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  • 422619

    PRÉ-VENDA

    12,0 %

    Abuso - Globo

    sinopse
    • Por que o estupro é um crime ainda tão comum no Brasil? Por que a vítima muitas vezes é tão ? ou mais ? julgada pela sociedade do que o próprio criminoso? Por que é tão difícil fazer uma denúncia? Após quatro anos de pesquisas, viagens pelo país e mais de 100 entrevistas com vítimas e familiares, criminosos, psiquiatras e diversos especialistas no assunto, a jornalista Ana Paula Araújo escreve Abuso - a cultura do estupro no Brasil com coragem e sem meias-verdades. A obra é uma reportagem que trata do medo e vergonha das vítimas, de como elas são julgadas e muitas vezes culpabilizadas pela sociedade e pelo poder público, das dificuldades para denunciar, dos caminhos para superar o trauma e seguir em frente e como atitudes tão entranhadas em nossa sociedade geraram uma verdadeira cultura do estupro em nosso país. Ela também auxilia as vítimas a utilizarem os meios de denúncia disponíveis no país, como o disque 100, e esclarece sobre o direito ao aborto decorrente de estupro, que é autorizado por lei sem que haja queixa na polícia. Ana Paula analisa casos que chocaram os brasileiros e outros tantos que, apesar de bárbaros, ficaram perdidos em meio ao constrangimento das vítimas e à lentidão da lei para mostrar como o estupro afeta toda a rede familiar e deixa marcas indestrutíveis na vida de quem o sofre. Ela acompanha todo o caminho das vítimas por justiça e mostra todas as facetas e implicações desse crime tão cruel e, infelizmente, tão corriqueiro no Brasil. Abuso é uma obra ousada, pesquisada com apuro e escrita com imensa sinceridade por uma das mais importantes jornalistas em atividade no país. Porém, mais do que tudo isso, Abuso é um livro extremamente necessário, que precisa ser lido por todos.
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    12,01 %

    Lugar De Fala - Polen

    sinopse
    • A intenção da coleção Feminismos Plurais é trazer para o grande público questões importantes referentes aos mais diversos feminismos de forma didática e acessível. Com o objetivo de desmistificar o conceito de lugar de fala, Djamila Ribeiro contextualiza o indivíduo tido como universal numa sociedade cisheteropatriarcal eurocentrada, para que seja possível identificarmos as diversas vivências específicas e, assim, diferenciar os discursos de acordo com a posição social de onde se fala.
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    12,0 %

    Mulheres Imperfeitas - Cultrix

    sinopse
    • Neste livro, a escritora, jornalista e colaboradora da New York Times Magazine, Carina Chocano, mescla histo´rias pessoais, que fizeram parte de seu amadurecimento como mulher, com ana´lises perspicazes sobre como a cultura pop moldou o comportamento feminino, ao longo do tempo. Seguindo a mesma tradiça~o textual combativa de Roxane Gay, Rebecca Solnit e Susan Sontag, a autora mostra de forma brilhante que nossas identidades sa~o muito mais flui´das do que pensamos, e certamente mais complexas do que qualquer coisa que vemos nas telas de cinema e na cultura pop do mundo contempora^neo, dirigida, em grande parte, ao olhar machista do patriarcado. A obra traz um incrível trabalho de pesquisa e desconstruça~o cultural que discute maneiras problema´ticas de contar histo´rias sobre as mulheres.
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    12,0 %

    Psicogramatica - Kirion

    sinopse
    • "A Psicogramática é um texto que pode ser incluído entre os clássicos da educação. É também o texto de uma estudiosa cujo pensamento é hoje inquestionavelmente vivo e atual, no qual o professor pode encontrar múltiplos estímulos para a realização de um ambiente de aprendizagem que permita à criança adquirir consciência das funções gramaticais de sua língua. ?Todo este estudo é um meio estupendo de ginástica mental, de penetração em si mesmo e também uma maneira de ?aperfeiçoar? e ?fixar? a forma da língua. A gramática não faz a língua ? e não faz um escritor. Dá, sim, o caminho para ?penetrar? na linguagem que já se possui, para fixá-la e aperfeiçoá-la e, portanto, é extremamente útil para a criança que está organizando-a com sua própria força?. ?Quando o alfabeto entra em contato com a linguagem articulada, torna-se uma chave que abre um segredo e realça toda a linguagem na totalidade. Quem quer que extraísse este significado do alfabeto, colocaria obstáculos no aprendizado e retornaria ao nível da pictografia e dos hieróglifos?. Sobre o autor: Maria Montessori (Chiaravalle, 31 de agosto de 1870 ? Noordwijk aan Zee, Países Baixos, 6 de maio de 1952) foi uma médica, e pedagoga católica italiana. É conhecida pelo método educativo que desenvolveu e que ainda é usado hoje em dia em escolas públicas e privadas mundo afora. Destacou a importância da liberdade, da atividade e do estímulo para o desenvolvimento físico e mental das crianças. Para ela, liberdade e disciplina se equilibrariam, não sendo possível conquistar uma sem a outra. Adoptou o princípio da auto-educação, que consiste na interferência mínima dos professores, pois a aprendizagem teria como base o espaço escolar e o material didático. "
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    12,0 %

