciar quem sofre o preconceito, também escondem um sentimento que a autora Robin Diangelo passou a chamar de fragilidade branca. Em seus estudos, Diangelo catalogou frases, palavras e sentimentos de voluntários que se veem sem qualquer preconceito e demonstrou que, no fundo, ele estava lá. Sua proposta é que todos comecem a ouvir melhor, estabeleçam conversas mais honestas e reajam a críticas com educação e tentando se colocar no lugar do outro. Não basta apenas sustentar visões liberais ou condenar os racistas nas redes sociais. A mudança começa conosco.
  • 392191

    25,01 %

    Cidade Dos Ricos E A Cidade Dos Pobres, A - Ayine

    sinopse
    • Nas culturas ocidentais, a cidade é imaginada como um espaço de integração social e cultural. Um lugar seguro, protegido da violência, da natureza e dos homens, produtor de novas identidades, centro privilegiado de inovação técnica e científi ca, cultural e institucional. Na cidade do Ocidente, os ricos e os pobres sempre se encontraram e continuam a se encontrar, mas se tornam também cada vez mais visivelmente distantes. Hoje, mais do que no passado, nas grandes áreas metropolitanas, as desigualdades são visíveis e as estratégias de distinção e exclusão têm sido frequentemente favorecidas pelo próprio projeto urbano. Devemos voltar a refl etir sobre a estrutura espacial da cidade, reconhecer a importância que a forma do território tem ao construí-la. Conferir novamente aos espaços urbanos uma maior e mais difusa porosidade, permeabilidade e acessibilidade; desenhá-los com ambição, levando em consideração a qualidade das cidades que nos precederam, e pensar novamente sobre as dimensões do coletivo.
  • 391695

    25,01 %

    Eu Nao Sou Uma Mulher - Rosa Dos Tempos

    sinopse
    • Uma obra esclarecedora sobre a mulher negra e os preconceitos socio-culturais ainda presentes. Clássico da teoria feminista, Eu não sou uma mulher? tornou-se leitura obrigatória para as pessoas interessadas nas questões relacionadas à mulheridade negra e na construção de um mundo sem opressão sexista e racial. Sojourner Truth, mulher negra que havia sido escravizada e se tornou oradora depois de liberta em 1827, denunciou, em 1851, na Women?s Convention ? no discurso que ficou conhecido como ?Ain?t I a Woman? ? que o ativismo de sufragistas e abolicionistas brancas e ricas excluía mulheres negras e pobres. A partir do discurso de Truth, que dá título ao livro, hooks discute o racismo e sexismo presentes no movimento pelos direitos civis e no feminista, desde o sufrágio até os anos 1970. Além de examinar o impacto do sexismo nas mulheres negras durante a escravidão, a desvalorização da mulheridade negra, o sexismo dos homens brancos e negros, o racismo entre as feministas, os estereótipos atribuídos a mulheres negras, o imperialismo do patriarcado e o envolvimento da mulher negra com o feminismo, hooks pretende levar nosso pensamento além das suposições racistas e sexistas. O resultado é um trabalho revolucionário, um livro imprescindível, a ser lido por todas as pessoas que lutam para tornar o mundo um lugar livre de opressões de raça, cor, classe e gênero.
  • 390794

    24,99 %

    Teoria Feminista - Perspectiva

    sinopse
    • Radical, apaixonado e crítico do establishment do movimento feminista, o livro defende um feminismo lastreado em três eixos de combate: o antissexista, o antirracista e o anticlassista. Ressalta, ainda, o papel fundamental das mulheres negras no processo revolucionário de ação de libertação de todas as mulheres ? e homens ? de qualquer cor da rede de dominação e opressão. Nome de referência do movimento, bell hooks faz uma análise dramaticamente inclusiva que nos conduz por todos os aspectos da sociedade, desde relações econômicas de poder, orientação sexual, preconceito social até os relacionamentos inter-raciais e familiares. Um dos textos mais importantes do feminismo moderno, mantendo-se absolutamente atual, vital, incontornável.
  • 389484

    24,98 %

    Racismo Recreativo - Polen

    sinopse
    • Neste volume da coleção Feminismos Plurais, pela primeira vez, a relação entre racismo e humor é aprofundada. Por um ponto de vista jurídico, o advogado, doutor em Direito, Adilson Moreira esmiúça os conceitos de racismo e injúria racial, explicitando o viés racista da Justiça brasileira quando sentencia que produções culturais, como programas humorísticos, que reproduzem estereótipos raciais não são discriminatórias por promoverem a descontração das pessoas. (Edição revista em parceria com a Pólen Livros)
  • 389481

