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  • 424451

    Se Quiser Mudar O Mundo

    sinopse
    • Se quiser mudar o mundo, a hora é agora! Este é um livro para quem quer mudar o mundo. Para quem sente que está tudo de pernas para o ar. Para quem se cansou de só ouvir notícias ruins e quer soluções para os desafios que atravessam a sociedade. Mas, antes, é preciso saber algumas coisas importantes. Por isso, este também é um guia didático e introdutório dos principais conceitos de política, sem abrir mão de sua complexidade. Aqui, não há passo a passo nem receita de bolo. Muito pelo contrário: há muitas perguntas. Sobretudo, esta obra é radical. Ela propõe transformar o mundo, mas não de qualquer jeito. Nela, há uma caixinha de ferramentas para que seja possível provocar mudanças profundas. Este livro, portanto, também é um chamado. Um convite para se pensar alternativas, encarar dificuldades políticas e instigar os que sonham com um futuro melhor para si e para os outros. Pois, afinal de contas, como a autora Sabrina Fernandes nos lembra, a situação está complicada e, mais do que nunca, o mundo está precisando de gente que se importa.
  • 389545

    20,08 %

    Pequeno Manual Antirracista - Cia Das Letras

    sinopse
    • Onze lições breves para entender as origens do racismo e como combatê-lo. Neste pequeno manual, a filósofa e ativista Djamila Ribeiro trata de temas como atualidade do racismo, negritude, branquitude, violência racial, cultura, desejos e afetos. Em onze capítulos curtos e contundentes, a autora apresenta caminhos de reflexão para aqueles que queiram aprofundar sua percepção sobre discriminações racistas estruturais e assumir a responsabilidade pela transformação do estado das coisas. Já há muitos anos se solidifica a percepção de que o racismo está arraigado em nossa sociedade, criando desigualdades e abismos sociais: trata-se de um sistema de opressão que nega direitos, e não um simples ato de vontade de um sujeito. Reconhecer as raízes e o impacto do racismo pode ser paralisante. Afinal, como enfrentar um monstro desse tamanho? Djamila Ribeiro argumenta que a prática antirracista é urgente e se dá nas atitudes mais cotidianas. E mais ainda: é uma luta de todas e todos.
  • 425537

    Voce Sabe Com Quem Esta Falando

    sinopse
    • Você sabe com quem está falando? é composto por três ensaios que abordam aspectos complementares do autoritarismo no Brasil. As mais diversas ?autoridades?, pessoas abastadas ou celebridades têm oferecido um espetáculo deprimente de racismo, machismo, ignorância, arrogância e injustiça por se considerarem superiores aos demais e, portanto, dispensados de obedecer às leis e às normas da boa convivência social. Assim, ao examinar o fenômeno do ?Você sabe com quem está falando??, Roberto DaMatta nos confronta com um incômodo espelho que projeta uma imagem tanto mais repulsiva quanto verdadeira e precisa.
  • 423609

    A Bailarina Da Morte

    sinopse
    • "Contundente retrato do Brasil durante a pandemia de gripe espanhola, A bailarina da morte investiga a doença mortal que há um século assombrou a humanidade e revela trágicas semelhanças com a covid-19. No início do século XX, uma doença chegou ao Brasil a bordo de navios vindos da Europa. A gripe espanhola, como ficou conhecida a explosão pandêmica de uma mutação particularmente letal do vírus H1N1, matou dezenas de milhares de pessoas no país e cerca de 50 milhões no mundo inteiro. Altamente contagiosa, a moléstia atingiu todas as regiões brasileiras. A ?influenza hespanhola? paralisou a economia e desnudou a precariedade dos serviços de saúde. Disputas políticas e atitudes negacionistas de médicos e governantes potencializaram o massacre, que vitimou sobretudo os pobres. Iludida por estatísticas maquiadas e falsas curas milagrosas, a população ficou à mercê do vírus até o súbito declínio da epidemia, no começo de 1919. A partir de um vasto acervo de fontes e imagens da época, Lilia Moritz Schwarcz e Heloisa Murgel Starling recriam o cotidiano da vida e da morte durante o reinado de terror da ""gripe bailarina"", uma das maiores pandemias da história. ?Um atestado visceral de que não se lembrar da própria história é condenar-se a repeti-la. Nesta história com toques de ciência e por vezes ciência em contexto histórico, temos uma oportunidade para reconhecer que já estivemos aqui antes, numa pandemia que de fato concluiu um século. Quem sabe desta vez aprendemos a lição?? ? Suzana Herculano-Houzel ?Entre negação da ciência, curas milagrosas e uma doença que escancarou as desigualdades sociais da época, os historiadores do futuro, ao analisar a brilhante obra de Lilia Moritz Schwarcz e Heloisa Murgel Starling sobre a pandemia de 1918 ? escrita durante a pandemia de 2020 ?, indagarão, perplexos: Mas como pode ser possível que, em cem anos, não aprenderam nada?? ? Natalia Pasternak ?Em um mundo já fragilizado pela Primeira Grande Guerra, a gripe espanhola colocou em evidência a vulnerabilidade humana diante de um novo vírus. Este livro narra com maestria as rotas e a velocidade de disseminação da doença, ao mesmo tempo em que acentua as dificuldades e os equívocos para seu enfrentamento no Brasil oligárquico da Primeira República. Convida-nos a refletir sobre o valor da imaginação histórica para a abordagem da crise contemporânea.? ? Nísia Trindade Lima"
  • 382650

