Produtos encontrados: 157 Resultado da Pesquisa por: em 8 ms

Itens por página:

Produtos selecionados para comparar: 0Comparar

  • 432032

    25,0 %

    Populismo E Negacionismo

    sinopse
    • Os populistas têm conquistado um espaço de destaque no debate público e cada vez mais ocupado posições centrais de poder. Ao mesmo tempo, o negacionismo surgiu na forma de teorias da conspiração, fake news e da rejeição de fatos que basicamente haviam se estabelecido como parte do senso comum. Em um período em que a segurança em relação a vacinas, ao aquecimento global e até mesmo à esfericidade da terra são questionados, nenhum estudioso havia estabelecido uma relação direta entre esses dois fenômenos, até agora! Este livro não só esclarece as causas e consequências do populismo e negacionismo, mas também faz sugestões sobre como podemos combatê-los nos níveis individual e coletivo. O principal objetivo dos populistas é a perpetuação no poder, e, a fim de atingir seus objetivos, eles encontraram, no negacionismo, uma poderosa ferramenta para isso. ?Temos nas mãos não um ensaio acadêmico frio e distante da realidade, mas uma peça rara de pesquisa universitária de primeira qualidade combinada com jornalismo reflexivo de alto nível.? (Embaixador Rubens Ricupero).
  • 431885

    25,02 %

    Questao De Raca

    sinopse
    • Nova edição do clássico de Cornel West, Questão de raça se reafirma como uma das mais influentes e originais obras sobre o debate racial nos Estados Unidos. Publicada no Brasil pela primeira vez em 1994, esta coletânea de ensaios logo se tornou um clássico. Nela, o sociólogo norte-americano Cornel West, referência nos estudos de raça nos Estados Unidos, reflete sobre temas como a crise de liderança na comunidade negra, os mitos sobre a sexualidade dos negros e o legado de Malcolm X. Passados mais de vinte anos, as ideias de West continuam relevantes e provocadoras, e são um chamado à luta por todo o mundo. Com um novo prefácio e uma nova introdução, que destacam, entre outros pontos, a importância dos movimentos que têm tomado as ruas nos últimos anos, Questão de raça encontra esperança na resistência coletiva e nos convida a construir uma democracia multirracial para este milênio.
  • 431640

    26,99 %

    Guerra Cultural

    sinopse
    • Transformação da esquerda ao longo dos últimos 150 anos ? do socialismo científico à atual esquerda pós-moderna - é um dos fenômenos mais intrigantes da política contemporânea. Como pode a esquerda, que antes fundamentava suas pautas na razão e na ciência, ter aderido à ideia relativista de que a verdade não existe? Por que abandonou agendas materialistas (como a socialização dos meios de produção) para, agora, dedicar-se à manipulação da linguagem e ao politicamente correto? Por que a esquerda, que se pensava universalista em sua defesa da classe trabalhadora, agora promove a divisão das pessoas em infinitos grupos minoritários, com as políticas identitárias baseadas em raça, gênero, sexualidade? Neste livro, Stephen Hicks detalha todo o percurso que culminou na estratégia pós-moderna da esquerda na atualidade. O pós-modernismo é definido por uma atitude de ceticismo, ironia ou rejeição aos estudos consagrados de toda a trajetória humana. Frequentemente propõe a flexibilização de conceitos ou tentam ressignificar ideias, a fim de estabelecer suas narrativas, quase sempre, impossíveis de serem verificadas, afinal, sua proposta é manter-se no ambiente das incertezas. E essa é sua principal arma política. Stephen Hicks explica como o pós-modernismo, que serviu de fundação para o surgimento da nova esquerda, possa, de uma só vez, subjugar seus adversários e manter sua fé num projeto coletivista que a história já demonstrou inviável. Nossa cultura se encontra atualmente envolvida em uma guerra de ideias, e essas ideias precisam ser compreendidas. JORDAN PETERSON
  • 431173

    25,0 %

    Raca Nacao Classe

    sinopse
    • Lançado originalmente há trinta anos e publicado no Brasil pela primeira vez, Raça, nação, classe traz ao leitor um profícuo debate sobre o racismo e sua relação com a luta de classes, o capitalismo e o nacionalismo. Como é possível que o racismo ainda seja um fenômeno crescente? Quais são as características específicas do racismo contemporâneo? Esta obra tenta responder a essas perguntas fundamentais por meio de um diálogo entre o filósofo francês Étienne Balibar e o historiador e sociólogo estadunidense Immanuel Wallerstein. Ambos os autores desafiam a noção de que o racismo é uma continuação ou um retorno da xenofobia de sociedades do passado e o analisam como uma relação social indissoluvelmente ligada às estruturas sociais atuais ? o Estado, a divisão do trabalho e a divisão entre centro e periferia ? que são constantemente reconstruídas. Apesar de naturais divergências durante o diálogo, Balibar e Wallerstein enfatizam a modernidade do racismo e a necessidade de entender sua relação com o capitalismo contemporâneo. Acima de tudo, a obra revela as formas de conflito social presentes e futuras, em um mundo em que a crise do Estado é acompanhada por um aumento alarmante do nacionalismo, do chauvinismo e da xenofobia.
  • 431101