    Como Ser Antirracista - Altabooks

    sinopse
    • O autor de Stamped from the Beginning, vencedor do National Book Award, traz uma abordagem estimulante e original para compreender e extirpar o racismo e a desigualdade da nossa sociedade ? e de nós mesmos. ?O ÚNICO MEIO DE ELIMINAR O RACISMO É IDENTIFICÁ-LO E DESCREVÊ-LO COM CONSISTÊNCIA ? E ENTÃO DERRUBÁ-LO.? O antirracismo é um conceito transformador que reorienta e reenergiza o debate sobre o racismo ? e, ainda mais importante, nos mostra novos modos de pensar sobre as pessoas e nós mesmos. O racismo é, essencialmente, um sistema poderoso que cria falsas hierarquias de valor humano; sua lógica distorcida vai além da raça, da forma como consideramos as pessoas de diferentes etnias ou cor de pele à forma como tratamos pessoas de diferentes sexos, identidades de gênero e tipos físicos. O racismo se intersecciona com a classe, a cultura e a geografia, e até muda o modo como nos vemos e nos valorizamos. Em Como Ser Antirracista, Kendi leva os leitores por um amplo círculo de ideias antirracistas ? dos conceitos mais básicos a possibilidades visionárias ? que ajudarão os leitores a ver todas as formas de racismo com clareza, compreender suas consequências tóxicas e agir para rejeitá-las em nossos sistemas e em nós mesmos. Kendi entrelaça uma estimulante combinação de ética, história, leis e ciência com sua própria história do despertar para o antirracismo. Esta é uma obra essencial para todos que querem ir além da consciência do racismo e atingir o próximo passo: contribuir para a formação de uma sociedade justa e igualitária. Elogios a Como ser Antirracista : ? Ibram X. Kendi é o atual visionário da contínua luta pela justiça racial. Nesta nova obra pessoal e reveladora, nos faz enxergar através de uma lente transformadora que desafia a ortodoxia dominante e antirracista. Ele esclarece os princípios do racismo em novas formas revolucionárias, e eu me vejo constantemente desafiado e inspirado por sua análise. Como Ser Antirracista nos mostra um caminho necessário e crítico para seguir.? ? ROBIN DIANGELO, autor de White Fragility best-seller do New York Tim ? A obra de Kendi, neste livro, é vital no atual clima sociopolítico. Como sociedade, precisamos começar a abordar o antirracismo com ações, não emoções ? e ele nos ajuda nessa tarefa.? ? IJEOMA OLUO, autora de So You Want to Talk About Race ? Ibram Kendi usa a própria jornada pela vida para nos mostrar por que se tornar antirracista é tanto essencial quanto difícil. Dividido igualmente entre memórias, história e críticas sociais, este livro é franco, corajoso e, principalmente, libertador.? ? JAMES FORMAN, JR., vencedor do Prêmio Pulitzer por Locking Up Our Own ? Inovador? Kendi esmiúça por que, em uma sociedade em que tão poucos se consideram racistas, as divisões e desigualdades do racismo continuam tão prevalentes. Como Ser Antirracista ataca os mitos de uma América pós-racial, examinando o que o racismo realmente é ? e o que devemos fazer a respeito dele
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    12,01 %

    Nao Basta Nao Ser Racista - Faro

    sinopse
    • É hora de todos os brancos abandonarem a ideia de superioridade e, de fato, atuarem no combate ao racismo. Negação, silêncio, raiva, medo, culpa... essas são algumas das reações mais comuns quando se diz a uma pessoa que agiu, geralmente sem intenção, de modo racista. Ser abertamente racista não é algo socialmente aceitável. Ninguém quer ser visto assim. Mas cada vez que se nega o racismo, impedimos que ele seja abordado e que nossos preconceitos sejam discutidos. As reações de negação não servem apenas para silenciar quem sofre o preconceito, também escondem um sentimento que a autora Robin Diangelo passou a chamar de fragilidade branca. Em seus estudos, Diangelo catalogou frases, palavras e sentimentos de voluntários que se veem sem qualquer preconceito e demonstrou que, no fundo, ele estava lá. Sua proposta é que todos comecem a ouvir melhor, estabeleçam conversas mais honestas e reajam a críticas com educação e tentando se colocar no lugar do outro. Não basta apenas sustentar visões liberais ou condenar os racistas nas redes sociais. A mudança começa conosco.
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    12,01 %