    Factfulness - O Habito Libertador De So Ter Opinioes Baseadas Em Fatos - Record

    sinopse
    • Com texto leve, esta obra ricamente ilustrada por gráficos e tabelas de fácil compreensão é acessível a todos ? desde o leigo até o especialista em economia ou estatística. Que porcentagem da população mundial vive na pobreza? Qual é o número de crianças vacinadas no mundo hoje? Quantas meninas terminam a escola? Quando confrontadas com perguntas simples a respeito das tendências globais, as pessoas sistematicamente dão respostas incorretas. Isso acontece quando nos preocupamos com tudo o tempo todo em vez de compreendermos as coisas como realmente são, e perdemos a capacidade de nos concentrar nas verdadeiras ameaças. Tomando emprestado o conceito de mindfulness (o ato de ter atenção plena nas experiências, atividades e sensações do presente), os autores propõem a ideia de factfulness: o hábito libertador de só ter opiniões baseadas em fatos. Inspirador, bem-humorado e cheio de histórias emocionantes, Factfulness é um livro urgente e essencial que mudará a maneira como você vê o mundo e o capacitará a responder melhor às crises e oportunidades do futuro.
  • 354996

    Quem Tem Medo Do Feminismo Negro - Cia Das Letras

    sinopse
    • Um livro essencial e urgente, pois enquanto mulheres negras seguirem sendo alvo de constantes ataques, a humanidade toda corre perigo.Quem tem medo do feminismo negro? reúne um longo ensaio autobiográfico inédito e uma seleção de artigos publicados por Djamila Ribeiro no blog da revista Carta Capital , entre 2014 e 2017. No texto de abertura, a filósofa e militante recupera memórias de seus anos de infância e adolescência para discutir o que chama de ?silenciamento?, processo de apagamento da personalidade por que passou e que é um dos muitos resultados perniciosos da discriminação. Foi apenas no final da adolescência, ao trabalhar na Casa de Cultura da Mulher Negra, que Djamila entrou em contato com autoras que a fizeram ter orgulho de suas raízes e não mais querer se manter invisível. Desde então, o diálogo com autoras como Chimamanda Ngozi Adichie, bell hooks, Sueli Carneiro, Alice Walker, Toni Morrison e Conceição Evaristo é uma constante. Muitos textos reagem a situações do cotidiano ? o aumento da intolerância às religiões de matriz africana; os ataques a celebridades como Maju ou Serena Williams ? a partir das quais Djamila destrincha conceitos como empoderamento feminino ou interseccionalidade. Ela também aborda temas como os limites da mobilização nas redes sociais, as políticas de cotas raciais e as origens do feminismo negro nos Estados Unidos e no Brasil, além de discutir a obra de autoras de referência para o feminismo, como Simone de Beauvoir.
  • 428565

    PRÉ-VENDA

    Sera Que Sou Feminista

    sinopse
    • Escrito por uma das principais jornalistas da América Latina, um manifesto corajoso, livre de doutrinas, para que possamos cada vez mais pensar (e viver) o feminismo em toda a sua diversidade. Alma Guillermoprieto dedicou grande parte de sua carreira a cobrir conflitos e movimentos sociais por toda a América Latina. Ao longo de sua trajetória retratou em crônicas e reportagens a história de mulheres comuns, sobreviventes dos mais diversos tipos de violência. Neste livro, ela reflete sobre sua própria posição como mulher e se questiona: Será que sou feminista? Sem a pretensão de ter todas as respostas, ela relata suas memórias quando jovem na machista sociedade mexicana e suas referências feministas, relembra encontros com líderes e ativistas, expõe sua visão da estrutura machista, racista e homofóbica que assassinou Marielle Franco, e tece ainda considerações a respeito do movimento #MeToo. Ao mesmo tempo em que evoca experiências pessoais, Guillermoprieto faz uma releitura das lutas históricas das mulheres, destacando avanços tão significativos quanto a pílula anticoncepcional e o direito ao voto, sem nos deixar esquecer do caminho árido que ainda há pela frente.
  • 428045

    PRÉ-VENDA

    A Loucura Das Massas

    sinopse
    • Em A loucura das massas, Douglas Murray examina as questões mais polêmicas do século XXI: sexualidade, gênero, tecnologia e raça. E revela a nova guerra cultural cujo campo de batalha são os ambientes de trabalho, universidades, escolas e casas, tudo em nome da justiça social, das políticas identitárias e da interseccionalidade.Na era pós-moderna em que vivemos, as grandes narrativas da religião e da política entraram em colapso. No lugar delas, deu-se início a uma cruzada para corrigir o que é considerado ?errado? e a uma manipulação da identidade, ambas aceleradas por novas formas de mídias sociais e jornalismo. Interesses de nichos passaram a dominar a sociedade, que se torna cada vez mais tribal.Douglas Murray afirma que ?o objetivo da política identitária parece ser politizar absolutamente tudo. Transformar todo aspecto da interação humana em uma questão política. [...] Os chamados para gastar nosso tempo descobrindo nosso lugar e o lugar dos outros na hierarquia da opressão são convites não somente para uma era de olhar para o próprio umbigo, mas também para transformar cada relacionamento humano em uma calibração de poder político. Em uma era sem propósito e um universo sem significado claro, esse chamado para politizar tudo e então lutar por isso tem um atrativo indubitável. Isso dá um tipo de sentido à vida?.Nenhum leitor, seja qual for seu espectro político, deve ignorar a argumentação cuidadosa e provocativa deste A loucura das massas, que busca atribuir algum sentido à discussão que envolve as questões mais complicadas da geração atual. O autor finaliza com um apelo em prol da liberdade de expressão, dos nossos valores em comum e da sanidade em uma época de histeria em massa.
  • 427710