    25,0 %

    Rosa Luxemburgo E A Reinvencao Da Politica

    sinopse
    • Publicado no mês de aniversário de 150 anos de Rosa Luxemburgo, este livro do cientista político argentino Hernán Ouviña oferece uma introdução à vida e à obra da pensadora, revelando o potencial do seu pensamento para o contexto político latino-americano. O autor destaca nos escritos de Rosa a abordagem de temas caros para a militância do século XXI, como ecossocialismo, antipatriarcalismo, anticolonialismo e internacionalismo, além da valorização das formas de vida comunitárias e não capitalistas. Sem perder de vista as contribuições teóricas da autora, Hernán indica como a trajetória política de Rosa pode ajudar a recriar a luta emancipatória na contemporaneidade, a partir de uma compreensão da teoria marxista não como um sistema acabado a ser ?aplicado?, mas como uma caixa de ferramentas e um estímulo para o pensamento crítico e a ação disruptiva. Os capítulos deste livro buscam abrir uma janela por onde espreitar as diferentes inquietações e urgências que, para Rosa, remetem a problemas candentes e núcleos traumáticos que precisam ser discutidos, encarados e resolvidos de forma coletiva e sem receituário prévio para a construção do socialismo como um projeto civilizatório alternativo.
  • 431037

    25,01 %

    A Nova America Latina - Zahar

    sinopse
    • Um estudo abrangente e atualizado de uma nova América Latina a partir de suas dimensões políticas, econômicas, sociais e culturais. Resultado de extensa pesquisa de dois dos mais respeitados sociólogos da atualidade, este livro oferece o retrato fiel de um continente em ebulição. Na virada do milênio, a América Latina parecia ter chegado a uma certa estabilidade democrática após séculos de sangue, suor e lágrimas. Contudo, a crise de legitimidade política e a corrupção do Estado na maioria do continente abriram caminho para a fragmentação das democracias liberais. O como e o porquê de tais processos, e as transformações que eles orquestraram na vida das pessoas, são analisados magistralmente no livro de Calderón e Castells. Neste retrato envolto em luz e sombras, os autores apontam que, apesar de uma melhora dos indicadores básicos de desenvolvimento humano, a região permanece a mais desigual do mundo ? marcada pela urbanização descontrolada, o avanço da violência e do medo, a penetração do Estado pelo narcotráfico e a destruição do meio ambiente. No entanto, há caminhos de esperança: em meio às mudanças experimentadas, surgem novos movimentos ? liderados sobretudo por jovens, mulheres, povos indígenas e afrodescendentes ? que marcam as possibilidades de uma história centrada na ética da dignidade, da identidade, da ecologia, do antirracismo e do feminismo."
  • 430992

    24,99 %

    Quem Quer Pode Ser Negro No Brasil

    sinopse
    • Ao longo da primeira década deste século, a UFMG incentivou políticas de ações afirmativas para minimizar as desigualdades no acesso da população negra ao ensino superior. Em 2009, implementou a política de bônus, além de exigir uma autodeclaração racial. Porém, a partir de 2017, emergiram denúncias de fraudes, evidenciando uma incompatibilidade entre o modo como os candidatos se veem (autodeclaração) e o modo como os demais estudantes, de modo particular os negros, os enxergam (heteroidentificação). Como resultado desse movimento, a UFMG criou mecanismos complementares: os procedimentos de heteroidentificação racial, fundamentais no debate sobre as identidades raciais do brasileiro e do Brasil. Em um país onde se declarar, ou ser identificado como negro sempre foi visto como algo negativo, tal prática introduz duas perguntas inéditas: ?Quem quer se declarar negro (preto ou pardo) no Brasil?? e ?Quem pode se declarar negro (preto ou pardo) no Brasil??
  • 430955

    27,0 %

    Vamos Falar De Racismo

    sinopse
    • O suposto ?convívio pacífico? entre pessoas de diferentes origens é um mito que durante muito tempo foi associado ao Brasil. Somos, no entanto, um país racista ? como comprovam as manifestações explícitas ou veladas de preconceito, as estatísticas e o acesso desigual ao estudo, ao emprego e às posições de destaque nos mais diversos setores da sociedade. O primeiro passo para nos tornarmos antirracistas é falar abertamente sobre o tema. As 100 questões deste livro-caixinha® levam à reflexão, individual ou em grupo, e contribuem para a mudança efetiva de entendimento e de comportamento em relação ao assunto.
  • 430883

    24,99 %

    Batalhas Morais

    sinopse
    • Em Batalhas morais, Richard Miskolci analisa como demandas de justiça social alcançaram centralidade na vida política brasileira, desencadeando uma onda autoritária e anti-intelectual que ainda nos engolfa. Ele define a esfera pública atual como técnico-midiatizada por se materializar na confluência entre sua moldagem pelas novas tecnologias e pela midiatização e mercantilização da política. Contexto este que incentiva leituras individualistas e morais de problemas coletivos, criando, do lado conservador, empreendedores morais e, do lado progressista, empreendedores de si. Essa nova esfera pública incentiva a recusa aos mediadores sociais: instituições como a ciência, o jornalismo profissional e a justiça, assim como os profissionais que nelas trabalham. Miskolci analisa, então, o ataque aos mediadores sociais por meio da forma como a universidade e seus especialistas em gênero e sexualidade descobriram-se no fogo cruzado entre os empreendedores morais de um lado e as milícias identitárias de outro. Desigualdades históricas e estruturais deixaram de ser tratadas no registro do direito e da saúde pública em favor de um enquadramento moral benéfico à extrema-direita e no qual ambos os exércitos contribuíram para o fortalecimento do autoritarismo e para o ataque aos intelectuais acadêmicos, empobrecendo o debate público. Este livro lança luz, portanto, no repertório de ação e vocabular tanto dos empreendedores morais e sua cruzada contra o que batizaram de ?ideologia de gênero? quanto dos ativismos identitários com seus escrachos e cancelamentos justificados pela novilíngua de ?local de fala?, ?experiência? e ?cisgeneridade?. Miskolci discute aqui questões centrais na sociedade brasileira contemporânea, oferecendo uma reflexão crítica sobre as disputas políticas que têm moldado nosso presente.
  • 430857

