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    +VENDIDOS

    15,02 %

    O Diálogo Possível

    sinopse
    • "Francisco Bosco é um tipo raro de intelectual. Sua formação é ampla, como a dos melhores ensaístas. Neste livro, os traços que o notabilizaram em obras anteriores aparecem em sua potência máxima. O tema escolhido não é trivial: simplesmente a encrenca em que o Brasil se meteu nos últimos tempos, que desaguou na eleição de um presidente avesso à democracia e na devastação do debate público, transformando adversários em inimigos e a arena de ideias num ringue de mentecaptos. O ponto de partida é uma ""limpeza da situação verbal"": Bosco recorre à melhor literatura política e econômica para desbastar o terreno e restituir complexidade às noções de liberalismo, socialismo, comunismo, identitarismo, entre tantas outras que se esvaziaram nas redes digitais. O autor identifica duas fraturas na identidade brasileira: a cultura popular e a democracia. Esses dois pilares da autoimagem nacional foram rachados nos últimos tempos, deixando um rastro de ressentimento e violência. O caminho que conduz ao diálogo parte desse diagnóstico trágico, mas decisivo para restaurar a possibilidade do debate. O diálogo possível é um convite para que sentem à mesma mesa os que estão dispostos a discutir saídas para o país."
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    15,04 %

    Brasil Dos Humilhados

    sinopse
    • Neste livro, Jessé Souza demonstra com clareza nosso real lugar no mundo e apresenta a importância de compreender como nossa elite intelectual, submissa à elite do dinheiro, construiu uma imagem distorcida do Brasil disfarçando todo tipo de privilégio injusto. Em um texto elucidativo e de fácil leitura, Brasil dos humilhados descortina as bases elitistas do pensamento social brasileiro dominante que culpa o povo, supostamente inferior e corrupto, pelo seu próprio abandono. Além disso, expõe como as elites econômicas e políticas se apropriam dessa ?inteligência? para aumentar seus domínios sobre a população e dinamizar seus ganhos. Sabemos que é difícil explicar o Brasil, país de extensas riquezas e de sociedade abissalmente desigual. Quando recorremos às respostas oferecidas pela ciência social brasileira desde 1930, lidamos com visões hegemônicas sobre nós mesmos que são usadas pela elite e sua imprensa para nos descrever como mais desonestos, mais feios e mais burros que os habitantes do Norte global, como se estivéssemos amaldiçoados a reproduzir tipos sociais inconfiáveis. Essa visão provinciana e depreciativa do povo brasileiro foi determinada pelas ideias dos intérpretes mais importantes do país, como Sérgio Buarque de Holanda, e trazida até a atualidade por outros pensadores fundamentais, como Raymundo Faoro e Roberto DaMatta, influenciando a maior parte da inteligência nacional até hoje. Com a legitimação científica, a ?tolice da inteligência brasileira? expressão irônica de Jessé Souza para se referir a essas leituras enviesadas do nosso pensamento social, se alastrou por toda a sociedade: das elites industriais, financistas e da mídia aos partidos políticos, da direita à esquerda. Isso fez com que estigmas sobre a suposta corrupção do povo, a miséria criada por culpa própria e a preguiça se somassem, criando uma autoimagem do Brasil como nação sem futuro e da percepção dos brasileiros como seres desprovidos de virtudes. ?O sociólogo Jessé Souza questiona as bases do pensamento nacional. ? -El País ?A tese central deste livro de Jessé Souza é que tamanha ?violência simbólica? só é possível pelo sequestro da ?inteligência brasileira? para o serviço não da imensa maioria da população, mas sim do 1% mais rico. Isso que possibilita a justificação, por exemplo, de que os problemas brasileiros não vêm da extraordinária concentração de riqueza, mas sim da ?corrupção do Estado?, levando a uma falsa oposição entre Estado demonizado e mercado virtuoso - Fernando Nogueira da Costa. O cerne da contribuição de Jessé Souza reside na tentativa de mostrar que as sociedades modernas ?centrais? e ?periféricas? não são tão distintas como parecem - Alexandre de Freitas Barbosa. Para o entendimento das práticas artísticas e literárias em um país de tão marcante desigualdade (...), as várias originais contribuições de Jessé Souza são capazes de produzir ecos estridentes - Gabriel Estides Delgado.
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    15,02 %

    A Libertadora

    sinopse
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    15,04 %

    O Pacto Da Branquitude

    sinopse
    • Neste livro poderoso, Cida Bento, eleita em 2015 pela The Economist uma das cinquenta pessoas mais influentes do mundo no campo da diversidade, denuncia e questiona a universalidade da branquitude e suas consequências nocivas para qualquer alteração substantiva na hierarquia das relações sociais. Diante de dezenas de recusas em processos seletivos, Cida Bento identificou um padrão: por mais qualificada que fosse, ela nunca era a escolhida para as vagas. O mesmo ocorria com seus irmãos, que, como ela, também tinham ensino superior completo. Por outro lado, pessoas brancas com currículos equivalentes, quando não inferiores, eram contratadas. Em suas pesquisas de mestrado e doutorado, a autora se dedicou a investigar esse modelo, que se repetia nas mais diversas esferas corporativas, e a desmistificar a falácia do discurso meritocrático. O que encontrou foi um acordo não verbalizado de autopreservação, que atende a interesses de determinados grupos e perpetua o poder de pessoas brancas. A esse fenômeno, Cida Bento deu o nome de "pacto narcísico da branquitude". Neste livro, a cofundadora do Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (Ceert) reúne sua experiência para apresentar evidências desse acordo tácito e nos convidar a deslocar nosso olhar para aqueles que, a fim de se manter no centro, impelem todos os outros à margem.
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    19,03 %