    24,98 %

    Empoderamento - Polen

    sinopse
    • Uma discussão sobre a Teoria do Empoderamento, a partir de diversas matrizes teóricas que hoje se dedicam ao tema. São pensadores que entendem empoderamento como aliança entre conscientizar-se criticamente e transformar na prática, algo contestador e revolucionário na sua essência. Muito mais do que a tradução literal de um termo estrangeiro, é uma prática cotidiana para a igualdade.
  • 389480

    24,98 %

    Encarceramento Em Massa - Polen

    sinopse
    • Por que fazer um livro sobre encarceramento, sistema de Justiça Criminal punitivo e feminismo negro? Qual é o ponto de conexão entre estas pautas? Por que prisão, punição, superencarceramento interessa às mulheres, prioritariamente às mulheres negras? Pode parecer fora de lugar falar em racismo, machismo, capitalismo e estruturas de poder em um país que tem em seu imaginário a mestiçagem e a defesa como povo amistoso celebrada internacionalmente. Contudo, parece absolutamente pertinente refletir, escrever, falar e lutar nestas pautas quando os dados estatísticos nacionais provam o contrário do discurso comemorado e largamente difundido.
  • 389479

    24,98 %

    Racismo Estrutural - Polen

    sinopse
    • "Nos anos 1970, Kwame Turu e Charles Hamilton, no livro ""Black Power"", apresentaram pela primeira vez o conceito de racismo institucional: muito mais do que a ação de indivíduos com motivações pessoais, o racismo está infiltrado nas instituições e na cultura, gerando condições deficitárias a priori para boa parte da população. É a partir desse conceito que o autor Silvio Almeida apresenta dados estatísticos e discute como o racismo está na estrutura social, política e econômica da sociedade brasileira."
  • 386746

    25,01 %

    Raizes Das Desigualdades Regionais No Brasil - Alta Books

    sinopse
    • "Neste livro, o autor retorna ao tema das desigualdades regionais, já estudado por ele em sua obra de 2011, Desigualdades Regionais no Brasil. Faz isso após ter escrito um outro livro cujo objeto é o atraso do Brasil em relação aos países desenvolvidos, Roots of Brazilian Relative Economic Backwardness, publicado em 2016. Ou seja, ele traz para essa nova interpretação mais conhecimento e reflexão sobre a história econômica do Brasil e sobre o desenvolvimento econômico, além de uma nova visão de filosofia da história. O livro traz novas evidências empíricas para a hipótese de que as diferenças em capital humano entre as regiões são o determinante imediato das desigualdades regionais no Brasil. Especializações produtivas são irrelevantes para tal ? sendo elas, na verdade, consequências das causas enfatizadas aqui. Ele identifica também o determinante fundamental das desigualdades regionais nos conflitos entre classes e segmentos sociais e a forma concreta de sua evolução nas diversas regiões do país. Tanto no Nordeste como no Sul e no Sudeste, particularidades históricas resultaram em diferenças na evolução histórica que explicam a geração de disparidades tão acentuadas no nível médio de capital humano nas regiões. Apesar de trazer uma interpretação do atraso do Nordeste, o livro não se estende muito na elaboração de propostas de políticas regionais, apesar de o texto poder servir de lastro para a elaboração de políticas de desenvolvimento regional no Brasil. Obviamente, políticas diferenciadas de promoção da educação nas regiões pobres e menos ênfase em políticas setoriais, que dominaram as estratégias de desenvolvimento regional no Brasil nas últimas décadas, são conclusões óbvias das análises aqui encontradas. Neste livro, Alexandre Rands retoma sua reflexão sobre as raízes do atraso econômico do Nordeste. Em vez de atualizar seu livro anterior ? Desigualdades Regionais no Brasil, publicado em 2011 ? decidiu escrever um novo volume. O livro documenta que a teoria ortodoxa consegue explicar perfeitamente as diferenças de renda per capita entre as regiões. Em particular, demonstra que não há segmentação regional no mercado de trabalho brasileiro: trabalhadores com as mesmas características recebem a mesma remuneração em qualquer lugar do território nacional. Adicionalmente, Rands documenta que os diferenciais educacionais explicam quase que integralmente as diferenças de renda per capita entre as regiões. Ou seja, a tese furtadeana de que o atraso relativo do Nordeste se deve à ausência de industrialização e, portanto, à especialização setorial da economia nordestina e à inexistência dos efeitos de aglomeração produzida por essa especialização não se sustenta nos dados. O subdesenvolvimento do Nordeste do Brasil, e em qualquer lugar, parece ser algo embutido no homem. A superação do subdesenvolvimento requer atuar no homem. Educação pública de qualidade é a chave para entendermos o subdesenvolvimento do Nordeste em relação ao Sudeste
  • 384439