    30,0 %

    Marcados

    sinopse
    • """Uma poderosa análise sobre as origens do racismo nos Estados Unidos da América e como fazer para destruí-lo. Edição conta com orelha assinada por Taís Araujo. A construção das raças sempre foi utilizada como estratégia para obter e manter o poder, para criar dinâmicas que, ao mesmo tempo, oprimem, separam e silenciam. Argumentos racistas são tecidos e, a partir de então, disseminados ao longo de todo o país, e o primeiro passo para que seja possível construir uma sociedade norteamericana antirracista é, acima de tudo, conhecendo profundamente o passado e o presente racistas dos Estados Unidos. Marcados: Racismo, antirracismo e vocês delineia a história do racismo, expondo como diversas narrativas políticas, literárias e filosóficas ao longo do tempo foram utilizadas com a finalidade de justificar a opressão em massa, a escravidão e o genocídio de pessoas negras. Dessa maneira os premiados Jason Reynolds e Ibram X. Kendi conduzem essa jornada, apresentando como ideiais racistas tiveram início, de que formas foram difundidas e, principalmente, como podem ser desacreditadas e desconsideradas. Por meio de uma emocionante, envolvente, acelerada e enérgica narrativa, Marcados não apenas direciona os holofotes para as várias e distintas formas de racismo presentes no dia a dia, mas também para quais estratégias você pode ? e deve ? adotar para identificar e eliminar, em seu cotidiano, pensamentos e posturas racistas, com o objetivo de criarmos um futuro justo, igualitário, consciente e, sem dúvidas, melhor. ?A palavra R: racismo. Alguns se escondem e procuram fugir desse assunto. Outros dizem que não é mais um tema atual. Mas Dr. Kendi desconstrói este pensamento, e Jason Reynolds torna a narrativa de fácil compreensão. Grave minhas palavras: este livro vai mudar tudo.? ? Nic Stone, autora best-seller de Cartas para Marti ?Impressionante e muito necessário.? ? Kirkus """
  • 431036

    25,01 %

    Casta - Zahar

    sinopse
    • A mais contundente análise dos impactos do racismo na sociedade contemporânea. Neste best-seller internacional, a jornalista Isabel Wilkerson, vencedora do prêmio Pulitzer, compara os Estados Unidos, a Índia e a Alemanha nazista, revelando como nosso mundo foi moldado pela noção de casta ? e como suas hierarquias rígidas e arbitrárias nos dividem ainda hoje. Escrito de modo criativo e original, Casta fornece pistas importantes para entender a crise da democracia nas sociedades ocidentais e o que está por trás dos protestos antirracistas que assumiram dimensões globais após o assassinato de George Floyd. Ninguém pode se dar ao luxo de ignorar a clareza moral de seus insights ou seu apelo urgente por um mundo mais livre e justo. Um dos livros de maior sucesso nos Estados Unidos em 2020, esta é uma obra fundamental para o debate antirracista no Brasil e no mundo. ?Um clássico instantâneo e provavelmente o mais importante livro americano de não ficção já publicado no século XXI.? ? The New York Times ?Magnífico. Profundo. Revelador. Sóbrio. Esperançoso.? ? Oprah Winfrey ?Uma ampla investigação sobre racismo, desigualdade institucional e injustiça. É um livro duro, que cala fundo, e não poderia ter chegado em um momento mais urgente.? ? The Guardian "
  • 430534

    25,01 %

    Microfisica Do Poder - Paz E Terra

    sinopse
    • Composta por textos escritos na década de 1970, Microfísica do poder foi elaborado por Foucault na perspectiva de construir resistências específicas aos variados dispositivos do poder. Microfísica do poder é uma coletânea de artigos, cursos, entrevistas e debates, em que Foucault analisa questões relacionadas à medicina, à psiquiatria, à geografia, à economia, mas também ao hospital, à prisão, à justiça, ao Estado, ao papel do intelectual, à sexualidade etc. Esses textos têm como tema central o poder nas sociedades modernas: sua configuração, sua difusão no corpo social, seu exercício em instituições, sua relação com a produção da verdade, as resistências que suscita. Além disso, eles explicam o método genealógico elaborado por Foucault para analisar como e por que os saberes se constituem a partir de práticas políticas e econômicas.Há três novidades principais nos textos desta coletânea: primeiro, rejeitar a identificação entre poder e aparelho de Estado, dando importância à rede de poderes moleculares que se expande por toda a sociedade; segundo, caracterizar o poder não apenas como repressivo, mas também como disciplinar, normalizador; terceiro, analisar o saber como peça de um dispositivo político que o produz e é intensificado por ele.Ao escrever esses textos, acreditando na eficácia das resistências específicas aos variados dispositivos do poder, Foucault desejou se insurgir contra a dominação burguesa que os próprios saberes sobre o homem ajudaram a criar e aperfeiçoar. Não será essa uma das razões do sucesso deste livro?Um compilado de analises gerais do grande filósofo Michel Foucault, Microfísica do poder reúne a partir de diversas peças cientificas análises e contextos essenciais para entender as dinâmicas de poder na sociedade e todas as suas nuances.?Onde há poder, ele se exerce. Ninguém é, propriamente falando, seu titular; e, no entanto, ele sempre se exerce em determinada direção, com uns de um lado e outros do outro; não se sabe ao certo quem o detém; mas se sabe quem não o possui.? - Michel Foucault
  • 430436

    26,99 %

    Trans - Globo

    sinopse
    • A PREMIADA SÉRIE QUEM SOU EU?, DO FANTÁSTICO, VIROU LIVRO. Em Trans - Histórias reais que ajudam a entender a vida das pessoas transexuais desde a infância, os jornalistas Renata Ceribelli e Bruno Della Latta revisitam os entrevistados da reportagem e também reúnem relatos inéditos daqueles que frequentemente são silenciados e discriminados no dia a dia. ?Este livro exige uma mente aberta e livre para conseguir entrar no universo de indivíduos extremamente especiais. [?] Sejam bem-vindos ao universo dessas pessoas que sempre existiram entre nós, mas que antes permaneciam invisíveis.? Renata Ceribelli
  • 430390