    Cuidar Uns Dos Outros

    sinopse
    • Uma reflexão urgente sobre como contribuir para a evolução da sociedade Todos os dias, mesmo sem nos darmos conta, participamos do contrato social ao cumprir obrigações como cidadãos. Cuidar de outras pessoas, pagar impostos e usufruir de serviços públicos são elementos do contrato social que nos sustenta e nos une. Atualmente, contudo, o contrato está partido. A mudança nas tecnologias, os novos modelos de trabalho, o envelhecimento populacional e as alterações climáticas nos desafiam a rever nossos deveres enquanto sociedade. Em Cuidar uns dos outros, a economista Minouche Shafik nos conduz em um passeio pelos estágios da experiência humana - criar filhos, estudar, adoecer, trabalhar, envelhecer - e assim nos mostra como a reorganização social é possível. A partir de exemplos do mundo todo, a autora demonstra que os países podem oferecer a seus cidadãos o mínimo necessário para que tenham uma vida digna. Mas, acima de tudo, o que se evidencia é que precisamos passar a cuidar uns dos outros. Uma sociedade mais generosa e inclusiva compartilha os riscos coletivamente, de forma que todos contribuam ao máximo. Neste livro, Shafik identifica os elementos-chave para um contrato social mais humanitário, que reconhece nossas interdependências, investe mais nas pessoas e, em troca, espera um retorno maior dos indivíduos. Com argumentos sólidos, Cuidar uns dos outros nos faz pensar em soluções práticas para desafios atuais e nos indica como podemos construir uma sociedade melhor - juntos.
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    14,94 %

    Naufragio Das Civilizacoes, O - Vestigio

    sinopse
    • "Autor do best-seller As Cruzadas vistas pelos árabes revisita o século XX e demonstra, neste livro altamente oportuno, como as civilizações se lançaram à deriva e se encontram, agora, diante de um iminente naufrágio. Os Estados Unidos, embora continuem sendo a única superpotência, estão perdendo toda a autoridade moral. A Europa, que ofereceu aos seus povos e ao resto da humanidade o projeto mais ambicioso e reconfortante do nosso tempo - a União Europeia -, está desmoronando. O mundo árabe-muçulmano mergulha numa crise profunda, agravada por um islamismo cada vez mais radical. As tensões identitárias, em grande parte fomentadas pelas ondas nacionalistas, nunca foram tão exacerbadas. Grandes nações ""emergentes"" ou ""renascidas"", como a China, a Índia e a Rússia, irrompem no palco mundial numa atmosfera nociva, na qual reina a lei do mais forte e do cada um por si. Sem falar das graves ameaças, intensificadas pela aventura ultraliberalista, que pesam sobre o planeta (devastação do meio ambiente, abismo social, pandemias) e só podem ser enfrentadas por meio da cooperação global. Neste livro abrangente e poderoso, Maalouf atua como espectador e escritor comprometido, às vezes recontando eventos importantes dos quais foi uma das raras testemunhas oculares, destacando-se então como historiador acima da própria experiência. Por mais de meio século, o autor observou o mundo, viajando pelos seus quatro cantos. Estava em Saigon no final da Guerra do Vietnã, em Teerã durante o advento da República Islâmica do Irã, viajou com o entourage que repatriou o aiatolá Khomeini após seu exílio e estava em Nova York quando as Torres Gêmeas vieram abaixo - evento após o qual o mundo não seria o mesmo. O livro contém um posfácio especial à edição brasileira, com as últimas reflexões do autor sobre a pandemia de Covid-19."
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    15,05 %

    Nietzsche E As Mulheres

    sinopse
    • As reflexões de Nietzsche sobre as mulheres não têm um lugar marginal em sua obra, elas não se reduzem a preferências pessoais e, menos ainda, a desvios eventuais. Ao contrário, inscrevem-se em sua empresa filosófica. Por essa razão, é preciso relacioná-las com temas centrais do seu pensamento, como o perspectivismo e o experimentalismo, a crítica da metafísica e a luta contra o dogmatismo, a psicologia e a tipologia, os espíritos livres e os filósofos do futuro, a vontade de verdade e a ideia de interpretação, o conceito de vontade de potência e a noção de força, o eterno retorno do mesmo e o amor fati, as ?ideias modernas? e a décadence. Com isso, evita-se o risco de lançar sobre os textos do filósofo um olhar obnubilado pela defesa ou pela recusa das posições feministas. Não se trata de fazer uma leitura literal e anacrônica dos seus escritos, que acabaria por tachá-lo de misógino, nem é o caso, sem uma avaliação prévia de suas proposições, de deixar-se levar por um discurso apologético que faria dele cúmplice do feminismo.
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    18,06 %

    Guia Prático Antimachismo

    sinopse
    • ?Ruth Manus coloca o dedo na ferida e fala da necessidade de ser antimachista, algo que pode salvar mulheres e homens de uma cultura tóxica. A luta contra a violência patriarcal é um projeto refinado de humanismo e interessa a todas, todos e, claro.... todes.? ? Leandro Karnal Ruth Manus é autora de outros sete livros, entre eles Um dia ainda vamos rir de tudo isso. Com seu estilo franco e certeiro, Ruth Manus mostra que expandir a conversa sobre o machismo, convidando para o papo as pessoas que ainda não têm familiaridade com o assunto, é mais do que necessário: é urgente. Deixando claro que um livro contra o machismo não é um livro contra os homens, que não são só os homens que têm atitudes machistas e que reconhecer o próprio machismo ? e lutar contra ele ? é um ato de coragem, Ruth nos guia no caminho da conscientização e nos convida a mudar comportamentos, discursos e, em última instância, o próprio mundo. Um livro curto, prático e aplicável, que não pretende esgotar o assunto, e sim atuar como introdução ao debate. Voltado não só para quem quer entender melhor os tempos que estamos vivendo, mas também para quem deseja contribuir ativamente para uma sociedade mais justa.
  • 450436