    PRÉ-VENDA

    A Ilusao Da Lua

    sinopse
    • Este livro é organizado em torno de três pilares ? a ciência que nos rodeia em pílulas de exemplos cotidianos, a maneira de fazer ciência e como é importante divulgá-la corretamente, e o perigo das pseudociências. A ideia é discutir os processos da ciência e como podemos aproveitá-la nas tomadas de decisões.
  • 427514

    PRÉ-VENDA

    Vozes Vegetais

    sinopse
    • Uma lição a aprender nesta virada do século XXI é a de que não é mais possível negar as consequências das ações dos seres humanos para o planeta como um todo. Uma nova relação com as plantas se faz urgente. O que temos a aprender com elas? Ouvir as vozes vegetais é o primeiro passo para vegetar com elas. Vegetar é crescer em contiguidade com o mundo, engajar-nos com aquilo que nos circunda. Esse é o fio condutor dos ensaios, depoimentos e poemas reunidos aqui. 17 textos de um filósofo, uma botânica, uma arqueóloga e um arqueólogo, uma agricultora e agrônoma, um agrônomo, antropólogas e antropólogos, cientistas sociais, pensadores indígenas e uma poeta, que dão um panorama do que há de mais avançado na pesquisa da relação entre seres humanos e plantas no Brasil, tendo como pano de fundo os campos político, ambiental e econômico. Parte I ? Semear a terra: modos de resistência contra o reacionarismo moderno. Textos de: Pedro Paulo Pimenta, Stelio Marras, Laure Emperaire, Joana Cabral de Oliveira, Maria Rodrigues dos Santos. Parte II ? Raízes da diversidade: saberes dos povos do passado e do presente, histórias de vida e lugares de memória. Textos de: Eduardo Góes Neves, Laura Pereira Furquim, Gilton Mendes dos Santos, Priscila Ambrósio Moreira, Marta Amoroso. Parte III ? Socialidades vegetais: parentesco, predação, cuidados e afetos. Textos de: Miguel Aparicio, Fabiana Maizza, Karen Shiratori. Parte IV ? Colhendo frutos: mito e ritual, ciclos de vida e interações multiespécies. Textos de: Mario Rique Fernandes, Igor Scaramuzzi, Ana Gabriela Morim de Lima, Creuza Prumkwyj Krahô, Veronica Aldé, Izaque João Kaiowá. Poemas de Júlia de Carvalho Hansen.
  • 427160

    PRÉ-VENDA

    A Farmacia De Ayn Rand

    sinopse
    • O presente livro surge num extraordinário movimento de descoberta de Ayn Rand no Brasil. Dennys G. Xavier ? um dos maiores e mais autorizados divulgadores da autora no Brasil, coordenador do volume best-seller ?Ayn Rand e os devaneios do coletivismo? (Coleção Breves Lições) ?, dá a conhecer, em linguagem acessível e cientificamente precisa, alguns dos conceitos fundamentais da Etica do Objetivismo, filosofia concebida por Ayn Rand, construindo uma espEcie de pequena ?farmácia? composta por doses de anticoletivismo, de antiestatismo, de racionalidade e de egoísmo virtuoso. Mas Dennys G. Xavier vai alEm. De bom grado cedeu aos apelos de homem apaixonado pelos antigos gregos e do desejo de recuperar dimensão histórica da Filosofia, evocando, na primeira parte do livro, elementos que situam o leitor diante de condições específicas do nascimento dessa peculiar forma de racionalidade. Sim, a ?farmácia? E de Ayn Rand, mas muitos dos produtos nela disponíveis são derivados de substâncias descobertas bem antes no tempo, nas origens remotas do pensamento grego antigo. Nesse livro, o leitor conta ainda com Apêndice muito especial: um diálogo divertido e instrutivo com uma notável divulgadora de Ayn Rand no Brasil, Lara Nesteruk.
  • 426783

    Etica Crime E Loucura

    sinopse
    • Abordagem de projetos societários e/ou profissional exige não cairmos nas armadilhas dos discursos que proclamam valores radicalmente humanistas sem que sejam capazes de elucidarem as bases concretas de suas objetivações históricas. A autora discute o trabalho profissional, em face da materialização dos princípios fundamentais do Código de Ética dos Assistentes Sociais e os valores que fundamentam o atual Projeto Crítico do Serviço Social brasileiro ? o Projeto Ético-Político do Serviço Social.
  • 426619

    O Trauma Da Pandemia Do Coronavirus

    sinopse
    • Fruto das pesquisas do autor e da urgência do momento, O trauma na pandemia do Coronavírus desenha as impressões e experiências da crise do Covid-19, especialmente da perspectiva brasileira. O psicanalista Joel Birman analisa em O trauma na pandemia do Coronavírus a dimensão psíquica da pandemia da Covid-19, colocando em destaque as suas dimensões política, social, econômica, ecológica, cultural, ética e científica. Escrito a quente, o livro chama a atenção para a problemática do trauma, intimamente relacionada à noção de catástrofe humanitária, subjetiva e nacional em que particularmente a população brasileira está inserida. É um livro necessário a todas as pessoas que desejam compreender e processar subjetivamente esse período brutal. Para Luis David Castiel, professor e pesquisador do Departamento de Epidemiologia da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca/Fiocruz, ?Joel fez um ensaio com uma síntese factual da pandemia no Brasil e traz um precioso estudo psicanalítico sobre a repercussão em termos da dimensão catástrofe/trauma. Decerto, irá servir sobretudo para proporcionar sentidos capazes de viabilizar formas consistentes para decifrar as razões de sofrimentos subjetivos provocados pelos enigmas covidianos de cada dia.? Trecho do livro: ?A assunção do imperativo da bolsa no lugar do imperativo da vida, por alguns governantes, implicou em um ato perverso e cruel. De acordo com seus cálculos políticos e eleitorais, preferiram sacrificar milhares de vidas e empilhar os cadáveres dos seus cidadãos a se importar com o que é de fato digno de valor: a vida de cada um, em sua singularidade inigualável e incomparável.?
  • 426456