    25,01 %

    Mafia Dos Mendigos, A - Record

    sinopse
    • Yago Martins passou um ano em pesquisa de campo como morador de rua em Fortaleza, no Ceará, tentando se misturar com os sem-teto. Foi essa autoetnografia que o levou a confirmar uma suspeita: enquanto muitos dirigentes de ONGs discursam pelos desvalidos em busca de dinheiro, e ministros religiosos discursam em busca de sucesso e realização, os pobres têm sido usados como tema de congressos, motivo de entrevistas e ilustração de sermões religiosos, mas não realmente ajudados. Os moradores de rua não são seres que sempre experimentaram circunstâncias extremas e que, por isso, se exilaram: eles já foram o que nós somos hoje; o que falta, muitas vezes, é encontrar quem verdadeiramente os note. Eles não precisam de alguém que dê comida e tire uma foto para as redes sociais, ou de ações públicas e privadas realizadas de cima para baixo, a partir de uma observação da realidade que presume saber do que precisam sem nunca lhes perguntar quais as suas reais necessidades. Em A máfia dos mendigos, Yago Martins apresenta argumentos ousados ? e até mesmo polêmicos ? para explicar algumas causas da alta incidência de mendicância no Brasil, com base em um ponto de vista do qual poucos partiram: o de quem passou pela experiência da vida nas ruas.
  • 383568

    24,99 %

    Estado Policial - Como Sobreviver - Civilizacao Brasileira

    sinopse
  • 380696

    24,99 %

    Democracia Da Abolicao, A - Difel

    sinopse
    • Numa série de entrevistas dada logo após o escândalo do presídio de Abu Ghraib, Angela Y. Davis analisa como sistemas históricos de opressão tais quais a escravidão e o linchamento continuam a influenciar e solapar a democracia na atualidade. Davis se fundamenta na tese de W. E. B. Du Bois, segundo a qual, quando os negros se tornaram livres da escravidão nos Estados Unidos, a eles foram negados os direitos plenos de outros cidadãos. Somado a isso, o sistema carcerário norte-americano (que hoje conta com a maior população carcerária do mundo) atua de forma a manter o domínio e o controle sobre populações inteiras. Davis investiga a noção de ?democracia da abolição? como a democracia por vir, um conjunto de relações sociais livres da opressão e da injustiça.
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    24,98 %

    Lugar De Fala - Polen

    sinopse
    • A intenção da coleção Feminismos Plurais é trazer para o grande público questões importantes referentes aos mais diversos feminismos de forma didática e acessível. Com o objetivo de desmistificar o conceito de lugar de fala, Djamila Ribeiro contextualiza o indivíduo tido como universal numa sociedade cisheteropatriarcal eurocentrada, para que seja possível identificarmos as diversas vivências específicas e, assim, diferenciar os discursos de acordo com a posição social de onde se fala.
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    24,98 %

    Interseccionalidade - Polen

    sinopse
    • A intenção da coleção Feminismos Plurais é trazer para o grande público questões importantes referentes aos mais diversos feminismos de forma didática e acessível. Neste volume, a autora Carla Akotirene discute o conceito de interseccionalidade como forma de abarcar as interseções a que está submetida uma pessoa, em especial a mulher negra. O termo define um posicionamento do feminismo negro frente às opressões da nossa sociedade cisheteropatriarcal branca, desfazendo a ideia de um feminismo global e hegemônico como diretriz única para definir as pautas de luta e resistência.
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    25,0 %