    15,04 %

    Guia De Bolso Contra Mentiras Feministas

    sinopse
    • As mulheres sempre foram oprimidas e os homens, privilegiados? Toda grande escritora do passado era feminista? Na Idade Média as mulheres eram infelizes? Antes do feminismo, as mulheres não podiam governar, nem trabalhar, nem estudar e nem votar? O feminismo é necessário e representa todas as mulheres? O aborto e o divórcio são conquistas feministas? A teoria de gênero e a linguagem neutra vieram para acabar com os preconceitos e as discriminações?Para analisar estes e outros mitos propagados há décadas pelo movimento feminista, Ana Campagnolo reuniu um time de especialistas: Ana Derosa, Catharine Caldeira, Chris Tonietto, Cristiane Corrêa, David Amato, Fernando Pestana, Isaque de Miranda, Lara Brenner, Marlon Derosa, Natália Sulman e Ricardo da CostaNão deveria ser permitido a mulher nenhuma ficar em casa criando seus filhos. As mulheres não deveriam ter essa escolha, justamente porque, enquanto a tiverem, muitas vão optar por ela. - Simone de BeauvoirEra mais fácil para mim começar o movimento das mulheres do que mudar a minha própria vida. - Betty FriedanVocê não vale nada como feminista se não admite a glória dos homens. - Camille PagliaSe as mulheres acham que são vítimas - eu não acho, mas vamos supor que as mulheres tenham sido injustiçadas -, que não pratiquem então aquilo mesmo que dizem que foi feito contra elas.
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    15,97 %

    China

    sinopse
    • "Escrito para o público geral, o livro China: o socialismo do século XXI é um meticuloso trabalho teórico e estatístico de Elias Jabbour e Alberto Gabriele. A obra analisa a República Popular da China, gigante que se tornou, nas últimas duas décadas, a locomotiva do sistema econômico mundial. Afinal, o que é o socialismo chinês? É possível afirmar que difere do capitalismo tal qual o conhecemos até aqui, embora ainda seja prematuro defini-lo como alternativa consolidada. Com uma postura crítica, os autores não desconsideram a complexidade da China e fogem de preconceitos ideológicos como enquadrar o país como mais um fracasso socialista ou, na via oposta, como um paraíso do comunismo realizado. Oferecem ao leitor uma abordagem materialista, que analisa a peculiaridade das relações de propriedade e das ferramentas de planejamento/projetamento vigentes no país. Tudo isso para apontar seu papel crucial como alternativa realista à anarquia do capital. A obra apresenta um país que conseguiu, durante décadas, alcançar uma das taxas de crescimentos mais estáveis da história, passando de um dos mais pobres do mundo a segunda economia do planeta e que possui vasta base industrial e científica, sem ignorar que o sistema socioeconômico chinês também carrega contradições sérias que precisam ser analisadas e criticadas. Silvio Almeida, que assina a quarta capa, afirma que ""o livro de Elias Jabbour e Alberto Gabriele é um trabalho corajoso. E aqui não se trata de exaltar um aspecto moral, externo à obra. A coragem a que me refiro é um atributo essencial às grandes empreitadas intelectuais que objetivam iniciar um debate público e orientado pela ciência em torno de temas fundamentais. É com esse propósito que os autores enfrentam o desafio de analisar a formação econômico-social da China e os sentidos do socialismo. É um livro que tende a tornar-se ponto incontornável nas discussões sobre as singularidades da economia chinesa e, por consequência, das possibilidades de ressignificação do socialismo". Já Luiz Gonzaga Belluzzo escreve "este livro, magnificamente organizado e escrito por Elias Jabbour e Alberto Gabriele, gratificará o leitor com os sabores incomparáveis da aventura intelectual. Na vida do conhecimento e da compreensão da sociedade e da economia devemos sempre almejar à desconstrução do estabelecido e buscar os desafios do novo que nasce do movimento dos homens e de suas relações. É isso o que nos oferecem Jabbour e Gabriele. A aventura dos autores empenha-se em descobrir no socialismo da China a construção de uma nova formação econômica e social que instiga a perplexidade dos conformistas que não se cansam de indagar: Capitalismo de Estado ou Socialismo de Mercado?""
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    20,04 %