    25,01 %

    Enciclopedia Negra

    sinopse
    • De Abdias do Nascimento a Zeferina e Zumbi dos Palmares, 416 verbetes biográficos que encenam um reencontro do Brasil com a memória silenciada de milhões de pessoas negras. Nesta Enciclopédia negra, Flávio dos Santos Gomes, Jaime Lauriano e Lilia Moritz Schwarcz passam em revista a história do Brasil, da colonização aos dias atuais, a fim de restabelecer o protagonismo negro. E o fazem alcançando o que há de singular, multifacetado e profundo na existência particular de mais de quinhentos e cinquenta personagens. São profissionais liberais; mães que lutaram pela alforria da família; ativistas e revolucionários; curandeiros e médicos; líderes religiosos que reinventaram outras Áfricas no Brasil, pessoas cujas feições foram apagadas pela história. Por isso, 36 artistas negros, negras e negres criaram retratos inspirados pelos verbetes desta enciclopédia, aqui reunidos em um belíssimo caderno de imagens. Em um momento de produção e disseminação errática de informações, esta obra contribui para conformar um seguro repositório de experiências individuais e coletivas às quais ? como pessoas e como sociedade ? podemos recorrer em busca de inspiração e orientação.
  • 430393

    27,0 %

    Falso Mineiro

    sinopse
    • Sociólogo cuja carreira se confunde com a história das ciências sociais no Brasil, Simon Schwartzman reflete sobre sua trajetória intelectual e sobre as grandes questões da vida do país Nascido e criado em Belo Horizonte, filho de imigrantes judeus ? daí o ?falso mineiro? do título ?, Simon Schwartzman faz parte da geração de cientistas sociais brasileiros que se formou nos anos 1960, tendo vivenciado o golpe militar, a ditadura, o exílio e a abertura democrática. Esse grupo foi responsável pela modernização das ciências sociais no país, trazendo novas perspectivas para o debate em torno da democracia, da pobreza, das desigualdades, da cultura, da ciência e da educação. Neste livro de memórias, o autor abre uma janela para essa época, ao percorrer, a par de sua própria trajetória, a história das políticas públicas adotadas no Brasil nas últimas décadas, incentivando uma discussão lúcida e embasada sobre o nosso momento atual. Da experiência como bolsista do programa pioneiro da Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade de Minas Gerais, de onde saíram alguns dos nossos mais renomados cientistas sociais e economistas, passando pela formação no exterior e pelo retorno ao país como sociólogo, professor e articulista, até a presidência do IBGE, Simon Schwartzman reconstitui as preocupações do período, as formas de atuação no campo das ciências sociais e a abordagem das instituições aos problemas brasileiros. Ao refletir sobre o passado, ele apresenta as ideias que formulou em resposta a uma pergunta vital: por que o Brasil não conseguiu consolidar uma sociedade mais democrática, mais justa e economicamente mais produtiva? Ao longo de sua vida acadêmica, Simon Schwartzman estudou profundamente temas como modernidade, autoritarismo, violência, desenvolvimento científico, educação e cultura. Em Falso mineiro, ele retoma a reflexão sobre essas e outras questões da vida brasileira. Um olhar retrospectivo honesto e revelador, que não apenas ajuda a pensar sobre temas como o ressurgimento do fantasma do fascismo, o racismo, a busca de liberdade e os rumos da democracia, mas também reitera o valor do conhecimento e da razão como os melhores instrumentos para lidar com os conflitos e as questões sociais.
  • 429697

    20,0 %

    A Des Educacao Do Negro

    sinopse
    • Referência para se pensar uma educação ampla e combativa, A des-educação do negro é a obra-prima de um dos primeiros intelectuais norte-americanos a travar a batalha árdua por uma educação que não oprimisse a população negra. Nascido em 1875, o educador e historiador afro-americano Carter Godwin Woodson é um dos nomes mais influentes do estudo da educação norte-americana. Em A des-educação do negro, ele aponta problemas, elenca situações, mas também apresenta uma solução. Trata-se de uma espécie de programa que abrange os pontos fundamentais não apenas da educação escolar, mas também de uma educação ampla que pense outra forma de viver, um sistema que defenda os valores da história e da cultura negra. Escritas em 1933, muitas das questões desta obra são válidas ainda hoje. Longe de ser um livro que fale somente sobre os Estados Unidos da época, as soluções aqui apresentadas lançam olhares sobre vários outros contextos sociais, culturais e políticos da diáspora negra. E essa análise, fantástica em sua precisão, apresenta a semente que precisa ser compreendida para entendermos os efeitos que reverberam nos dias atuais. Tradução de Carlos Alberto Medeiros, e introdução de Ana Lúcia Silva Souza.
  • 429683