    Feminismo Para Os 99 - Um Manifesto - Boitempo

    sinopse
    • Moradia inacessível, salários precários, saúde pública, mudanças climáticas não são temas comuns no debate público feminista. Mas não seriam essas as questões que mais afetam a esmagadora maioria das mulheres em todo o mundo? Inspiradas pela erupção global de uma nova primavera feminista, Cinzia Arruzza, Tithi Bhattacharya e Nancy Fraser, organizadoras da Greve Internacional das Mulheres (Dia sem mulher), lançam um manifesto potente sobre a necessidade de um feminismo anticapitalista, antirracista, antiLGBTfóbico e indissociável da perspectiva ecológica do bem viver. Feminismo para os 99% é sobre um feminismo urgente, que não se contenta com a representatividade das mulheres nos altos escalões das corporações. O Manifesto feminista faz parte de um movimento global e será lançado no 8 de Março de 2019 em diversos países, como Itália, França, Espanha, Estados Unidos, Inglaterra, Argentina e Suécia. A edição brasileira conta com a participação de Talíria Petrone, deputada federal e militante feminista negra, que assina o prefácio, e Joênia Wapichana, primeira mulher indígena a ser eleita deputada federal, advogada, militante das causas indígenas e dos direitos humanos, no texto de orelha.
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    Arquitetura Da Personalidade, A - Aut Paranaense

    sinopse
    • A arquitetura da personalidade propõe-se a subsidiar respostas para alguns questionamentos do indivíduo na busca do autoconhecimento: o que diz a mente, o cérebro e o corpo? Que mensagens estão por trás de minhas doenças? O que causa os sentimentos de ansiedade, desconfiança e angústia injustificáveis por pessoas, assuntos ou lugares?
  • 370171

    24,99 %

    Mulheres Na Luta - Seguinte

    sinopse
    • O movimento feminista em quadrinhos, para jovens e adultos. Há 150 anos, a vida das mulheres era muito diferente: elas não podiam tomar decisões sobre seu corpo, votar ou ganhar o próprio dinheiro. Quando nasciam, os pais estavam no comando, depois, os maridos. O cenário só começou a mudar quando elas passaram a se organizar e a lutar por liberdade e igualdade. Neste livro, Marta Breen e Jenny Jordahl destacam batalhas históricas das mulheres ? pelo direito à educação, pela participação na política, pelo uso de contraceptivos, por igualdade no mercado de trabalho, entre várias outras ?, relacionando-as a diversos movimentos sociais. O resultado é um rico panorama da luta feminista, que mostra o avanço que já foi feito ? e tudo o que ainda precisamos conquistar.
  • 363506

    25,01 %

    Seguranca Publica Para Virar O Jogo - Zahar

    sinopse
    • Um guia claro e acessível para entender o que podemos fazer para redução da violência Segurança é um assunto que há muito preocupa a todos nós. Não é de hoje que o Brasil está imerso em uma crise que parece não ter fim. Os níveis de criminalidade só aumentam, assim como nossa percepção de insegurança. Para não sermos enganados com supostas soluções mágicas e promessas falsas a cada ciclo eleitoral, antes de fazermos escolhas determinantes para o futuro do país, estarmos bem informados é o primeiro passo para revertermos esse cenário. Escrito por duas grandes especialistas no tema, Ilona Szabó e Melina Risso, este livro traz um panorama muito claro do sistema da segurança pública e justiça criminal no Brasil. Por que o Estado não consegue proteger seus cidadãos? Que fatores potencializam essa trágica realidade? Qual o papel das polícias? Como as atuais políticas de combate às drogas impactam tanto a segurança pública? E o que isso tem a ver com a crise carcerária? Por que é tão importante regular armas e munições? Respondendo de forma equilibrada e embasada às principais perguntas no debate público, as autoras mostram que, com prevenção, inteligência e investigação, há soluções possíveis e efetivas para tornar nossas cidades mais seguras. Numa linguagem compreensível, sem jargões, Segurança pública para virar o jogo reúne exemplos de sucesso no Brasil e no mundo, dados, pesquisa, opinião e propostas para entendermos o que funciona e o que não funciona quando o assunto é a redução de violência. ?Este é um livro despretensioso na sua aparência, mas transformador no seu conteúdo. Foi escrito por duas pensadoras originais, que conjugam pesquisa séria, atitudes concretas e didática impecável.? Ministro Luís Roberto Barroso.
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    Irmaos - Uma Historia Do Pcc - Cia Das Letras