    Por Uma Outra Globalizacao

    sinopse
    • Agora em nova edição, com prefácio de Itamar Vieira Júnior, Por uma outra globalização trata da globalização como fábula e como perversidade. Por uma outra globalização se propõe a ser uma reflexão independente sobre o nosso tempo, sobre os seus fundamentos materiais e políticos, e uma vontade de explicar os problemas e dores do mundo atual. Mas, apesar das dificuldades da era presente, quer também ser uma mensagem portadora de razões objetivas para prosseguir vivendo e lutando.Deixando de lado as "listagens copiosas de citações" que em geral caracterizam livros que se propõem a estudar as questões da sociedade, Milton Santos direciona este livro ao leitor comum, que dispensa a obrigação cerimonial das referências.A atualidade do livro, publicado pela primeira vez em 2000, se faz presente a todo momento. Um exemplo extraído da introdução do autor: "A ênfase central vem da convicção do papel da ideologia na produção, disseminação, reprodução e manutenção da globalização atual. Esse papel é, também, uma novidade do nosso tempo. Daí a necessidade de analisar seus princípios fundamentais, apontando suas linhas de fraqueza e de força. Nossa insistência sobre o papel da ideologia deriva da nossa convicção de que, diante dos mesmos materiais atualmente existentes, tanto é possível continuar a fazer do planeta um inferno, conforme no Brasil estamos assistindo, como também é viável realizar o seu contrário. Daí a relevância da política, isto é, da arte de pensar as mudanças e de criar as condições para torná-las efetivas. Aliás, as transformações que a história ultimamente vem mostrando permitem entrever a emergência de situações mais promissoras. Podem objetar-nos que a nossa crença na mudança do homem é injustificada. E se o que estiver mudando for o mundo?" Para Milton Santos, a mudança histórica provirá de um movimento de baixo para cima, tendo como atores principais os países subdesenvolvidos e não os países ricos, os deserdados e os pobres e não os opulentos, o indivíduo liberado, partícipe das novas massas e não o homem acorrentado, o pensamento livre e não o discurso único. A globalização atual não será irreversível e a história universal está apenas começando. "[Este livro] é uma cadeia de reflexões que nos convida a considerar a possibilidade de um novo mundo. Juntos, podemos elaborar um sentimento que eu nomeio de esperança engajada. É o sentimento que se encontra no próprio título desta obra. A outra globalização que Milton Santos evoca é uma globalização humana a ser realizada neste período popular da história. As bases técnicas poderão estar a serviço dos fundamentos sociais e políticos de todos, e não apenas a serviço das grandes corporações. Só assim poderemos fundar uma nova história, baseada numa rede de reciprocidade horizontal que conhecemos como solidariedade. Uma globalização onde as filosofias e pensamentos autóctones não serão sufocados pelo racionalismo capitalista global." - Itamar Vieira Júnior, no prefácio à nova edição.
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    15,99 %

    Marxismo Americano

    sinopse
    • Nesta obra, Levin explica como os elementos centrais do marxismo estão difundidos na sociedade e na cultura - desde as escolas, imprensa e corporações até o cinema, programas de entretenimento, Hollywood e a presidência de Biden - e como é, muitas vezes, disfarçado em rótulos enganosos como "progressismo", "socialismo democrático", "ativismo social" entre outros para parecer algo bom, quando na verdade não passa de uma ideologia para privar a liberdade individual.
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    20,0 %

    Lawfare

    sinopse
    • "O termo "lawfare" conquistou o debate público na Europa e na América Latina desde que os advogados Cristiano Zanin Martins e Valeska Teixeira Zanin Martins, em entrevista concedida no 10 de outubro de 2016, dele se valeram para explicar o caso Lula. Seu conceito, porém, tem sido frequentemente confundido com outros tópicos consagrados como a judicialização da política ou o estado de exceção. Agora, após anos de experiência e de reflexão teórica sobre o tema, os ilustres advogados Cristiano Zanin Martins e Valeska Teixeira Zanin Martins se unem ao Prof. Rafael Valim para oferecer ao público brasileiro uma obra que, mediante a análise do lawfare militar, político, comercial e geopolítico, abre um extraordinário campo de reflexões sobre o Direito, a economia e a política contemporâneos. Em resumo, um livro que já nasce clássico."
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    15,04 %

    Quem Tem Medo Do Feminismo Negro - Cia Das Letras

    sinopse
    • Um livro essencial e urgente, pois enquanto mulheres negras seguirem sendo alvo de constantes ataques, a humanidade toda corre perigo.Quem tem medo do feminismo negro? reúne um longo ensaio autobiográfico inédito e uma seleção de artigos publicados por Djamila Ribeiro no blog da revista Carta Capital , entre 2014 e 2017. No texto de abertura, a filósofa e militante recupera memórias de seus anos de infância e adolescência para discutir o que chama de "silenciamento", processo de apagamento da personalidade por que passou e que é um dos muitos resultados perniciosos da discriminação. Foi apenas no final da adolescência, ao trabalhar na Casa de Cultura da Mulher Negra, que Djamila entrou em contato com autoras que a fizeram ter orgulho de suas raízes e não mais querer se manter invisível. Desde então, o diálogo com autoras como Chimamanda Ngozi Adichie, bell hooks, Sueli Carneiro, Alice Walker, Toni Morrison e Conceição Evaristo é uma constante. Muitos textos reagem a situações do cotidiano - o aumento da intolerância às religiões de matriz africana; os ataques a celebridades como Maju ou Serena Williams - a partir das quais Djamila destrincha conceitos como empoderamento feminino ou interseccionalidade. Ela também aborda temas como os limites da mobilização nas redes sociais, as políticas de cotas raciais e as origens do feminismo negro nos Estados Unidos e no Brasil, além de discutir a obra de autoras de referência para o feminismo, como Simone de Beauvoir.
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    14,0 %

    Mulheres Raca E Classe - Boitempo

    sinopse
    • Mais importante obra de Angela Davis, "Mulheres, raça e classe" traça um poderoso panorama histórico e crítico das imbricações entre a luta anticapitalista, a luta feminista, a luta antirracista e a luta antiescravagista, passando pelos dilemas contemporâneos da mulher. O livro é considerado um clássico sobre a interseccionalidade de gênero, raça e classe. A perspectiva adotada por Davis realça o mérito do livro: desloca olhares viciados sobre o tema em tela e atribui centralidade ao papel das mulheres negras na luta contra as explorações que se perpetuam no presente, reelaborando-se. O reexame operado pela escrita dessa ativista mundialmente conhecida é indispensável para a compreensão da realidade do nosso país, pois reforça a práxis do feminismo negro brasileiro, segundo o qual a inobservância do lugar das mulheres negras nas ideias e projetos que pensaram e pensam o Brasil vem adiando diagnósticos mais precisos sobre desigualdade, discriminação, pobreza, entre outras variáveis. Grande parte da nossa tradição teórica e política (Gilberto Freyre e Sérgio Buarque de Holanda, para ficarmos em poucos exemplos) insiste em confinar as questões aqui tratadas por Davis na esfera privada, como se apenas desta proviesse sua solução. A iniciativa da Boitempo de traduzir esta obra, ainda não publicada no Brasil, desponta como uma inestimável contribuição para disseminar as ideias imprescindíveis de Angela Davis (sabemos o quanto ela vem sendo estudada e difundida pelo feminismo negro e por setores da academia) e oferecer, assim, angulações e perspectivas pouco ou nada exploradas pelos empreendimentos voltados à compreensão da nossa intrincada realidade. Como aconselha Bobbio, para não sermos induzidos a crer que a história, a cada ciclo, recomeça do zero, é preciso ter paciência e saber escutar as lições dos clássicos. Em tempos sombrios, esse conselho soa como urgência política.
  • 459773