    Sun Tzu - A Arte Da Guerra - Lafonte

    sinopse
    • A Arte da Guerra! Escrito há mais de 2.500 anos por um sábio general chinês, A Arte da Guerra é considerado o maior tratado de estratégia militar de todos os tempos. Apresentamos aqui a versão completa em português, uma tradução exclusiva da obra em francês produzida pelo padre jesuíta Joseph-Marie Amiot em 1772. A Arte da Guerra continua com uma gigantesca influencia no pensamento estratégico muito além do campo de batalha. Seja na política ou em qualquer outro, é fundamental para o sucesso em todas as áreas.
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    12,01 %

    Cidade Dos Ricos E A Cidade Dos Pobres, A - Ayine

    sinopse
    • Nas culturas ocidentais, a cidade é imaginada como um espaço de integração social e cultural. Um lugar seguro, protegido da violência, da natureza e dos homens, produtor de novas identidades, centro privilegiado de inovação técnica e científi ca, cultural e institucional. Na cidade do Ocidente, os ricos e os pobres sempre se encontraram e continuam a se encontrar, mas se tornam também cada vez mais visivelmente distantes. Hoje, mais do que no passado, nas grandes áreas metropolitanas, as desigualdades são visíveis e as estratégias de distinção e exclusão têm sido frequentemente favorecidas pelo próprio projeto urbano. Devemos voltar a refl etir sobre a estrutura espacial da cidade, reconhecer a importância que a forma do território tem ao construí-la. Conferir novamente aos espaços urbanos uma maior e mais difusa porosidade, permeabilidade e acessibilidade; desenhá-los com ambição, levando em consideração a qualidade das cidades que nos precederam, e pensar novamente sobre as dimensões do coletivo.
  • 391695

    12,0 %

    Eu Nao Sou Uma Mulher - Rosa Dos Tempos

    sinopse
    • Uma obra esclarecedora sobre a mulher negra e os preconceitos socio-culturais ainda presentes. Clássico da teoria feminista, Eu não sou uma mulher? tornou-se leitura obrigatória para as pessoas interessadas nas questões relacionadas à mulheridade negra e na construção de um mundo sem opressão sexista e racial. Sojourner Truth, mulher negra que havia sido escravizada e se tornou oradora depois de liberta em 1827, denunciou, em 1851, na Women?s Convention ? no discurso que ficou conhecido como ?Ain?t I a Woman? ? que o ativismo de sufragistas e abolicionistas brancas e ricas excluía mulheres negras e pobres. A partir do discurso de Truth, que dá título ao livro, hooks discute o racismo e sexismo presentes no movimento pelos direitos civis e no feminista, desde o sufrágio até os anos 1970. Além de examinar o impacto do sexismo nas mulheres negras durante a escravidão, a desvalorização da mulheridade negra, o sexismo dos homens brancos e negros, o racismo entre as feministas, os estereótipos atribuídos a mulheres negras, o imperialismo do patriarcado e o envolvimento da mulher negra com o feminismo, hooks pretende levar nosso pensamento além das suposições racistas e sexistas. O resultado é um trabalho revolucionário, um livro imprescindível, a ser lido por todas as pessoas que lutam para tornar o mundo um lugar livre de opressões de raça, cor, classe e gênero.
  • 390794

    12,0 %

    Teoria Feminista - Perspectiva

    sinopse
    • Radical, apaixonado e crítico do establishment do movimento feminista, o livro defende um feminismo lastreado em três eixos de combate: o antissexista, o antirracista e o anticlassista. Ressalta, ainda, o papel fundamental das mulheres negras no processo revolucionário de ação de libertação de todas as mulheres ? e homens ? de qualquer cor da rede de dominação e opressão. Nome de referência do movimento, bell hooks faz uma análise dramaticamente inclusiva que nos conduz por todos os aspectos da sociedade, desde relações econômicas de poder, orientação sexual, preconceito social até os relacionamentos inter-raciais e familiares. Um dos textos mais importantes do feminismo moderno, mantendo-se absolutamente atual, vital, incontornável.
  • 389484