    25,01 %

    O Cru E O Cozido

    sinopse
    • """ A obra máxima de Lévi-Strauss, um marco na abordagem do pensamento indígena. Publicado originalmente em 1964, O cru e o cozido é o primeiro volume da extraordinária série Mitológicas, de Claude Lévi-Strauss. Partindo do mito de referência do ?desaninhador de pássaros?, colhido entre os Bororo do Brasil Central, o autor vai aos poucos mobilizando centenas de narrativas de todo o continente americano. São mitos que falam da passagem da natureza à cultura, do contínuo ao descontínuo, e revelam uma lógica nada arbitrária de ver e pensar o mundo, que se expressa não por categorias abstratas ? como os conceitos utilizados pela ciência ?, mas por categorias empíricas como cru, cozido, podre, queimado, silêncio, barulho. Ao desvelar a singularidade e a riqueza de um pensamento extremamente sofisticado e original, a obra de Lévi-Strauss lança luz sobre a inestimável contribuição da mitologia ameríndia para o conhecimento. O cru e o cozido inaugura a edição dos quatro volumes das Mitológicas na Zahar. Arte da capa do artista Macuxi Jaider Esbell. ?Dessa obra mestra pode-se dizer muita coisa ? e sempre haverá mais. O fato é que só pode ser apreciada e fazer sentido na execução ? como música. É preciso que cada leitora e leitor execute com Lévi-Strauss cada passagem do texto, tendo como instrumento sua mente, feita ?lugar vazio onde algo acontece?.? ? Do prefácio inédito de Beatriz Perrone-Moisés, tradutora da série. """
  • 429649

    25,01 %

    Estranho Familiar

    sinopse
    • Em Estranho familiar, os leitores de Zygmunt Bauman encontrarão um viés mais pessoal do homem que mudou nossa maneira de pensar o mundo moderno. E aqueles que acabam de descobrir esse engajado humanista terão em mãos uma síntese magistral de seu imenso legado. Meses antes de falecer, Zygmunt Bauman recebeu em sua casa o jornalista suíço Peter Haffner para três longas conversas. Desses encontros surgiu este livro, no qual o grande sociólogo discorre sobre temas como história, política, identidade, judaicidade, moral, felicidade e amor. Bauman descreve sua infância, o serviço militar no Exército Vermelho, a participação na Segunda Guerra Mundial e a expulsão da Polônia em 1968, oferecendo relatos íntimos de eventos históricos aos quais consagra suas finas percepções sociais e políticas. Ele fala sobre a perspectiva da morte com a propriedade de quem enfrentou na pele, como judeu polonês, a sociedade desregulada, fragmentada e individualizada da modernidade líquida, da qual se tornou teórico. Comenta os autores que desempenharam papel principal em seu pensamento, como Antonio Gramsci e Emmanuel Levinas. E destaca a importância da sociologia ? uma ciência cujo significado, em sua visão, é tornar o familiar estranho e o estranho familiar.
  • 429411

    25,01 %

    Mulheres Tem A Forca

    sinopse
    • "Assuma o controle da sua vida: este é o guia da mulher poderosa. Como a gente aprende a se amar verdadeiramente, ir atrás dos nossos sonhos e viver o momento presente? Como, se às vezes até chegar à sexta-feira já é uma luta? ""Mulheres têm força"" é um guia prático, divertido e ricamente ilustrado, elaborado com todo o bom-humor de Tiffany Reese, para nos ajudar a dar conta de tudo isso: da carreira aos relacionamentos pessoais, passando pela saúde mental, imagem corporal e muito mais. Lembre-se: você é poderosa e nunca é tarde demais para libertar o seu eu fodástico. VOCÊ SÓ PRECISA DE AMOR (PRÓPRIO) Aprenda a dar um basta na negatividade e parar de duvidar de si mesma, explore o que o autocuidado significa para você e pratique o desapego em relação ao passado. MALABARISMO DO EGO Este guia dá aquele insight de que você tanto precisa para se dar conta de como é incrível ? e aprender a não ficar atolada nos seus próprios pensamentos. GRATIDÃO (SIM, SÉRIO) Adquira o hábito de se sentir grata pelos seus talentos, pelo seu corpo, pelas pessoas que te apoiam e por detalhes do seu dia a dia (que nem sempre reparamos)."
  • 429102

    24,99 %

    Liberdade

    sinopse
    • """Da mesma forma que o poema ?Liberté?, de Paul Éluard, teve papel fundamental para o resgate da autoestima dos franceses ao ser despejado dos céus pela Royal Air Force sobre a França ocupada, o livro Liberdade que Rosiska Darcy de Oliveira nos oferece agora, é uma obra que em muito contribuirá para que nós, brasileiros, nos reconciliemos conosco, podendo nela encontrar estímulo para seguir em frente, confiantes em um futuro melhor. Sim, pois, apesar de profundamente questionador e instigante, este livro não é pessimista, oferecendo, ao contrário, um voto de confiança no povo brasileiro, ?cujo amor à liberdade se revela em sua diversidade, afeita em sua história à obrigação de negociar as diferenças e que se revela na obra de seus grandes artistas, nossos verdadeiros heróis?. Liberdade é um libelo contra o ódio, a intolerância e a fúria obscurantista que teima em querer impor a todos o mesmo ponto de vista autoritário e retrógrado nascido de uma visão fundamentalista de mundo que brota do medo e da insegurança frente a atual era da incerteza. É uma aposta no amor, na esperança e no conhecimento. Com a seriedade e a serena coragem que lhe são características, Rosiska Darcy de Oliveira examina os temas mais controversos e candentes de um mundo em convulsa mutação, oferecendo ao leitor rico material de reflexão e de balizamento, de modo a tornar mais segura e feliz sua jornada."""
  • 428565

    25,01 %

    Sera Que Sou Feminista

    sinopse
    • Escrito por uma das principais jornalistas da América Latina, um manifesto corajoso, livre de doutrinas, para que possamos cada vez mais pensar (e viver) o feminismo em toda a sua diversidade. Alma Guillermoprieto dedicou grande parte de sua carreira a cobrir conflitos e movimentos sociais por toda a América Latina. Ao longo de sua trajetória retratou em crônicas e reportagens a história de mulheres comuns, sobreviventes dos mais diversos tipos de violência. Neste livro, ela reflete sobre sua própria posição como mulher e se questiona: Será que sou feminista? Sem a pretensão de ter todas as respostas, ela relata suas memórias quando jovem na machista sociedade mexicana e suas referências feministas, relembra encontros com líderes e ativistas, expõe sua visão da estrutura machista, racista e homofóbica que assassinou Marielle Franco, e tece ainda considerações a respeito do movimento #MeToo. Ao mesmo tempo em que evoca experiências pessoais, Guillermoprieto faz uma releitura das lutas históricas das mulheres, destacando avanços tão significativos quanto a pílula anticoncepcional e o direito ao voto, sem nos deixar esquecer do caminho árido que ainda há pela frente.
  • 428088