    Entao Voce Quer Conversar Sobre Raca

    sinopse
    • Este best-seller do New York Times é uma leitura indispensável sobre a questão de raça e tudo o que a envolve. Escrito por Ijeoma Oluo, Então você quer conversar sobre raça é um livro essencial para os dias de hoje. Diante dos últimos acontecimentos mundiais relacionados à supremacia branca ? da violência policial ao encarceramento em massa da população negra ?, os holofotes da mídia parecem se voltar para a questão do racismo em nossa sociedade. Para além das grandes questões de segurança e saúde públicas, este é um tema que permeia o nosso dia a dia. Por que em sala de aula lemos, basicamente, autores homens e brancos (e, muitas vezes, homens brancos europeus)? Como dizer a um amigo que ele fez uma piada racista? Por que sua amiga se sentiu ofendida quando você pediu para tocar no cabelo dela ? e como é possível passar a agir corretamente? Como explicar o privilégio branco para seu amigo branco privilegiado? E como ajudar na luta antirracista sendo uma pessoa branca privilegiada? Em Então você quer conversar sobre raça, Ijeoma Oluo orienta leitores de todas as raças sobre assuntos que vão desde interseccionalidade e ações afirmativas a questões que envolvem as ?minorias modelo? e o lugar de fala. Mas tendo sempre em vista tornar possível o aparentemente impossível: criar um espaço para conversas honestas sobre raça e racismo, e também sobre sua presença em vários setores da sociedade e aspectos de nossa vida. De maneira verdadeira e direta, Então você quer conversar sobre raça traz um guia para debate e apresenta uma proposta de diálogo sobre raça a partir da perspectiva de uma mulher negra. Este Guia para discussão, que vem ao final do livro, traz apontamentos para estabelecer um plano de ação para pessoas de todas as raças que buscam uma autoavaliação e estão comprometidas com o progresso coletivo. Então você quer conversar sobre raça se propõe a ser uma ferramenta que ajudará o leitor a abordar esse tema e a auxiliar a construir um mundo melhor para pessoas de raças e classes sociais distintas. Independentemente do seu nível socioeconômico, de sua formação educacional ou experiência, de sua cor de pele, esta pode ser uma ferramenta válida e extremamente útil quando se quer iniciar uma conversa sobre raça.
  • 426260

    Feminismo

    sinopse
    • Agradecimentos 7 Introdução 9 1 Opressão 25 2 Corporificação 71 3 Sexualidade e desejo 113 4 Diferenças entre as mulheres e dentro delas 152 5 Atuação 186 6 Responsabilidade 226 Questões para discussão e revisão 263 Leituras complementares 267 Referências 277 Índice analítico 291
  • 425817

    Os Seis Meses Em Que Fui Homem

    sinopse
    • A Patrona do Feminismo Brasileiro analisa sua participação no mundo masculino do poder. Em Os seis meses em que fui homem, a Patrona do Feminismo Brasileiro, Rose Marie Muraro, apresenta um ensaio vivo e atual, que tem como mote a participação da autora como candidata a deputada federal na Constituinte de 1988. Publicado pela primeira vez em 1990, oferece um olhar sobre o tempo histórico que nos ajuda a entender como o feminismo chegou até aqui. Uma análise rica de informação nos campos da antropologia, da arqueologia, da história, da política e da física, com o fio condutor da cultural diferença sexual, surge como um turbilhão de possibilidades. Segundo Rose Marie Muraro, Os seis meses em que fui homem ?é [...] uma catarse. Quis escrever tudo o que sei sobre o mundo masculino para que os homens e mulheres possam compreendê-lo como eu o vi [...]. Porque continuo no mundo masculino, mas rejeito-o radicalmente. E com ele também rejeito o outro lado, o mundo doméstico que o sistema destinou à mulher e que é o suporte deste sistema. Porque a casa é boa, porque ela é um oásis num mundo assassino, é que este mundo ainda não explodiu. Quero, sim, um mundo novo. Mas, para conhecer esse mundo, é preciso que você entre comigo na emoção das dimensões do poder que eu vivi.? Para a filósofa Marcia Tiburi, que assina a apresentação do livro, ?Rose Marie Muraro foi tão importante para nós como Simone de Beauvoir foi para a França, como Maya Angelou, para os Estados Unidos, como Rosa Luxemburgo, para a Alemanha, para citar alguns nomes bem fortes, que nos ajudam a situar a grandeza dessa personagem histórica fundamental na história do feminismo brasileiro.? Rose Marie Muraro era um verdadeiro espírito livre. Com este livro, ela nos ajuda hoje a encontrar um espelho no qual as mulheres brasileiras possam se olhar com respeito e amor a si mesmas.
  • 425481

    Eu E A Supremacia Branca

    sinopse
    • LAYLA F. SAAD Subtítulo: Como reconhecer seu privilégio, combater o racismo e mudar o mundo Um livro para todos que estão prontos a examinar de perto as próprias crenças e preconceitos, e a fazer o trabalho necessário para mudar o mundo. Baseado num desafio no Instagram que conquistou a atenção de pessoas ao redor do mundo, Eu e a supremacia branca conduz os leitores por uma jornada de 28 dias, com sugestões de exercícios e dicas para realizar o necessário e indispensável trabalho capaz de levar a uma melhoria das relações sociais. Revisto e atualizado após o desafio on-line, aqui o trabalho antirracista proposto será aprofundado com contextos históricos e culturais, emocionantes histórias pessoais, definições expandidas, e exemplos e referências, oferecendo aos leitores o que cada um precisa para entender o racismo e desmontar seus preconceitos. Foi originalmente publicado em 2020 e entrou na lista de best-sellers do The New York Times.
  • 425332