    PRÉ-VENDA

    Uma História Das Emoções Humanas

    sinopse
    • Certas emoções moldaram a história humana e atuaram como força motriz para importantes transformações sociais. Uma história das emoções humanas explora como a experiência e a compreensão das emoções evoluíram conosco, formando o mundo que conhecemos hoje. Nós, humanos, gostamos de acreditar que, como espécie, somos criaturas que evoluíram tendo como base a nossa racionalidade. Contudo, muitos dos momentos mais importantes da nossa história pouco tiveram a ver com fatos concretos e inquestionáveis. Nossos sentimentos se revelaram poderosos ao longo da história. Acontecimentos como a origem da filosofia, o nascimento das principais religiões, a Revolução Científica e algumas das piores guerras têm como força propulsora nossas emoções.Em Uma história das emoções humanas, o especialista e pesquisador do tema Richard Firth-Godbehere destrincha a história das emoções. Amparado pela psicologia, neurociência, filosofia, arte e teologia, ele nos leva a um fascinante e amplo passeio pelo mundo ao longo do tempo ? da Grécia Antiga à Gâmbia, Japão, Império Otomano, Estados Unidos e além.Algumas sensações, como desejo, repulsa, amor, medo e, às vezes, raiva pareceram dominar as culturas, e são capazes de levar as pessoas a transformar tudo. De que maneira nossa percepção diante desses sentimentos mudou ao longo da história? De onde eles vêm e como devem ser expressos e controlados? Prepare-se para embarcar nessa surpreendente jornada de descoberta. Uma história das emoções humanas é uma narrativa sobre as emoções humanas em toda a sua complexidade, assombro e diversidade. E, ao fim, você não pensará nelas da mesma maneira. ?Bem escrito e bem-embasado, [este livro] faz uma viagem ao redor do mundo. Quem se interessa pela história das emoções encontrará nesta obra um bom lugar para começar.? - Publishers Weekly?[Uma história das emoções humanas] Lança um olhar fascinante sobre as maneiras profundas em que o aproveitamento das emoções humanas tem moldado a história e a cultura mundial. Nos faz abrir os olhos e refletir!? - Gina Rippon, autora de Gênero e os nossos cérebros?As emoções são uma parte muito maior da experiência de ser humano do que a maioria das pessoas poderia imaginar. Se você busca saber mais em relação às emoções e como chegamos ao nosso atual entendimento sobre elas, este livro é exatamente o que você precisa.? - Dean Burnett, autor de O cérebro que não sabia de nada
  • 459340

    PRÉ-VENDA

    As Viagens De Simba Jasíri

    sinopse
    • Uma história de coragem e luta em novo livro infantil de Nei Lopes No ano em que comemora 80 anos, autor lança obra infanto-juvenil pela Globinho Simba Jasíri, viajante do país de Zanje, tinha doze anos quando foi capturado com todo seu povo. Lutou com tanta força pela liberdade que ganhou o apelido de ?leão corajoso?. Caminhou muitos dias, descobriu novas paisagens e viu o mar pela primeira vez. No trajeto, foi separado de sua família, como sempre ocorria com quem era escravizado, e, depois de se ver preso pelos guardas do sultão, foi vendido e passou a trabalhar como estivador em um navio. Quando teve a chance de desbravar os sete mares, aos poucos foi descobrindo o paradeiro de seus pais e sua irmã. Com muita bravura, Simba tenta reunir sua família novamente. Neste relato da diáspora dos povos do continente africano, o escritor e pesquisador Nei Lopes conta uma história de coragem e luta, enquanto nos ensina sobre as riquezas, a geografia, a língua e a cultura de povos de um continente que fala muito sobre nossa ancestralidade, e que frequentemente se vê esquecido pela história oficial. As ilustrações, vivas e vigorosas, são de Marcelo D?Salete, feitas a partir de pesquisas sobre os povos da costa oriental da África.
  • 459236

    PRÉ-VENDA

    Poder Feminino

    sinopse
    • "Uma reflexão profunda sobre como os valores patriarcais são transmitidos, sem nem mesmo sabermos, e como podemos quebrar esse ciclo destrutivo. ?Uma contribuição poderosa para a liderança das mulheres? ? Ophira Edut, autora best-seller, CEO e fundadora da Astrostyle. ?Explora, com nuances e sensibilidade, como podemos nos libertar para nos tornarmos quem realmente somos? ? Perdita Finn, autora best-seller. ?Bethany Webster é uma verdadeira líder de torcida para mulheres que embarcam na longa e angustiante jornada de dar à luz seu eu autêntico? ? Jasmin Lee Cori, autora best-seller. Por que mulheres se encolhem e se submetem às vontades que não são as suas? Por que se retraem no trabalho e na vida pessoal? O que alimenta a incerteza e a falta de confiança que muitas delas sentem? Neste livro revelador, a renomada pensadora feminista Bethany Webster identifica a fonte do trauma que emana das mulheres e as impede de reclamar seu verdadeiro poder: a Ferida Materna, herdada de mãe para filha a partir da privação sistêmica que as mulheres sofrem pela cultura do patriarcado em que vivemos. Urgente para o momento atual, ""Poder feminino"" oferece as ferramentas e os conselhos necessários para identificar a sua Ferida Materna, além de estratégias que podemos usar em direção à cura. É tempo de quebrar os ciclos de trauma e expressar mais plenamente o seu poder e o seu potencial."
  • 459141