    sinopse
    • Em Irmãos , o sociólogo Gabriel Feltran oferece uma interpretação alternativa àquelas que vêm ocupando o debate público brasileiro e que buscam comparar o PCC com outras organizações criminosas como os comandos cariocas, as gangues prisionais americanas ou as máfias italianas, russas ou orientais. Para o autor, o modo de organização do PCC tem mais a ver com as irmandades secretas, funcionando como uma maçonaria do crime ? uma rede de apoio mútuo, pautada por um conjunto de valores considerados justos, em que ninguém deve atravessar os negócios nem a honra do outro irmão.Feltran percorre os momentos cruciais da história da facção: sua criação em Taubaté; a megarrebelião de 2001; a revolução interna de 2002, em que a visão igualitarista de Marcola ganhou força contra o projeto de terror público sob a liderança personalista de Geleião; as revoltas de 2006, que horrorizaram a classe média; as violentas disputas entre facções a partir de 2017.Irmãos apresenta um país em que o crime conquistou efetiva hegemonia política para partes significativas da população. Nele, o PCC emerge como uma entre outras instâncias de geração de renda, de acesso à justiça ou proteção, de ordenamento social, de apoio em caso de necessidade, de pertencimento e identificação, desafiando o projeto de uma comunidade nacional integrada, promessa que que a redemocratização não logrou entregar.
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    Estarao As Prisoes Obsoletas - Difel

    sinopse
    • Desde os anos 1980, a construção de prisões e a taxa de encarceramento nos Estados Unidos têm crescido exponencialmente, originando uma grade inquietação do público sobre a proliferação, privatização e a promessa de grandes lucros a partir do sistema carcerário. No entanto, essas prisões abrigam quantidades desproporcionais de minorias étnicas, deixando entrever o racismo entranhado no sistema. Neste livro, a renomada ativista Angela Davis expõe com clareza a situação e nos pede uma reflexão radical, em busca de alternativas aos atuais programas de reabilitação. Com esta última grande abolição da vida norte-americana, pode-se finalmente começar a desmantelar essas estruturas que condenam tantos a uma vida de miséria e sofrimento.
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    Clube Da Luta Feminista - Fabrica 231

    sinopse
    • Contratada para assumir a recém-criada editoria de gênero do The New York Times, a jornalista Jessica Benett constrói um guia incisivo e irônico de como sobreviver ao sexismo no ambiente de trabalho em Clube da luta feminista. Mesclando experiências pessoais e de outras mulheres e conselhos nada politicamente corretos com pesquisas e estatísticas sérias, Bennett oferece dicas valiosas e bem-humoradas para a mulher enfrentar o machismo na sociedade atual e combater o terreno minado e muitas vezes sutil do preconceito no ambiente corporativo. Com projeto gráfico moderno, repleto de ilustrações e esquemas divertidos, o livro fala tanto dos desafios externos enfrentados pelas mulheres cotidianamente, quanto dos comportamentos arraigados e autossabotadores delas próprias no dia a dia do escritório, sempre num tom informal e sarcástico.
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    Feminismo Em Comum - Rosa Dos Tempos

    sinopse
    • Podemos definir o feminismo como o desejo por democracia radical voltada à luta por direitos de todas, todes e todos que padecem sob injustiças sistematicamente armadas pelo patriarcado. Nesse processo de subjugação, incluem-se todos os seres cujo corpo é medido por seu valor de uso ? corpos para o trabalho, a procriação, o cuidado e a manutenção da vida e a produção do prazer alheio ?, que também compõem a ampla esfera do trabalho na qual está em jogo o que se faz para o outro por necessidade de sobrevivência. O que chamamos de patriarcado é um sistema profundamente enraizado na cultura e nas instituições, o qual o feminismo busca desconstruir. Ele tem por estrutura a crença em uma verdade absoluta, que sustenta a ideia de haver uma identidade natural, dois sexos considerados normais, a diferença entre os gêneros, a superioridade masculina, a inferioridade das mulheres e outros pensamentos que soam bem limitados, mas ainda são seguidos por muitos. Com este livro, Marcia Tiburi nos convida a repensar essas estruturas e a levar o feminismo muito a sério, para além de modismos e discursos prontos. Espera-se que, ao criticar e repensar o movimento, com linguagem acessível tanto a iniciantes quanto aos mais entendidos do assunto, Feminismo em comum seja capaz de melhorar nosso modo de ver e de inventar a vida.?O feminismo nos leva à luta por direitos de todas, todes e todos. Todas porque quem leva essa luta adiante são as mulheres. Todes porque o feminismo liberou as pessoas de se identificarem como mulheres ou homens e abriu espaço para outras expressões de gênero ? e de sexualidade ? e isso veio interferir no todo da vida. Todos porque luta por certa ideia de humanidade e, por isso mesmo, considera que aquelas pessoas definidas como homens também devem ser incluídas em um processo realmente democrático.? ? do capítulo ?Para pensar o feminismo?.

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