    Quarenta E Quatro Em Quarentena

    sinopse
    • Grandes nomes da política, da economia, das artes e do jornalismo em conversas descontraídas sobre as principais questões do nosso tempo O ano de 2020 foi praticamente todo passado em isolamento social. Afeito a aglomerações e conhecido por agregar pessoas dos meios mais diversos, o arquiteto Miguel Pinto Guimarães decidiu usar esse tempo para conversar com amigos em lives abertas ao grande público. E o que começou com a ideia de discutir questões envolvendo arquitetura e urbanismo acabou cobrindo uma série de temas debatidos com figuras de grande destaque em múltiplas áreas, como Gilberto Gil, Fernando Henrique Cardoso, Sonia Guajajara, Regina Casé, Guga Chacra, Pedro Malan, Marina Silva, Teresa Cristina, Gregório Duvivier e muitos outros. Quarenta e quatro em quarentena é o registro dessas conversas em livro. Algumas com humor, outras com um tom mais analítico, as entrevistas têm em comum a informalidade que, muitas vezes, levou os convidados a discutirem assuntos que extrapolam suas especialidades. Estão aqui as divagações sobre o que seria o tão falado novo normal, os desafios de se manter produtivo em tempos turbulentos, a conjuntura política do país, alternativas sustentáveis para a economia, a trajetória dos movimentos negros e a situação dos povos indígenas, além da história do samba, o papel do humor no cotidiano, o significado do envelhecimento e o impacto de uma pandemia em nossa percepção do que é ser humano. Ao convidar os amigos para dialogar, Miguel criou um mosaico dos principais temas discutidos na atualidade. O momento de descontração tornou-se também de reflexão sobre o que nos trouxe até aqui e para onde gostaríamos de ir. Quarenta e quatro em quarentena é um livro para ler e discutir com os amigos, em conversas virtuais ou aglomerações (assim que a conjuntura permitir!).
  • 425299

    Rene Silva - Ativismo Digital E Acao Comunitaria

    sinopse
    • Cabeças da Periferia revela, através de entrevistas, o universo e as ideias de artistas-ativistas, e como seus projetos e ações reinventam os territórios. Em Rene Silva, ativismo digital e ação comunitária, somos apresentados a este jovem comunicador, a mente perspicaz por trás do Voz das Comunidades, um veículo de comunicação horizontal comunitária que hoje atua em várias comunidades cariocas e informa sobre o cotidiano e as questões pertinentes às favelas, articulando pontes entre os moradores, o poder público, a iniciativa privada e a grande mídia, promovendo uma série de ações humanitárias e culturais. Em novembro de 2010, enquanto o Brasil acompanhava pela TV a ocupação do Complexo do Alemão pelas Forças Armadas e pela Polícia Militar, através da UPP, um jovem morador, aos 16 anos, tuitava em tempo real ? e em primeira mão ? o passo a passo da operação policial. Essa iniciativa, aparentemente trivial, revolucionou a forma de se fazer jornalismo a respeito do que se passa nas favelas cariocas e deu voz e protagonismo aos moradores da comunidade. Nesta entrevista, Rene Silva trata dos mais diversos temas como inclusão e ativismo digital, desigualdade social, a importância de agir com e para a comunidade, a multiplicação de seu projeto pioneiro, o poder da tecnologia e a profusão de talentos que existem nas favelas a despeito das condições adversas. Nesta conversa com Rene Silva, participaram os comentadores convidados Paulo Sampaio, jornalista, Fred Coelho, historiador e pesquisador e a editora Isabel Diegues. ?A gente coloca o morador como protagonista. Muito diferente do que a grande mídia sempre faz, de narrar, de contar história. A narrativa da grande mídia é a partir da assessoria de imprensa da Polícia Militar, do governo, da Secretaria de Educação, da secretaria disso... E a gente não. A gente constrói uma narrativa a partir da fala do morador, a partir da participação daquela pessoa da comunidade. Então a pessoa se sente protagonista daquele projeto, sente que faz parte daquilo.? - Rene Silva
  • 425291

    O Contrato Sexual

    sinopse
    • Uma vigorosa e inovadora reinterpretação da teoria política pelo feminismo. Neste livro, a cientista política Carole Pateman mostra que os teóricos do contrato social dos séculos XVV e XVIII calaram-se sobre o contrato sexual, que estabelece o patriarcado moderno e a dominação dos homens sobre as mulheres. Como escreve Pateman, ?os homens que, supostamente, fazem o contrato original são homens brancos, e seu pacto fraterno tem três aspectos: o contrato social, o contrato sexual e o contrato da escravidão, que legitima o domínio dos brancos sobre os negros?. As narrativas sobre o contrato sexual são rastreadas em várias frentes. Por um lado, pelo exame minucioso de alguns teóricos clássicos e contemporâneos do contrato, como Hobbes, Pufendorf, Locke, Rousseau, James Buchanan e John Rawls. Por outro, pela busca da gênese do patriarcalismo moderno, com o auxílio de autores como sir Robert Filmer, Sigmund Freud e Claude Lévi-Strauss. E também pela análise da construção mutuamente interdependente da esposa como ?dona de casa? e do marido como ?trabalhador?, assim como da relação entre o contrato de casamento e o de trabalho. Por fim, a autora se detém ainda sobre outros contratos que envolvem a mulher: o de prostituição e o de barriga de aluguel, pesando e discutindo argumentos feministas a respeito. O resultado é uma original e bem fundamentada reinterpretação da teoria política, que ilumina questões cruciais como liberdade e subordinação. ?Se as mulheres garantissem seus direitos civis e políticos e se tornassem economicamente independentes no novo mundo da cooperação voluntária, elas não teriam motivos para se submeterem aos homens em troca de sua subsistência e os homens não teriam meios para se tornarem senhores sexuais das mulheres.?
  • 425160