    PRÉ-VENDA

    Do Mel Às Cinzas

    sinopse
    • O segundo livro das Mitológicas, obra máxima de Lévi-Strauss e um marco na abordagem do pensamento indígena. Segundo volume das Mitológicas, Do mel às cinzas dá sequência à série iniciada por Claude Lévi-Strauss com O cru e o cozido. Publicado originalmente em 1967, a obra acompanha o motivo do mel (e o do tabaco, as cinzas) entre a América do Sul e a América do Norte, ampliando o campo semântico em torno da culinária, núcleo temático do primeiro livro. Aqui, o sentido da passagem da natureza para a cultura se inverte: o percurso é regressivo da cultura em direção à natureza, protagonizado pelo poder sedutor do mel. Elemento ambíguo ? pois se oferece, na natureza, pronto para o consumo cultural ?, o mel ganha centralidade no pensamento ameríndio ao carregar um duplo significado: um próprio (alimentar) e outro figurado (sexual), menos distante de nós do que se possa pensar, como sugere a expressão ?lua- de- mel? em diversas línguas ocidentais. Por detrás dessas figuras de linguagem, Lévi-Strauss descortina princípios do pensamento humano. Coordenação de tradução de Beatriz Perrone-Moisés.
  • 459106

    PRÉ-VENDA

    O Poder Da Geografia

    sinopse
    • Na sequência ao best-seller global Prisioneiros da geografia, Tim Marshall oferece outro excepcional guia para o mundo moderno. Em Prisioneiros da geografia, Tim Marshall mostrou como as escolhas de cada nação são limitadas por montanhas, rios, mares e concreto. De lá para cá, a geografia pouco mudou. Mas o mundo sim. Agora, na sequência O poder da geografia, Marshall examina a importância de países e áreas emergentes em uma nova era de rivalidade entre grandes potências ? da Austrália a Europa, Oriente Médio, África e até mesmo as reivindicações ao espaço sideral. Combinando história, economia e análise política sob o prisma da geografia, ele analisa acontecimentos e conflitos centrais do século XXI para explicar os desafios de um futuro que parece cada vez mais instável e imprevisível. Escrito com a sagacidade e a visão características do autor, este livro é uma exploração lúcida e emocionante do poder da geografia para moldar o passado, o presente e o futuro da humanidade.
  • 459084

    14,94 %

    O Desenraizamento Contemporâneo

    sinopse
    • O célebre sociólogo Georges Balandier em entrevistas que abordam desde a antropologia das sociedades dos algures até a interpretações sobre modernidade globalizante. O desenraizamento contemporâneo reúne entrevistas que Georges Balandier concedeu à socióloga e antropóloga Claudine Haroche e ao psicanalista Joel Birman. Essas conversas revelam trocas e debates sobre a construção do saber nas ciências humanas, a partir de um longo percurso de pesquisa e engajamento, mas também do questionamento do mundo, apreendido em sua diversidade, e da história, em suas turbulências.Aqui, Georges Balandier comenta seus temas principais: desde a antropologia das sociedades doslugares até a interpretação da sobremodernidade globalizante. Assim, é possível avaliar o itinerário percorrido pelo etnólogo, antropólogo e sociólogo francês, desde os primeiros trabalhos sobre a ?situação colonial?, o ?Terceiro Mundo? e as libertações africanas, até as interrogações a respeito da ?grande perturbação? das sociedades contemporâneas.Neste livro, é possível também avaliar a fratura antropológica ocorrida na virada do século XX e a entrada sub-reptícia numa nova era, com o rápido surgimento de ?novos novos mundos? dissociados da geografia e oriundas da ?grande transformação?, continuamente em ação desde a década de 1980. A ideia é que esses mundos são por nós habitados num crescente desenraizamento, de tal maneira que se transformam num outro algures, gerado desta vez pelos contemporâneos.
  • 459079

    PRÉ-VENDA

    Celular

    sinopse
    • Democrática ou autoritária? Essa maquineta tecnológica com apenas 7 milímetros de espessura, a depender do modelo escolhido, e em torno de 140 gramas ? menos do que uma xícara de açúcar ? tem sido uma arma poderosa nas mãos dos brasileiros, capaz até de abalar os alicerces das instituições democráticas. É a nova carteira de identidade? Ou um daqueles canivetes suíços com múltiplas ferramentas? Só que aqui, digitais. Muitos podem achar que o celular é apenas uma ferramenta tecnológica. Democrática. Do bem... Será? Este livro aborda, de forma inédita, o uso do celular pelos brasileiros, e reflete sobre até que ponto esse dispositivo chegou: à condição de imprescindível em nossas vidas, ópio virtual, oferecendo um poder incomparável no mundo contemporâneo.
  • 459022

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    A Criação Da Consciência Feminista

    sinopse
    • Em A Criação da Consciência Feminista, o aguardado volume final de sua obra-prima, Women and History, iniciada com o clássico A Criação do Patriarcado, a autora documenta a luta feminina para libertar a mente do pensamento patriarcal, criar a História das Mulheres e mostrar as origens da consciência feminista. Por meio de uma narrativa ricamente documentada e repleta de perfis de mulheres inspiradoras, entre elas, Hildegarda de Bingen, Juliana de Norwich e Emily Dickinson, a autora refaz um percurso que vai desde a Idade Média até o fim do século XIX, investigando diversos caminhos trilhados por mulheres marcantes, que se esforçaram para conseguir autonomia e igualdade. Lerner faz também um fundamental estudo de mais de 1.200 anos de crítica bíblica feminista, destacando um insight certeiro: a descontinuidade da História das Mulheres. A obra apresenta às mulheres, e a todos os interessados, uma história da humanidade mais equitativa e igualitária, além de minimizar o apagamento de figuras históricas importantes pelo simples fato de serem mulheres.
  • 459024