    12,01 %

    Racismo Recreativo - Polen

    sinopse
    • Neste volume da coleção Feminismos Plurais, pela primeira vez, a relação entre racismo e humor é aprofundada. Por um ponto de vista jurídico, o advogado, doutor em Direito, Adilson Moreira esmiúça os conceitos de racismo e injúria racial, explicitando o viés racista da Justiça brasileira quando sentencia que produções culturais, como programas humorísticos, que reproduzem estereótipos raciais não são discriminatórias por promoverem a descontração das pessoas. (Edição revista em parceria com a Pólen Livros)
  • 389481

    12,01 %

    Empoderamento - Polen

    sinopse
    • Uma discussão sobre a Teoria do Empoderamento, a partir de diversas matrizes teóricas que hoje se dedicam ao tema. São pensadores que entendem empoderamento como aliança entre conscientizar-se criticamente e transformar na prática, algo contestador e revolucionário na sua essência. Muito mais do que a tradução literal de um termo estrangeiro, é uma prática cotidiana para a igualdade.
  • 389480

    12,01 %

    Encarceramento Em Massa - Polen

    sinopse
    • Por que fazer um livro sobre encarceramento, sistema de Justiça Criminal punitivo e feminismo negro? Qual é o ponto de conexão entre estas pautas? Por que prisão, punição, superencarceramento interessa às mulheres, prioritariamente às mulheres negras? Pode parecer fora de lugar falar em racismo, machismo, capitalismo e estruturas de poder em um país que tem em seu imaginário a mestiçagem e a defesa como povo amistoso celebrada internacionalmente. Contudo, parece absolutamente pertinente refletir, escrever, falar e lutar nestas pautas quando os dados estatísticos nacionais provam o contrário do discurso comemorado e largamente difundido.
  • 389479

    12,01 %

    Racismo Estrutural - Polen

    sinopse
    • "Nos anos 1970, Kwame Turu e Charles Hamilton, no livro ""Black Power"", apresentaram pela primeira vez o conceito de racismo institucional: muito mais do que a ação de indivíduos com motivações pessoais, o racismo está infiltrado nas instituições e na cultura, gerando condições deficitárias a priori para boa parte da população. É a partir desse conceito que o autor Silvio Almeida apresenta dados estatísticos e discute como o racismo está na estrutura social, política e econômica da sociedade brasileira."
  • 386746

    12,0 %

    Raizes Das Desigualdades Regionais No Brasil - Alta Books

    sinopse
    • "Neste livro, o autor retorna ao tema das desigualdades regionais, já estudado por ele em sua obra de 2011, Desigualdades Regionais no Brasil. Faz isso após ter escrito um outro livro cujo objeto é o atraso do Brasil em relação aos países desenvolvidos, Roots of Brazilian Relative Economic Backwardness, publicado em 2016. Ou seja, ele traz para essa nova interpretação mais conhecimento e reflexão sobre a história econômica do Brasil e sobre o desenvolvimento econômico, além de uma nova visão de filosofia da história. O livro traz novas evidências empíricas para a hipótese de que as diferenças em capital humano entre as regiões são o determinante imediato das desigualdades regionais no Brasil. Especializações produtivas são irrelevantes para tal ? sendo elas, na verdade, consequências das causas enfatizadas aqui. Ele identifica também o determinante fundamental das desigualdades regionais nos conflitos entre classes e segmentos sociais e a forma concreta de sua evolução nas diversas regiões do país. Tanto no Nordeste como no Sul e no Sudeste, particularidades históricas resultaram em diferenças na evolução histórica que explicam a geração de disparidades tão acentuadas no nível médio de capital humano nas regiões. Apesar de trazer uma interpretação do atraso do Nordeste, o livro não se estende muito na elaboração de propostas de políticas regionais, apesar de o texto poder servir de lastro para a elaboração de políticas de desenvolvimento regional no Brasil. Obviamente, políticas diferenciadas de promoção da educação nas regiões pobres e menos ênfase em políticas setoriais, que dominaram as estratégias de desenvolvimento regional no Brasil nas últimas décadas, são conclusões óbvias das análises aqui encontradas. Neste livro, Alexandre Rands retoma sua reflexão sobre as raízes do atraso econômico do Nordeste. Em vez de atualizar seu livro anterior ? Desigualdades Regionais no Brasil, publicado em 2011 ? decidiu escrever um novo volume. O livro documenta que a teoria ortodoxa consegue explicar perfeitamente as diferenças de renda per capita entre as regiões. Em particular, demonstra que não há segmentação regional no mercado de trabalho brasileiro: trabalhadores com as mesmas características recebem a mesma remuneração em qualquer lugar do território nacional. Adicionalmente, Rands documenta que os diferenciais educacionais explicam quase que integralmente as diferenças de renda per capita entre as regiões. Ou seja, a tese furtadeana de que o atraso relativo do Nordeste se deve à ausência de industrialização e, portanto, à especialização setorial da economia nordestina e à inexistência dos efeitos de aglomeração produzida por essa especialização não se sustenta nos dados. O subdesenvolvimento do Nordeste do Brasil, e em qualquer lugar, parece ser algo embutido no homem. A superação do subdesenvolvimento requer atuar no homem. Educação pública de qualidade é a chave para entendermos o subdesenvolvimento do Nordeste em relação ao Sudeste
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    12,0 %