    A Cabana Do Pai Tomas

    sinopse
    • Uma das vozes abolicionistas mais influentes dos Estados Unidos, Harriet B. Stowe consagrou-se como autora deste livro, que em dez anos vendeu 4,5 milhões de exemplares em todo o mundo, e foi o principal motor do movimento antiescravista em seu país, com repercussão na Europa e na América do Sul.Todavia, mais de cem anos após sua edição, é alvo constante de críticas que apontam as concepções cristãs da autora como fator determinante - e limitante - de seu texto, tingido de traços racistas. Pai Tomás, símbolo do abolicionismo, é um homem de natureza nobre, mas submisso, contrário à escravidão, mas avesso à violência, ao passo que outros personagens reproduzem estereótipos da população afrodescendente. Trata-se, porém, de um relato vívido e emocionante das condições de vida dos escravizados nos sul dos EUA, fornecendo argumentos para um rico debate sobre o tema, em uma narrativa mesclada de ação e humor.
  • 424993

    Por Um Feminismo Afro Latino Americano

    sinopse
  • 424421

    Sobre Armas, Leis E Loucos

    sinopse
    • "Escritos ao longo de duas décadas de estudos, debates e pesquisas, os 101 artigos que compõem esta coletânea dão um duplo testemunho: nota-se, por um lado, o sólido domínio do autor sobre o tema ? Bene Barbosa é talvez a maior autoridade do país quando o assunto é armamento e as leis que o regimentam (quando não o boicotam) ?, por outro lado, especialmente nos artigos cujo tom é mais pessoal e evocativo, vê-se uma alma vibrante, forjada por inúmeras batalhas travadas para sustentar os valores em que firmemente acredita. Como ninguém mais poderia fazer, Bene apresenta ao leitor as tensões básicas que estão sempre em jogo na esfera da segurança pública nacional, e o faz de modo claro, incisivo e consistente, apoiado na ciência dos estudos e na dura realidade brasileira, que muitos padecem e outros tantos ? os loucos do título ? distorcem. Para quem chegou agora na discussão ou não agüenta mais ouvir os fracos e surrados argumentos da mídia desarmamentista, esse one-o-one com Bene Barbosa será tiro e queda. "
  • 424457

    A Boa E A Ma Educacao

    sinopse
    • "Este livro tem o propósito de explicar em que consiste a boa qualidade educacional. Para isso, estudaremos vários sistemas escolares, tanto os que dão bons resultados como os que dão maus, trazendo dados da França, Finlândia, Estados Unidos, Suécia, Japão, China e Espanha. Por meio desse percurso comparativo, e com o auxílio de uma porção de relatos e de estudos acadêmicos de disciplinas variadas, tentaremos mostrar por que o modelo educacional em vigor em muitos países ocidentais não funciona. Para entender o que aconteceu com a educação do Ocidente nos últimos anos é essencial estudar os conteúdos e métodos de todo um conglomerado de pedagogias que poderíamos chamar de ?libertárias? ou ?progressistas?, e que, na falta de nome melhor, chamaremos sinteticamente de ?nova pedagogia?. A tônica deste livro, porém, não é a crítica generalizada desse conjunto, mas destacar, para todo leitor livre de preconceitos, que tipo de práticas são mais recomendáveis ? e como, curiosamente, muitas delas coincidem com o que foi a educação tradicional do Ocidente. INGER ENKVIST (1947?) é professora de literatura espanhola na Universidade de Lund, na Suécia. Já publicou estudos sobre Miguel de Unamuno, José Ortega y Gasset, Mario Vargas Llosa e outros, além de vários livros sobre educação, em sueco e em espanhol. Nestas obras, critica as bases ideológicas da nova pedagogia, demonstra seus maus resultados e suas conseqüências malignas para a cultura ocidental como um todo, e apela para a recuperação de elementos da pedagogia tradicional, como o valor do conhecimento, da dedicação do aluno e da autoridade do professor competente. "
  • 423400