    24,99 %

    Sabado

    sinopse
    • Todas as semanas, mãe e filha aguardam ansiosamente o sábado, o dia em que aproveitam juntas. Neste sábado em particular, haverá um espetáculo de marionetes. Única e imperdível apresentação. E, antes de chegar ao teatro, um roteiro completo já está pronto, e inclui contação de história na biblioteca, ida ao salão de beleza e piquenique no parque. Mas toda programação dá errado. E o que parecia ser um sábado perdido, revela que a coisa mais importante de todas é estar sempre juntos.
  • 428045

    25,01 %

    A Loucura Das Massas

    sinopse
    • Em A loucura das massas, Douglas Murray examina as questões mais polêmicas do século XXI: sexualidade, gênero, tecnologia e raça. E revela a nova guerra cultural cujo campo de batalha são os ambientes de trabalho, universidades, escolas e casas, tudo em nome da justiça social, das políticas identitárias e da interseccionalidade.Na era pós-moderna em que vivemos, as grandes narrativas da religião e da política entraram em colapso. No lugar delas, deu-se início a uma cruzada para corrigir o que é considerado ?errado? e a uma manipulação da identidade, ambas aceleradas por novas formas de mídias sociais e jornalismo. Interesses de nichos passaram a dominar a sociedade, que se torna cada vez mais tribal.Douglas Murray afirma que ?o objetivo da política identitária parece ser politizar absolutamente tudo. Transformar todo aspecto da interação humana em uma questão política. [...] Os chamados para gastar nosso tempo descobrindo nosso lugar e o lugar dos outros na hierarquia da opressão são convites não somente para uma era de olhar para o próprio umbigo, mas também para transformar cada relacionamento humano em uma calibração de poder político. Em uma era sem propósito e um universo sem significado claro, esse chamado para politizar tudo e então lutar por isso tem um atrativo indubitável. Isso dá um tipo de sentido à vida?.Nenhum leitor, seja qual for seu espectro político, deve ignorar a argumentação cuidadosa e provocativa deste A loucura das massas, que busca atribuir algum sentido à discussão que envolve as questões mais complicadas da geração atual. O autor finaliza com um apelo em prol da liberdade de expressão, dos nossos valores em comum e da sanidade em uma época de histeria em massa.
  • 426783

    25,0 %

    Etica Crime E Loucura

    sinopse
    • Abordagem de projetos societários e/ou profissional exige não cairmos nas armadilhas dos discursos que proclamam valores radicalmente humanistas sem que sejam capazes de elucidarem as bases concretas de suas objetivações históricas. A autora discute o trabalho profissional, em face da materialização dos princípios fundamentais do Código de Ética dos Assistentes Sociais e os valores que fundamentam o atual Projeto Crítico do Serviço Social brasileiro ? o Projeto Ético-Político do Serviço Social.
  • 426619

    30,0 %

    O Trauma Da Pandemia Do Coronavirus

    sinopse
    • Fruto das pesquisas do autor e da urgência do momento, O trauma na pandemia do Coronavírus desenha as impressões e experiências da crise do Covid-19, especialmente da perspectiva brasileira. O psicanalista Joel Birman analisa em O trauma na pandemia do Coronavírus a dimensão psíquica da pandemia da Covid-19, colocando em destaque as suas dimensões política, social, econômica, ecológica, cultural, ética e científica. Escrito a quente, o livro chama a atenção para a problemática do trauma, intimamente relacionada à noção de catástrofe humanitária, subjetiva e nacional em que particularmente a população brasileira está inserida. É um livro necessário a todas as pessoas que desejam compreender e processar subjetivamente esse período brutal. Para Luis David Castiel, professor e pesquisador do Departamento de Epidemiologia da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca/Fiocruz, ?Joel fez um ensaio com uma síntese factual da pandemia no Brasil e traz um precioso estudo psicanalítico sobre a repercussão em termos da dimensão catástrofe/trauma. Decerto, irá servir sobretudo para proporcionar sentidos capazes de viabilizar formas consistentes para decifrar as razões de sofrimentos subjetivos provocados pelos enigmas covidianos de cada dia.? Trecho do livro: ?A assunção do imperativo da bolsa no lugar do imperativo da vida, por alguns governantes, implicou em um ato perverso e cruel. De acordo com seus cálculos políticos e eleitorais, preferiram sacrificar milhares de vidas e empilhar os cadáveres dos seus cidadãos a se importar com o que é de fato digno de valor: a vida de cada um, em sua singularidade inigualável e incomparável.?
  • 426456