    Mafia Dos Mendigos, A - Record

    sinopse
    • Yago Martins passou um ano em pesquisa de campo como morador de rua em Fortaleza, no Ceará, tentando se misturar com os sem-teto. Foi essa autoetnografia que o levou a confirmar uma suspeita: enquanto muitos dirigentes de ONGs discursam pelos desvalidos em busca de dinheiro, e ministros religiosos discursam em busca de sucesso e realização, os pobres têm sido usados como tema de congressos, motivo de entrevistas e ilustração de sermões religiosos, mas não realmente ajudados. Os moradores de rua não são seres que sempre experimentaram circunstâncias extremas e que, por isso, se exilaram: eles já foram o que nós somos hoje; o que falta, muitas vezes, é encontrar quem verdadeiramente os note. Eles não precisam de alguém que dê comida e tire uma foto para as redes sociais, ou de ações públicas e privadas realizadas de cima para baixo, a partir de uma observação da realidade que presume saber do que precisam sem nunca lhes perguntar quais as suas reais necessidades. Em A máfia dos mendigos, Yago Martins apresenta argumentos ousados ? e até mesmo polêmicos ? para explicar algumas causas da alta incidência de mendicância no Brasil, com base em um ponto de vista do qual poucos partiram: o de quem passou pela experiência da vida nas ruas.
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    12,01 %

    Estado Policial - Como Sobreviver - Civilizacao Brasileira

    sinopse
  • 384260

    12,0 %

    Retorno A Condicao Operaria - Boitempo

    sinopse
    • Retorno à condição operária, de Stéphane Beaud e Michel Pialoux, é um clássico da sociologia do trabalho. A partir de uma profunda pesquisa sobre as transformações vividas pela classe operária a partir da década de 1980, os autores buscam compreender o processo que resultou na perda de expressão política do operariado. Trata-se de um retrato não só das estratégias patronais para dissuadir a organização coletiva, mas também do impacto de novas técnicas gerenciais que alteraram de maneira significativa o sentido de identidades no mundo do trabalho. O objeto de estudo de Beaud e Pialoux são as fábricas da montadora Peugeot, da região fabril de Sochaux-Montbéliard, na França. É a partir de uma imersão nesse local de pesquisa que os autores costuram uma ampla etnografia, avaliando desde aspectos históricos, conjunturais e sindicais até o mapa cultural do movimento, ampliando o escopo da sociologia do trabalho mais tradicional. A perda do prestígio simbólico da classe, a compressão dos espaços de socialização, a divisão geográfica do trabalho e as diferenciações geracionais e de gênero no conjunto dos trabalhadores são alguns dos muitos aspectos que ajudam a compreender a situação do universo operário hoje. O trajeto percorrido pelos autores retoma as consequências sociais e industriais desse desmonte, contribuindo para desfazer o mito de que a classe perdeu peso e importância na organização social, sobretudo para as análises acadêmicas e projetos políticos. Com isso, a obra propõe um retorno à condição operária como modo de compreender e transformar a sociedade. Nas palavras de Marco Santana, que assina a orelha desta edição, ?estão em tela questões tais como: as mudanças no mundo do trabalho e seus impactos para a vida da classe trabalhadora, as novas estratégias empresariais, o papel da escola e da família nesse novo contexto, os conflitos intergeracionais e os processos de desfiliação e delinquência que podem surgir desse mundo em mutação. Enfim, questões que hoje, dada a mundialização, estão postas, ainda que em graus diversos, em todas as partes do globo?. Retorno à condição operária, publicado no âmbito do Ano da França no Brasil, contou com o apoio do Ministério francês das Relações Exteriores e Europeias.? Trecho da obra Nessa nova configuração industrial, a amálgama social (gerações, qualificações), característica da grande fábrica fordista, tende a desaparecer em proveito de uma homogeneização social e profissional dos assalariados. Nessas unidades de produção cada vez mais especializadas, a ruptura entre gerações se acelera e a triagem seletiva permite, de um lado, afastar os operários ?não empregáveis? ou ?incômodos? (por exemplo, os que ainda se atrevem a falar de sindicato) e, de outro, manter apenas os que, acredita-se, são susceptíveis de curvar-se às novas exigências. Assim, os novos critérios adotados para contratar os jovens operários são a ?competência?, a ?adaptabilidade?, a ?reatividade? e o ?potencial?.
  • 383037