    A Tirania Do Merito

    sinopse
    • "As democracias liberais estão em risco. E, de acordo com o filósofo Michael J. Sandel, o princípio do mérito, um de seus pilares básicos, é o responsável por esse cenário. Vivemos em uma constante competição, que separa o mundo entre ""ganhadores"" e ""perdedores"", esconde privilégios e vantagens e justifica o status quo por meio de ideias como ""quem se esforça tudo pode"" e ""se você pode sonhar, você pode fazer"". O resultado concreto é um mundo que reforça a desigualdade social e, ao mesmo tempo, culpabiliza as pessoas, o que gera uma onda coletiva de raiva, frustração, populismo, polarização e descrença em relação ao governo e aos demais cidadãos. A resposta pública se manifesta em eventos como as eleições de Donald Trump, nos Estados Unidos em 2016, e de Jair Bolsonaro, no Brasil em 2018.Ao analisar conceitos em torno da ética do estudo, do trabalho, do sucesso, do fracasso, da tentativa e de quais são os meios considerados legítimos para trilhar esses caminhos, Sandel sugere um novo olhar para essas relações. O autor salienta as contradições do discurso meritocrático, seus contextos estruturais e a arrogância dos ""vencedores"", que julgam duramente os ""perdedores"".A tirania do mérito propõe que para existir uma ética diferente e dignificadora, o sucesso deve ser compreendido em prol da coletividade. Indica que uma alternativa de pensamento guiado pela humildade, pela compreensão do papel do acaso na vida humana e pela criação real da oportunidade poderá ser, então, a melhor bússola para a democracia, para o bem comum. ""Estes são tempos perigosos para a democracia. O perigo pode ser visto no aumento da xenofobia e no crescente apoio público de figuras autocráticas que testam os limites das normas democráticas. Essas tendências por si só são problemáticas. [...]Mas é um erro enxergar apenas intolerância no protesto populista ou vê-lo somente como uma reclamação da economia [...]. Foi também uma reprimenda direcionada à abordagem tecnocrata da política, que é insensível aos ressentimentos de pessoas que sentem ter sido deixadas para trás pela economia e pela cultura."" ""Acessível e profundo, A tirania do mérito é uma análise reveladora da perversa injustiça de nossa sociedade, movida em parte por uma ingênua e míope confiança na noção de mérito. Em tempos de retórica fácil e tribalismo irrefletido, este livro provocativo é leitura obrigatória àqueles que ainda se importam com o bem comum."" - Preet Bharara, ex-procurador do distrito de Nova York"
  • 423330

    Careta Pra Chupeta

    sinopse
    • É só o menino estar com a chupeta na boca que todo mundo faz careta pra ele. Cansado de tanta cara feia, ele tem uma ideia: guardar em uma caixinha todas as chupetas que encontrar. Será que agora vão acabar as caretas? Reúna coragem e embarque você também nesta aventura! Inspirado na vivência que a autora teve como mãe e com ilustrações delicadas e engraçadas, este livro vai arrancar risos (e talvez caretas!) do pequeno leitor e ajudá-lo a ver que pode ser fácil dar adeus às chupetas. Além de uma história muito divertida, o livro contém um guia detalhado, escrito pelo odontopediatra Daniel Korytnicki, com valiosas dicas sobre como ajudar a criança a interromper o hábito da chupeta, inclusive um passo a passo, tanto para crianças pequenas quanto para as maiorzinhas. O livro é indicado para ser usado em casa e também nas escolas.
  • 423336

    Notas De Um Filho Nativo

    sinopse
    • A obra-prima de não ficção de um dos escritores mais brilhantes do século XX sobre raça e identidade. Na nota introdutória deste volume, James Baldwin, aos 31 anos, se dá conta do momento mais importante de sua formação, quando se viu obrigado a perceber que a linha do seu passado não levava à Europa, e sim à África. Foi então que ele se deparou com uma revelação chocante: Shakespeare, Bach e Rembrandt não eram criações ?realmente minhas, não abrigavam minha história, seria inútil procurar nelas algum reflexo de mim. Eu era um intruso, aquele legado não era meu?. Publicada originalmente em 1955, esta reunião de ensaios escritos entre as décadas de 1940 e 1950 é a primeira obra de não ficção do autor de O quarto de Giovanni. O que mais impressiona nesses testemunhos ? narrados com inteligência, sensibilidade e estilo extraordinário ? é sua atualidade. Ao usar como matéria-prima sua própria experiência para refletir sobre o que representa ser um escritor negro e homossexual nos Estados Unidos, seu país de origem, e em Paris, cidade onde viveu por muitos anos, Baldwin oferece um poderoso e urgente depoimento sobre direitos civis. O volume inclui o prefácio à edição de 1984, assinado por Edward P. Jones, posfácios de Teju Cole e Paulo Roberto Pires e um alentado ?Sobre o autor?, por Marcio Macedo.
  • 423295

    10 Historias Para Tentar Entender Um Mundo Caotico

    sinopse
    • Neste livro, Ruth Manus e Jamil Chade refletem sobre felicidade, corrupção, saúde, violência, meio ambiente, desigualdade, amor, racismo e tantos outros temas que assombram um planeta em transformação. ?Fiquei encantado com este livro. É um caderno de viagens. Traz histórias que vão da menina de 10 anos no interior da Tanzânia a uma briga de rua em Belfast e à mulher de burca em Marrakesh. Em tom coloquial, Ruth Manus e Jamil Chade fazem reflexões sobre as contradições das sociedades modernas e os grandes desafios do nosso tempo. Você vai gostar de ler.? ? DRAUZIO VARELLA ?Este livro já nasce obrigatório. É um livro para quem quer compreender por que chegamos ao tempo das pandemias e por que o pior que pode nos acontecer é voltar à anormalidade mortífera que condena a maioria a uma vida sem vida. É um livro, principalmente, para quem quer criar um futuro em que possamos viver em igualdade de direitos no planeta-casa que partilhamos.? ? ELIANE BRUM Organizado na forma de uma conversa descontraída, este livro surge da tentativa de extrair sentido diante da perplexidade cotidiana. Ruth Manus e Jamil Chade, dois brasileiros radicados na Europa, debatem assuntos que nos assombram nesse agitado século XXI. A partir de 10 histórias reais vividas pelos autores, eles fazem perguntas essenciais para o nosso tempo, como por exemplo: ? Por que permitimos que governos gastem mais com armas do que com remédios? ? Como garantir que a democracia vá além das urnas? ? A felicidade pode ser uma política de Estado? ? A emergência climática põe em xeque valores da cultura ocidental? ? O que a desigualdade nos mostra a respeito da violência urbana? Reflexões não só necessárias como urgentes, e que nos ajudam a encontrar a beleza em meio ao caos.
  • 423368