    28,0 %

    Entao Voce Quer Conversar Sobre Raca

    sinopse
    • Este best-seller do New York Times é uma leitura indispensável sobre a questão de raça e tudo o que a envolve. Escrito por Ijeoma Oluo, Então você quer conversar sobre raça é um livro essencial para os dias de hoje. Diante dos últimos acontecimentos mundiais relacionados à supremacia branca ? da violência policial ao encarceramento em massa da população negra ?, os holofotes da mídia parecem se voltar para a questão do racismo em nossa sociedade. Para além das grandes questões de segurança e saúde públicas, este é um tema que permeia o nosso dia a dia. Por que em sala de aula lemos, basicamente, autores homens e brancos (e, muitas vezes, homens brancos europeus)? Como dizer a um amigo que ele fez uma piada racista? Por que sua amiga se sentiu ofendida quando você pediu para tocar no cabelo dela ? e como é possível passar a agir corretamente? Como explicar o privilégio branco para seu amigo branco privilegiado? E como ajudar na luta antirracista sendo uma pessoa branca privilegiada? Em Então você quer conversar sobre raça, Ijeoma Oluo orienta leitores de todas as raças sobre assuntos que vão desde interseccionalidade e ações afirmativas a questões que envolvem as ?minorias modelo? e o lugar de fala. Mas tendo sempre em vista tornar possível o aparentemente impossível: criar um espaço para conversas honestas sobre raça e racismo, e também sobre sua presença em vários setores da sociedade e aspectos de nossa vida. De maneira verdadeira e direta, Então você quer conversar sobre raça traz um guia para debate e apresenta uma proposta de diálogo sobre raça a partir da perspectiva de uma mulher negra. Este Guia para discussão, que vem ao final do livro, traz apontamentos para estabelecer um plano de ação para pessoas de todas as raças que buscam uma autoavaliação e estão comprometidas com o progresso coletivo. Então você quer conversar sobre raça se propõe a ser uma ferramenta que ajudará o leitor a abordar esse tema e a auxiliar a construir um mundo melhor para pessoas de raças e classes sociais distintas. Independentemente do seu nível socioeconômico, de sua formação educacional ou experiência, de sua cor de pele, esta pode ser uma ferramenta válida e extremamente útil quando se quer iniciar uma conversa sobre raça.
  • 425817

    30,0 %

    Os Seis Meses Em Que Fui Homem

    sinopse
    • A Patrona do Feminismo Brasileiro analisa sua participação no mundo masculino do poder. Em Os seis meses em que fui homem, a Patrona do Feminismo Brasileiro, Rose Marie Muraro, apresenta um ensaio vivo e atual, que tem como mote a participação da autora como candidata a deputada federal na Constituinte de 1988. Publicado pela primeira vez em 1990, oferece um olhar sobre o tempo histórico que nos ajuda a entender como o feminismo chegou até aqui. Uma análise rica de informação nos campos da antropologia, da arqueologia, da história, da política e da física, com o fio condutor da cultural diferença sexual, surge como um turbilhão de possibilidades. Segundo Rose Marie Muraro, Os seis meses em que fui homem ?é [...] uma catarse. Quis escrever tudo o que sei sobre o mundo masculino para que os homens e mulheres possam compreendê-lo como eu o vi [...]. Porque continuo no mundo masculino, mas rejeito-o radicalmente. E com ele também rejeito o outro lado, o mundo doméstico que o sistema destinou à mulher e que é o suporte deste sistema. Porque a casa é boa, porque ela é um oásis num mundo assassino, é que este mundo ainda não explodiu. Quero, sim, um mundo novo. Mas, para conhecer esse mundo, é preciso que você entre comigo na emoção das dimensões do poder que eu vivi.? Para a filósofa Marcia Tiburi, que assina a apresentação do livro, ?Rose Marie Muraro foi tão importante para nós como Simone de Beauvoir foi para a França, como Maya Angelou, para os Estados Unidos, como Rosa Luxemburgo, para a Alemanha, para citar alguns nomes bem fortes, que nos ajudam a situar a grandeza dessa personagem histórica fundamental na história do feminismo brasileiro.? Rose Marie Muraro era um verdadeiro espírito livre. Com este livro, ela nos ajuda hoje a encontrar um espelho no qual as mulheres brasileiras possam se olhar com respeito e amor a si mesmas.
  • 425537

    25,01 %

    Voce Sabe Com Quem Esta Falando

    sinopse
    • Você sabe com quem está falando? é composto por três ensaios que abordam aspectos complementares do autoritarismo no Brasil. As mais diversas ?autoridades?, pessoas abastadas ou celebridades têm oferecido um espetáculo deprimente de racismo, machismo, ignorância, arrogância e injustiça por se considerarem superiores aos demais e, portanto, dispensados de obedecer às leis e às normas da boa convivência social. Assim, ao examinar o fenômeno do ?Você sabe com quem está falando??, Roberto DaMatta nos confronta com um incômodo espelho que projeta uma imagem tanto mais repulsiva quanto verdadeira e precisa.
  • 425481

    25,01 %

    Eu E A Supremacia Branca

    sinopse
    • LAYLA F. SAAD Subtítulo: Como reconhecer seu privilégio, combater o racismo e mudar o mundo Um livro para todos que estão prontos a examinar de perto as próprias crenças e preconceitos, e a fazer o trabalho necessário para mudar o mundo. Baseado num desafio no Instagram que conquistou a atenção de pessoas ao redor do mundo, Eu e a supremacia branca conduz os leitores por uma jornada de 28 dias, com sugestões de exercícios e dicas para realizar o necessário e indispensável trabalho capaz de levar a uma melhoria das relações sociais. Revisto e atualizado após o desafio on-line, aqui o trabalho antirracista proposto será aprofundado com contextos históricos e culturais, emocionantes histórias pessoais, definições expandidas, e exemplos e referências, oferecendo aos leitores o que cada um precisa para entender o racismo e desmontar seus preconceitos. Foi originalmente publicado em 2020 e entrou na lista de best-sellers do The New York Times.
  • 425332