    PRÉ-VENDA

    Subversivas

    sinopse
    • Subversivas é uma obra filosófico-pragmática destinada às mulheres para transformar a sociedade e vivenciar na prática a luta pelos seus direitos. Gisèle Szczyglak, Ph.D. em Filosofia Política, com pós-doutorado em Sociologia Política e Ética Aplicada, mostra que a civilização foi confiscada das mulheres e, como consequência, a percepção feminina sobre o mundo, assim como o papel de si mesmas são distorcidos. Para a autora, o caminho para virar este jogo é a subversão. Gisèle analisa como ao compreender as regras impostas pela sociedade e a cultura vigentes, as mulheres podem redirecioná-las para além da reivindicação ? para assim conquistar a plena igualdade de direitos. A autora ainda afirma que, depois de ancoradas na subversão, as mulheres serão capazes, junto com os homens, de fazer com que o feminismo de fato aconteça como um novo humanismo. Um guia para levar às mulheres ao esclarecimento do motivo por que ainda são expostas a situações difíceis ou sofrem impasses em sua vida profissional e pessoal.
  • 458950

    15,0 %

    Magia, Ciência E Religião E Outros Ensaios

    sinopse
    • Esta é uma coletânea de textos curtos sobre aspectos específicos ? magia, ciência e religião, mitos e psicologia, crenças em espíritos de mortos, significado e linguagem, sentidos da guerra ? todos com base em suas pesquisas feitas durante a estada junto aos trobriandeses. O interesse em sua publicação reside na atualidade dos temas desenvolvidos: se mesmo na época em que foram escritos é notável a aproximação que Malinowski faz entre as concepções dos ?nativos? e as preocupações e problemas de seu tempo nas sociedades ocidentais, ainda surpreende a contemporaneidade de suas reflexões, passados cem anos. (do prefácio)
  • 458945

    15,04 %

    Utopia

    sinopse
    • ?Utopia, de Thomas More, um livro que completa [mais de] 500 anos... surpreende com suas ideias inovadoras.? ? Terry Eagelton, THE GUARDIAN Provocativo, brilhante e gerador de contradições, este clássico tem atraído a atenção de estudiosos e intrigado leitores desde a sua publicação. Thomas More idealiza uma ilha onde não existe a propriedade privada nem o dinheiro, e onde o Estado preocupa-se com a felicidade do povo e a organização da produção. Para o filósofo, a sociedade ideal. Uma das mais importantes obras da filosofia política de todos os tempos, Utopia discorre sobre a contradição desse lugar ideal: de um lado, o paraíso, onde não existem desigualdades; de outro, o inferno, onde a individualidade não encontra espaço para se manifestar.
  • 458904

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    O Que É O Luto

    sinopse
    • Descubra as formas como diferentes culturas lidam com o luto, a tristeza e a dor da perda a partir da análise de mitos dos ritos funerários de diversos países no novo livro do professor e filósofo Renato Noguera, autor de Por que amamos e Mulheres e deusas. O que é o luto? Como lidamos com ele? Por que sentimos o que sentimos ao perder alguém que amamos? Como seguir com a vida frente a sentimentos tão intensos e confusos? Diante das diversas culturas, mitologias e filosofias, como a mexicana, chinesa, africana, entre outras, Renato Noguera se debruça sobre essas questões e nos apresenta os mais diferentes pontos de vista acerca da morte, do luto, e de como nós, seres efêmeros vivendo na iminência da ?desexistência?, lidamos com isso. Do Gurufim realizado por sambistas brasileiros aos ritos hindus praticados na Índia, em O que é o Luto? conhecemos os rituais de passagem, de enterros e velórios, além dos processos de enlutamento praticados por essas diversas culturas e como elas encaram o sofrimento, a tristeza, a frustração e o sentimento de perda. Aqui, aprendemos sobre as diversas formas de lidar com esses sentimentos e entendemos que a vida é feita de ciclos e o fim chega para todos tão naturalmente quanto os começos.
  • 458665

    PRÉ-VENDA

    14,99 %

    Passaporte 2030

    sinopse
    • Depois do sucesso com Fake Brazil, Fiuza retorna com um novo livro. Maestro das palavras, autêntico e com talento especial para captar o que grande parte das pessoas pensa, ele consegue encontrar expressões apropriadas para exprimir o que sentimos. Neste livro, ele trata de inúmeros assuntos que versam sobre a nossa vida, sobre os nossos direitos, sobre a nossa liberdade. Como o mundo foi cair nesse desvio? Como populações inteiras se renderam a tiranetes fracos? Como pessoas livres aceitaram ser classificadas por status (falso) de saúde? Como tanta gente esclarecida pôde confundir propaganda com ciência? Como sociedades avançadas aceitaram a coleira de alguns bilionários? Como foi possível a ascensão do totalitarismo frouxo? Este livro vai averiguar o seu passaporte ? e checar se você está pronto para ser um escravo feliz.
  • 458659