    12,0 %

    Pensamento Feminista Negro - Boitempo

    sinopse
    • Pensamento feminista negro, escrito pela socióloga Patricia Hill Collins em 1990, faz parte do cânone bibliográfico dos estudos de gênero e raça nos Estados Unidos. A autora mapeia os principais temas e ideias tratados por intelectuais e ativistas negras estadunidenses como Angela Davis, bell hooks, Alice Walker e Audre Lorde, e assim constrói um panorama do feminismo negro com referências de dentro e de fora da academia. Nesta obra intelectualmente rigorosa, Collins contempla tradições teóricas diversas, como a filosofia afrocêntrica, a teoria feminista, o pensamento social marxista, a teoria crítica e o pós-modernismo. E propõe importantes conceitos para compreender não apenas os mecanismos de opressão das mulheres negras, mas também como essas mulheres desenvolveram conhecimentos e estratégias para enfrentá-los. Sua escrita didática e de fácil compreensão faz de Pensamento feminista negro uma referência obrigatória tanto para especialistas quanto para leitoras e leitores leigos. A Boitempo lança esse marco dos estudos acadêmicos do feminismo negro, inédito em português, com um prefácio escrito pela autora especialmente para a edição brasileira. O texto de orelha é assinado por Nubia Regina Moreira e a quarta capa, por Djamila Ribeiro.
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    12,0 %

    Livro Do Feminismo, O - Compacto - Globo

    sinopse
    • Folhas para scrapbook, 3 unidades. dimensões: 30,5x30,5cm. Peso 180g.
  • 380696

    12,01 %

    Democracia Da Abolicao, A - Difel

    sinopse
    • Numa série de entrevistas dada logo após o escândalo do presídio de Abu Ghraib, Angela Y. Davis analisa como sistemas históricos de opressão tais quais a escravidão e o linchamento continuam a influenciar e solapar a democracia na atualidade. Davis se fundamenta na tese de W. E. B. Du Bois, segundo a qual, quando os negros se tornaram livres da escravidão nos Estados Unidos, a eles foram negados os direitos plenos de outros cidadãos. Somado a isso, o sistema carcerário norte-americano (que hoje conta com a maior população carcerária do mundo) atua de forma a manter o domínio e o controle sobre populações inteiras. Davis investiga a noção de ?democracia da abolição? como a democracia por vir, um conjunto de relações sociais livres da opressão e da injustiça.
  • 379911

    12,01 %

    Armadilha Da Identidade - Veneta

    sinopse
    • Desafiando a maneira como entendemos a história da luta antirracista, este livro enfrenta a uma discussão central na política contemporânea. Qual fator é mais importante: classe ou raça? Para demolir o impasse gerado por tal polêmica, Asad Haider recorre ao rico legado da luta contra o racismo nos Estados Unidos. E, baseando-se nas palavras e ações dos teóricos revolucionários negros, argumenta que a política de identidade não é sinônimo de luta antirracista, mas, ao contrário, equivale à neutralização de seus movimentos. É a partir de Malcolm X, dos Panteras Negras e de vários outros pensadores revolucionários que Haider sustenta a urgência da solidariedade e da luta coletiva contra uma estrutura social opressiva. Para o jornal inglês The Guardian, este é o melhor livro já escrito sobre o identitarismo: ?é fascinante. Haider se move com destreza em terrenos difíceis. Sua escrita é precisa e instigante. Seu marxismo não é um mausoléu, mas uma coisa viva que respira, e realiza o que Lênin chamou de ?análise concreta da situação concreta?, fiel ao método do materialismo histórico, embora flexível diante de uma realidade social fluida. E ele escreve tanto como um militante quanto como um teórico, alguém que acredita que a teoria é parte integrante da luta política e que o rigor teórico é uma ferramenta política?S
  • 377653