    25,01 %

    Quarenta E Quatro Em Quarentena

    sinopse
    • Grandes nomes da política, da economia, das artes e do jornalismo em conversas descontraídas sobre as principais questões do nosso tempo O ano de 2020 foi praticamente todo passado em isolamento social. Afeito a aglomerações e conhecido por agregar pessoas dos meios mais diversos, o arquiteto Miguel Pinto Guimarães decidiu usar esse tempo para conversar com amigos em lives abertas ao grande público. E o que começou com a ideia de discutir questões envolvendo arquitetura e urbanismo acabou cobrindo uma série de temas debatidos com figuras de grande destaque em múltiplas áreas, como Gilberto Gil, Fernando Henrique Cardoso, Sonia Guajajara, Regina Casé, Guga Chacra, Pedro Malan, Marina Silva, Teresa Cristina, Gregório Duvivier e muitos outros. Quarenta e quatro em quarentena é o registro dessas conversas em livro. Algumas com humor, outras com um tom mais analítico, as entrevistas têm em comum a informalidade que, muitas vezes, levou os convidados a discutirem assuntos que extrapolam suas especialidades. Estão aqui as divagações sobre o que seria o tão falado novo normal, os desafios de se manter produtivo em tempos turbulentos, a conjuntura política do país, alternativas sustentáveis para a economia, a trajetória dos movimentos negros e a situação dos povos indígenas, além da história do samba, o papel do humor no cotidiano, o significado do envelhecimento e o impacto de uma pandemia em nossa percepção do que é ser humano. Ao convidar os amigos para dialogar, Miguel criou um mosaico dos principais temas discutidos na atualidade. O momento de descontração tornou-se também de reflexão sobre o que nos trouxe até aqui e para onde gostaríamos de ir. Quarenta e quatro em quarentena é um livro para ler e discutir com os amigos, em conversas virtuais ou aglomerações (assim que a conjuntura permitir!).
  • 425299

    25,0 %

    Rene Silva - Ativismo Digital E Acao Comunitaria

    sinopse
    • Cabeças da Periferia revela, através de entrevistas, o universo e as ideias de artistas-ativistas, e como seus projetos e ações reinventam os territórios. Em Rene Silva, ativismo digital e ação comunitária, somos apresentados a este jovem comunicador, a mente perspicaz por trás do Voz das Comunidades, um veículo de comunicação horizontal comunitária que hoje atua em várias comunidades cariocas e informa sobre o cotidiano e as questões pertinentes às favelas, articulando pontes entre os moradores, o poder público, a iniciativa privada e a grande mídia, promovendo uma série de ações humanitárias e culturais. Em novembro de 2010, enquanto o Brasil acompanhava pela TV a ocupação do Complexo do Alemão pelas Forças Armadas e pela Polícia Militar, através da UPP, um jovem morador, aos 16 anos, tuitava em tempo real ? e em primeira mão ? o passo a passo da operação policial. Essa iniciativa, aparentemente trivial, revolucionou a forma de se fazer jornalismo a respeito do que se passa nas favelas cariocas e deu voz e protagonismo aos moradores da comunidade. Nesta entrevista, Rene Silva trata dos mais diversos temas como inclusão e ativismo digital, desigualdade social, a importância de agir com e para a comunidade, a multiplicação de seu projeto pioneiro, o poder da tecnologia e a profusão de talentos que existem nas favelas a despeito das condições adversas. Nesta conversa com Rene Silva, participaram os comentadores convidados Paulo Sampaio, jornalista, Fred Coelho, historiador e pesquisador e a editora Isabel Diegues. ?A gente coloca o morador como protagonista. Muito diferente do que a grande mídia sempre faz, de narrar, de contar história. A narrativa da grande mídia é a partir da assessoria de imprensa da Polícia Militar, do governo, da Secretaria de Educação, da secretaria disso... E a gente não. A gente constrói uma narrativa a partir da fala do morador, a partir da participação daquela pessoa da comunidade. Então a pessoa se sente protagonista daquele projeto, sente que faz parte daquilo.? - Rene Silva
  • 425291

    28,0 %

    O Contrato Sexual

    sinopse
    • Uma vigorosa e inovadora reinterpretação da teoria política pelo feminismo. Neste livro, a cientista política Carole Pateman mostra que os teóricos do contrato social dos séculos XVV e XVIII calaram-se sobre o contrato sexual, que estabelece o patriarcado moderno e a dominação dos homens sobre as mulheres. Como escreve Pateman, ?os homens que, supostamente, fazem o contrato original são homens brancos, e seu pacto fraterno tem três aspectos: o contrato social, o contrato sexual e o contrato da escravidão, que legitima o domínio dos brancos sobre os negros?. As narrativas sobre o contrato sexual são rastreadas em várias frentes. Por um lado, pelo exame minucioso de alguns teóricos clássicos e contemporâneos do contrato, como Hobbes, Pufendorf, Locke, Rousseau, James Buchanan e John Rawls. Por outro, pela busca da gênese do patriarcalismo moderno, com o auxílio de autores como sir Robert Filmer, Sigmund Freud e Claude Lévi-Strauss. E também pela análise da construção mutuamente interdependente da esposa como ?dona de casa? e do marido como ?trabalhador?, assim como da relação entre o contrato de casamento e o de trabalho. Por fim, a autora se detém ainda sobre outros contratos que envolvem a mulher: o de prostituição e o de barriga de aluguel, pesando e discutindo argumentos feministas a respeito. O resultado é uma original e bem fundamentada reinterpretação da teoria política, que ilumina questões cruciais como liberdade e subordinação. ?Se as mulheres garantissem seus direitos civis e políticos e se tornassem economicamente independentes no novo mundo da cooperação voluntária, elas não teriam motivos para se submeterem aos homens em troca de sua subsistência e os homens não teriam meios para se tornarem senhores sexuais das mulheres.?

Produtos encontrados: 157 Resultado da Pesquisa por: em 8 ms

Itens por página:

Produtos selecionados para comparar: 0Comparar