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    Movimento Lgbti+

    sinopse
    • ?Sem a pretensão de escrever um manual exaustivo, o autor nos oferece um panorama da constituição moderna do movimento LGBTI+ como movimento político que reivindica direitos, equidade e respeito, a partir de um recorte geográfico ocidental.? Erika Hilton ?Cada uma das partes que compõem este livro faz com que avancemos numa compreensão de que nossa existência é um ato político e o que fazemos a partir dessa conscientização pode, literalmente, ser a medida de nosso sucesso em um projeto de emancipação, horizontalidade e democracia.? Rita von Hunty Em tempos de autoritarismos e conservadorismos morais, nada como a história para nos ensinar e inspirar nas resistências do presente. Sistematizando anos de estudos e elaborações em torno da temática da diversidade sexual e de gênero, Renan Quinalha compartilha neste livro reflexões teóricas e historiográficas em linguagem acessível, sem renunciar à profundidade das discussões, com o objetivo de atingir um público mais amplo interessado no universo LGBTI+. Esta obra destina-se tanto a pessoas que desejam investigar a fundo essa temática como àquelas que estão dando seus primeiros passos nos estudos de gênero e sexualidade. Ela é, sobretudo, um convite à ação política e à luta por igualdade, diversidade e democracia.
  • 458657

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    A Mão E A Luva

    sinopse
    • Neste livro, Alberto Carlos Almeida e Tiago Garrido buscam na opinião pública a resposta à pergunta: qual candidato tem mais chances de vencer a eleição presidencial de 2022? Em O voto do brasileiro, lançado às vésperas da eleição presidencial de 2018, Alberto Carlos Almeida estudou o padrão de votação do brasileiro nas urnas, com evidências que ajudam a entender como é estruturada a disputa política entre esquerda e direita no Brasil ? até aquele ano, explicitada na polarização entre o PT e o PSDB, e, no decorrer da campanha, com Bolsonaro assumindo a liderança da direita. Neste A mão e a luva, com Tiago Garrido, os estudos eleitorais continuam, dessa vez analisando outro aspecto dessa disputa: como as pesquisas de opinião refletem o sentimento público antes do pleito e influenciam os resultados das urnas.Segundo os autores, em cada ano eleitoral há um clima de opinião pública que favorece um candidato, e ele caminha para vencer independentemente dos acontecimentos de cada campanha. Em muitos casos, o candidato de um determinado partido seria derrotado quem quer que fosse ele, em outros, a vitória de determinada narrativa parece inevitável. Peça-chave de qualquer eleição, a opinião pública varia em função do que acontece no país, especialmente devido às variações no bem-estar individual e coletivo. A opinião pública sabe quem é governo e quem é oposição e sente na pele se a vida financeira individual e familiar melhorou ou piorou. A economia real reflete diretamente nas percepções do eleitor médio.Em um texto direto e repleto de informações bem-pesquisadas, profundas reflexões sobre política e evidências empíricas, A mão e a luva consagra Alberto Carlos Almeida e Tiago Garrido como dois novos intérpretes do Brasil. ?Se você, como eu, deseja entender o que nos levou a eleger Collor, Fernando Henrique, Lula, Dilma e Bolsonaro, e se quiser também saber quem caminha para vencer em 2022, e os motivos de seu favoritismo, este é o livro certo.? - José Marcio Rego, professor de Economia e Ciência Política da EAESP-FGV
  • 458352

    PRÉ-VENDA

    Ame Seus Inimigos

    sinopse
    • As pessoas levaram as divergências políticas para o lado pessoal, e passaram a entender aqueles que discordam delas como inimigos mortais. Por toda parte vemos líderes políticos raivosos, ativistas furiosos nos diretórios acadêmicos das universidades, tentativas de cancelamento e gente muito enfurecida no Twitter. ? A questão é: se não jogarmos esse jogo, acabamos ficando para trás? Bem, não é o que o autor do best-seller e cientista social do New York Times Arthur C. Brooks mostra em seu livro ?Ame Seus Inimigos?. Nele, Brooks nos oferece um roteiro para chegar à felicidade, que vem quando escolhemos amar uns aos outros, apesar de nossas diferenças.
  • 458334

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    A Mente Cativa

    sinopse
    • Um esforço solitário, como define seu autor, mas também um ensaio, um texto político, por vezes um romance. Certamente um livro essencial para compreender o sovietismo e o que significou, para muitas pessoas, submeter a própria mente ao Método, o Método que é uma poção ou uma pílula «que conseguiu produzir um meio de transmitir ?uma visão de mundo? de forma orgânica». É dessa forma ? o poeta Czes?aw Mi?osz parece nos dizer com uma prosa cálida, que deixa rastros de luz ? que se apagam as dúvidas metafísicas, que se aplaca a sede de conhecimento, que surge uma sensação de serenidade e paz mental capaz de seduzir, entre outros, também os intelectuais. E é assim que a mente, sempre vulnerável, torna-se escrava das doutrinas sociopolíticas ? do marxismo-leninismo como do pensamento totalitário em geral ?, o espírito se faz servo e o pensamento cede ao canto das sereias do conformismo. O que há na origem dessa mente prisioneira, como se pode aceitar «o terror totalitário em troca de um futuro hipotético»? Que força impulsiona artistas e intelectuais a negociar a sua liberdade artística e de pensamento em troca de um cantinho seguro, a render-se a esse processo de adequação e a continuar desempenhando tal papel sem pestanejar? Justamente desse papel ? o Ketman ? nos fala o autor, descrevendo a dupla verdade dos intelectuais que, mesmo mantendo internamente suas convicções, em público mostram apenas o que não resulta desagradável ao regime, até identificar-se cada vez mais com o personagem interpretado. Arte perigosa essa do mascaramento constante, uma teatralidade quotidiana de atores conscientes de sê-lo, apaixonados pelas barreiras erguidas ao seu redor. O que resulta daí é o livro comovente de um poeta, um relato inusitadamente próximo de nós, um ensaio capital sobre a capacidade que o totalitarismo tem de ocupar a mente, desfigurando-a, e um convite à lembrança de que «a rebelião interna às vezes é necessária para a saúde e pode ser um tipo especial de felicidade».

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