    12,01 %

    Interseccionalidade - Polen

    sinopse
    • A intenção da coleção Feminismos Plurais é trazer para o grande público questões importantes referentes aos mais diversos feminismos de forma didática e acessível. Neste volume, a autora Carla Akotirene discute o conceito de interseccionalidade como forma de abarcar as interseções a que está submetida uma pessoa, em especial a mulher negra. O termo define um posicionamento do feminismo negro frente às opressões da nossa sociedade cisheteropatriarcal branca, desfazendo a ideia de um feminismo global e hegemônico como diretriz única para definir as pautas de luta e resistência.
  • 373973

    12,0 %

    Feminismo Para Os 99 - Um Manifesto - Boitempo

    sinopse
    • Moradia inacessível, salários precários, saúde pública, mudanças climáticas não são temas comuns no debate público feminista. Mas não seriam essas as questões que mais afetam a esmagadora maioria das mulheres em todo o mundo? Inspiradas pela erupção global de uma nova primavera feminista, Cinzia Arruzza, Tithi Bhattacharya e Nancy Fraser, organizadoras da Greve Internacional das Mulheres (Dia sem mulher), lançam um manifesto potente sobre a necessidade de um feminismo anticapitalista, antirracista, antiLGBTfóbico e indissociável da perspectiva ecológica do bem viver. Feminismo para os 99% é sobre um feminismo urgente, que não se contenta com a representatividade das mulheres nos altos escalões das corporações. O Manifesto feminista faz parte de um movimento global e será lançado no 8 de Março de 2019 em diversos países, como Itália, França, Espanha, Estados Unidos, Inglaterra, Argentina e Suécia. A edição brasileira conta com a participação de Talíria Petrone, deputada federal e militante feminista negra, que assina o prefácio, e Joênia Wapichana, primeira mulher indígena a ser eleita deputada federal, advogada, militante das causas indígenas e dos direitos humanos, no texto de orelha.
  • 371112

    12,0 %

    Arquitetura Da Personalidade, A - Aut Paranaense

    sinopse
    • A arquitetura da personalidade propõe-se a subsidiar respostas para alguns questionamentos do indivíduo na busca do autoconhecimento: o que diz a mente, o cérebro e o corpo? Que mensagens estão por trás de minhas doenças? O que causa os sentimentos de ansiedade, desconfiança e angústia injustificáveis por pessoas, assuntos ou lugares?
  • 370171

    7,0 %

    Mulheres Na Luta - Seguinte

    sinopse
    • O movimento feminista em quadrinhos, para jovens e adultos. Há 150 anos, a vida das mulheres era muito diferente: elas não podiam tomar decisões sobre seu corpo, votar ou ganhar o próprio dinheiro. Quando nasciam, os pais estavam no comando, depois, os maridos. O cenário só começou a mudar quando elas passaram a se organizar e a lutar por liberdade e igualdade. Neste livro, Marta Breen e Jenny Jordahl destacam batalhas históricas das mulheres ? pelo direito à educação, pela participação na política, pelo uso de contraceptivos, por igualdade no mercado de trabalho, entre várias outras ?, relacionando-as a diversos movimentos sociais. O resultado é um rico panorama da luta feminista, que mostra o avanço que já foi feito ? e tudo o que ainda precisamos conquistar.
  • 365429

    12,01 %

    Feminismo E Para Todo Mundo, O - Rosa Dos Tempos

    sinopse
    • ACOMPANHA POSTER NA PRE VENDA "O feminismo sob a visão de uma das mais importantes feministas negras da atualidade. Eleita uma das principais intelectuais norte-americanas, pela revista Atlantic Monthly, e uma das 100 Pessoas Visionárias que Podem Mudar Sua Vida, pela revista Utne Reader, a aclamada feminista negra bell hooks nos apresenta, nesta acessível cartilha, a natureza do feminismo e seu compromisso contra sexismo, exploração sexista e qualquer forma de opressão. Com peculiar clareza e franqueza, hooks incentiva leitores a descobrir como o feminismo pode tocar e mudar, para melhor, a vida de todo mundo. Homens, mulheres, crianças, pessoas de todos os gêneros, jovens e adultos: todos podem educar e ser educados para o feminismo. Apenas assim poderemos construir uma sociedade com mais amor e justiça. O livro apresenta uma visão original sobre políticas feministas, direitos reprodutivos, beleza, luta de classes feminista, feminismo global, trabalho, raça e gênero e o fim da violência. Além disso, esclarece sobre temas como educação feminista para uma consciência crítica, masculinidade feminista, maternagem e paternagem feministas, casamento e companheirismo libertadores, política sexual feminista, lesbianidade e feminismo, amor feminista, espiritualidade feminista e o feminismo visionário. "
  • 360696