    Povo De Deus

    sinopse
    • Por que 2020 é a década dos evangélicos? Nos anos 1970, os evangélicos representavam apenas 5% dos brasileiros, hoje, são um terço da população adulta do país e, segundo estatísticos, superarão os católicos na próxima década. Mais importante do que a magnitude dos números é o que isto representa: pretos e pardos pobres convertidos ao protestantismo ascendem socialmente, e hoje estão presentes no próprio Estado. Povo de Deus pretende partilhar com os leitores este fato que já é conhecido por sociólogos e antropólogos que estudam religião: entrar para a igreja evangélica melhora as condições de vida dos brasileiros mais pobres. Escrito em linguagem direta e clara, o livro dá ao leitor acesso aos principais estudos sobre o cristianismo evangélico no Brasil. Sem jargões e a linguagem nebulosa de muitos livros acadêmicos, Povo de Deus apresenta temas básicos que vão desde o que é o protestantismo pentecostal e de como ele se diferencia do protestantismo histórico até o exame das consequências do crescimento da presença evangélica no Estado, tema crucial considerando que o voto evangélico consolidou a vitória de Jair Bolsonaro na eleição presidencial de 2018. Juliano Spyer argumenta que o preconceito que muitos brasileiros escolarizados expressam contra o cristianismo evangélico reflete o preconceito contra pobres que não se vitimam e buscam sua inclusão social via educação e consumo. Este é um dos fenômenos de massa mais importantes do século, muito pouco conhecido pelas elites pensantes do Brasil, que ignoram a rica e extensa literatura acadêmica produzida nas últimas décadas sobre o assunto.
  • 422918

    Poderosos Pedofilos - Matrix

    sinopse
    • Eles têm posição de destaque na sociedade. São juízes, delegados, procuradores de Justiça, empresários de sucesso. Do alto de suas atuações eles poderiam ajudar muitas pessoas, promovendo o progresso e combatendo bandidos. Mas praticaram um dos crimes mais hediondos: o abuso sexual de menores de idade. Prepare-se para uma das mais ousadas investigações jornalísticas do Brasil, no relato contundente de Amaury Ribeiro Jr. Ao longo de vinte anos de trabalho, com muito sangue frio, astúcia e inteligência, o autor se embrenhou por regiões onde a pobreza extrema, a ganância, famílias desestruturadas e a certeza da impunidade criam condições para a atuação de pedófilos poderosos. Gente que muitas vezes se diz defensora da moral e dos bons costumes. Muitas crianças devem a vida ao trabalho aqui apresentado. A coragem e o profissionalismo do autor ajudaram a lei a atuar. Mas ainda há muito por fazer. Ler este livro é parte desse processo.
  • 422807

    Em Defesa Do Futuro

    sinopse
    • Vencedor do prêmio Erich Fromm 2020. Uma defesa radical e apaixonada do ser humano, de nossos direitos e liberdades universais e de nosso poder de mudar o mundo. Como preservar o que nos torna humanos em uma época de incerteza? Fomos reduzidos a meros consumidores moldados pelas forças do mercado? Uma sequência de DNA? Uma coleção de instintos básicos? Ou isso não faz mais diferença, porque em breve seremos suplantados por algoritmos e inteligência artificial? Para confrontar essas questões, Paul Mason propõe um humanismo radical. Para ele, a economia de livre mercado foi a porta de entrada para a cultura anti-humanista e fatalista que domina este início de século XXI. Por isso, a revolução que precisamos promover deve ser menos um evento político e mais a redescoberta da filosofia moral. Tendo por base suas reportagens sobre rebeliões e grandes protestos em massa ? como em Istambul e Washington ?, além de sua infância numa comunidade inglesa de mineiros, o jornalista e escritor atravessa temas variados que vão da economia ao Big Data, passando pela neurociência e as guerras culturais, para mostrar como a noção de humanidade ? do valor e da força coletiva e individual do ser humano ? tornou-se deteriorada como nunca antes. Mason argumenta que através da linguagem, da inovação e da cooperação ainda somos capazes de moldar nosso futuro, pois os seres humanos são muito mais que marionetes, clientes ou engrenagens numa máquina. Obra de otimismo radical, Em defesa do futuro nos faz uma pergunta definitiva: queremos ser controlados? Ou desejamos algo melhor? ?Emocionante, brilhante, radical. Uma defesa admirável dos humanos contra as máquinas.? ? The Guardian
  • 422805

    Prisoes

    sinopse
    • Prisões: Espelhos de nós aborda a tragédia do sistema carcerário brasileiro. O livro mostra como a pandemia evidencia a calamidade que domina as prisões em todo o país. A incidência de Covid-19 em presídios é cinco vezes maior do que fora deles. Entre maio e junho de 2020, houve aumento de 800% nas taxas de contaminação nas prisões. Até julho de 2020, porém, a testagem da população prisional não chegava a 0,5%. Juliana Borges situa o impacto da pandemia na moldura mais ampla da política de encarceramento no país. O Brasil é o terceiro no ranking de nações que mais encarceram no mundo, com uma população de mais de 755 mil presos. Muitas prisões, contudo, são desnecessárias: mais de 30% dos presos ainda não foram sentenciados e a maior parte não está presa em razão de crimes graves. O livro acrescenta a esse cenário desolador o problema estrutural do racismo. Cerca de 75% dos homicídios ocorridos todos os anos no Brasil atingem negros. Dentre a população carcerária, cerca de 60% é negra. Os negros constituem o ponto de ligação entre a maioria de presos, a maioria de assassinados e a maioria de mortos pela Covid-19. O ensaio mostra, de forma enfática, como isso não é uma coincidência, mas parte de uma política de Estado executada todos os dias no país.

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