    12,0 %

    Nos E A Escola - Agonias E Alegrias - Vozes

    sinopse
    • Em 2014 completei quatro décadas de docência e lancei este livro com o título Pensatas pedagógicas, quando quis ?comemorar-me? revigorando quarenta reflexões (contando a chegada e a partida), para ajudar a cogitar um pouco mais sobre várias das nossas agonias e muitas das nossas alegrias. Agora, em 2018, para uma nova edição mais ampliada (como eu!) e com capa reformulada, acrescentei mais quatro pensatas e resolvi inverter a ordem no título, preferindo Nós e a escola: agonias e alegrias.
  • 358926

    12,01 %

    Estarao As Prisoes Obsoletas - Difel

    sinopse
    • Desde os anos 1980, a construção de prisões e a taxa de encarceramento nos Estados Unidos têm crescido exponencialmente, originando uma grade inquietação do público sobre a proliferação, privatização e a promessa de grandes lucros a partir do sistema carcerário. No entanto, essas prisões abrigam quantidades desproporcionais de minorias étnicas, deixando entrever o racismo entranhado no sistema. Neste livro, a renomada ativista Angela Davis expõe com clareza a situação e nos pede uma reflexão radical, em busca de alternativas aos atuais programas de reabilitação. Com esta última grande abolição da vida norte-americana, pode-se finalmente começar a desmantelar essas estruturas que condenam tantos a uma vida de miséria e sofrimento.
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    Empodere Se - Benvira

    sinopse
    • "Mulheres que têm vergonha do próprio corpo ou de dizer o que pensam. Mulheres que dizem ?sim? por medo de dizer ?não?. Mulheres que se comparam com outras o tempo todo e não conseguem enxergar o próprio valor. Mulheres que se cobram demais e pensam que deveriam dar conta de tudo. Você se identificou com alguma dessas situações? Se sim, fique tranquila: você não é a única. Todas nós enfrentamos problemas de culpa e de falta de autoconfiança em algum momento, sobretudo por conta do que a sociedade ensina às mulheres há séculos. Mas está mais do que na hora de mudar essa realidade ? e é por isso que o empoderamento feminino é tão importante na nossa vida. Em Empodere-se, a radialista e influenciadora Maynara Fanucci lança 100 desafios que abordam questões femininas essenciais nos dias de hoje ? desde insegurança a problemas com relacionamentos abusivos e com a autoimagem corporal. Baseada no famoso ?Desafio dos 100 dias? que a autora lançou em seu perfil empodere duas mulheres, a obra motiva as mulheres a acreditar mais em si mesmas e na enorme força que têm dentro de si. A ideia é que, ao incorporarmos atitudes simples em nosso dia a dia, poderemos gerar uma revolução, construindo um mundo melhor e mais igualitário para todas nós.".
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    Pos F - Leya

    sinopse
    • Em sua primeira obra de não ficção, Fernanda Young se insere no acalorado debate sobre o que significa ser homem e ser mulher hoje. Em textos autobiográficos, ela se revela como uma das tantas personagens femininas às quais deu voz, sempre independentes e a quem a inadequação é um sentimento intrínseco. E esse constante deslocamento faz com que Fernanda seja capaz de observar o feminino e o masculino em todas as suas potencialidades. É daí que surge o Pós-F, pós-feminismo e pós-Fernanda, um relato sincero sobre uma vida livre de estigmas calcada na sobrevivência definitiva do amor, no respeito inquestionável ao outro e na sustentação do próprio desejo. No livro, que é ilustrado com desenhos da autora, Fernanda oferece sua visão de mundo na tentativa de superar polarizações e construir algo maior, em que caibam todos os gêneros.
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    Clube Da Luta Feminista - Fabrica 231

    sinopse
    • Contratada para assumir a recém-criada editoria de gênero do The New York Times, a jornalista Jessica Benett constrói um guia incisivo e irônico de como sobreviver ao sexismo no ambiente de trabalho em Clube da luta feminista. Mesclando experiências pessoais e de outras mulheres e conselhos nada politicamente corretos com pesquisas e estatísticas sérias, Bennett oferece dicas valiosas e bem-humoradas para a mulher enfrentar o machismo na sociedade atual e combater o terreno minado e muitas vezes sutil do preconceito no ambiente corporativo. Com projeto gráfico moderno, repleto de ilustrações e esquemas divertidos, o livro fala tanto dos desafios externos enfrentados pelas mulheres cotidianamente, quanto dos comportamentos arraigados e autossabotadores delas próprias no dia a dia do escritório, sempre num tom informal e sarcástico.

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