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    20,05 %

    Viver A Que Se Destina - Papirus

    sinopse
    • "Qual o sentido da vida? Por que aqui estamos? Será destino? Será escolha? Neste livro, Mario Sergio Cortella e Leandro Karnal, dois dos maiores pensadores contemporâneos no Brasil, se encontram para refletir sobre essas questões que há séculos fascinam e intrigam a humanidade. A ciência, a filosofia, a religião e a arte têm oferecido algumas possibilidades de resposta que os autores discutem aqui. Afinal, pode ser aterrador imaginar que não há um destino, algo que explique a nossa existência. Por outro lado, a ausência de sentido nos deixa livres para ser e viver conforme desejarmos - embora isso implique também responsabilidade. Mas somos mesmo livres? Seja escolha ou destino, seja a vida um drama que vamos tecendo ou uma tragédia anunciada, fato é que estamos sempre a procurar algum propósito que torne a existência mais significativa. Mas o que explica que algumas pessoas tenham mais sucesso do que outras no que fazem? Seria dom, vocação ou resultado de um esforço? Como os autores apontam, talvez a vida seja menos inspiração e mais transpiração."
  • 382948

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    30,07 %

    Felicidade - Modos De Usar - Planeta

    sinopse
    • Um bate-papo entre três pensadores pop sobre um assunto que interessa a todo mundo: como ser feliz O livro é resultado do debate entre Cortella, Karnal e Pondé em comemoração aos 15 anos da Editora Planeta no Brasil, realizado em maio de 2018. Durante uma hora e meia, os três discutiram o que é felicidade, o que ela significa, que caminhos podem nos levar a sermos pessoas mais felizes. Como sempre fazem, citaram outros filósofos e pensadores, deram exemplos pessoais e terminaram mostrando que ser feliz é possível ? não o tempo todo, mas é possível para todos.
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    14,98 %

    Vida Nao E Util, A - Cia Das Letras

    sinopse
    • Em reflexões provocadas pela pandemia de covid-19, o pensador e líder indígena Ailton Krenak volta a apontar as tendências destrutivas da chamada ?civilização?: consumismo desenfreado, devastação ambiental e uma visão estreita e excludente do que é a humanidade. Um dos mais influentes pensadores da atualidade, Ailton Krenak vem trazendo contribuições fundamentais para lidarmos com os principais desafios que se apresentam hoje no mundo: a terrível evolução de uma pandemia, a ascensão de governos de extrema-direita e os danos causados pelo aquecimento global. Crítico mordaz à ideia de que a economia não pode parar, Krenak provoca: ?Nós poderíamos colocar todos os dirigentes do Banco Central em um cofre gigante e deixá-los vivendo lá, com a economia deles. Ninguém come dinheiro?. Para o líder indígena, ?civilizar-se? não é um destino. Sua crítica se dirige aos ?consumidores do planeta?, além de questionar a própria ideia de sustentabilidade, vista por alguns como panaceia. Se, em meio à terrível pandemia de covid-19, sentimos que perdemos o chão sob nossos pés, as palavras de Krenak despontam como os ?paraquedas coloridos? descritos em seu livro Ideias para adiar o fim do mundo, que já vendeu mais de 50 mil cópias no Brasil e está sendo traduzido para o inglês, francês, espanhol, italiano e alemão. A vida não é útil reúne cinco textos adaptados de palestras, entrevistas e lives realizadas entre novembro de 2017 e junho de 2020. Pesquisa e organização de Rita Carelli.
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    25,27 %

    Filosofia - E Nos Com Isso - Vozes

    sinopse
    • Um dos grandes nomes da filosofia nacional, Mario Sergio Cortella já conquistou milhares de pessoas com suas palestras e livros esclarecedores e provocativos. Nesta nova obra, "Filosofia: e nós com isso?", aborda um assunto profundo e necessário, e explica porque a Filosofia é tão importante para nossa vivência. Segundo Cortella: ?A principal contribuição da Filosofia é criar obstáculos, de modo a impedir que as pessoas fiquem prisioneiras do óbvio, isto é, que circunscrevam a sua existência dentro de limites estreitos, de horizontes indigentes e de esperanças delirantes. Em outras palavras, a Filosofia estende a nossa consciência e fortalece nossa autonomia.?
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    57,64 %

    Monja E O Professor, A - Best Seller

    sinopse
    • "Um diálogo entre dois renomados pensadores brasileiros de origens e abordagens muito distintas: Monja Coen e Clóvis de Barros Filho. Monja Coen, fundadora da Comunidade Zeb-Budista do Brasil, e Clovis de Barros Filho, advogado, jornalista e professor, são dois renomados pensadores brasileiros, cada um em sua área de atuação. O que esperar, portanto, de um diálogo entre esses dois nomes, de origens e abordagens tão diversas? Em A monja e o professor, livro fruto de um diálogo gravado entre os dois autores, o leitor terá acesso a uma inspiradora conversa, tendo como base a ética e a felicidade, a importância de ser feliz no presente e também a necessidade de um propósito. ?Então, como é que você mede o que é adequado? Isso para mim é sabedoria, é capacidade de inteligência e adequação à realidade. E não adequação a um princípio que pode me travar. O princípio está por trás disso, mas ele não me limita, tanto que eu posso mudar de ideia e posso até ser infiel, algumas vezes, a algo que não estava sendo benéfico. Mas não sou infiel a mim.? Monja Coen "
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    51,0 %

    38 Estrategias Para Vencer Qualquer Debate - Faro Editorial

    sinopse
    • A forma como nos comportamos socialmente não mudou muito desde Aristóteles. Partindo dos escritos do pensador grego, Schopenhauer desenvolve em sua Dialética Erística, 38 estratégias sobre a arte de vencer um oponente num debate não importando os meios. E, para isso, mostra os ardis da maior ferramenta que todos possuímos, a palavra. Usar argumentos e estratégias certas numa conversa é uma arma poderosa em qualquer momento. E tanto vale para quem quer reforçar um talento, evitar ciladas dialéticas, ou simplesmente estar bem preparado para negociações ou qualquer outra ocasião que exija argumentação... o que acontece em todos os momentos da vida. Essas estratégias não foram inventadas por Schopenhauer. Seu trabalho foi identifica-las, reuni-las de modo coerente, mostrando como são utilizadas, em quais momentos elas surgem em meio a uma discussão, de modo que você possa utilizar-se deste livro até mesmo para desmascarar o uso das estratégias. Em discussões, o objetivo de todos é persuadir. No entanto, o melhor resultado é obtido pela pessoa mais hábil em manter a sua posição. Esta obra cataloga os truques utilizados por profissionais de todas as áreas. Pode ser que você esteja com a razão, mas, uma vez que você entre num debate, estar certo não é o suficiente. Você precisa conhecer os movimentos dessa arte para ter força no jogo. Este livro ensinará tudo o que você precisa saber.
  • 402611

    PRÉ-VENDA

    14,99 %

    Sociedade Ingovernavel, A - Ubu

    sinopse
    • Os anos 1970 foram abalados por uma ?crise de governabilidade?. Nos Estados Unidos, o fenômeno preocupava um mundo dos negócios que era confrontado por indisciplina trabalhista, por mobilizações em prol do meio ambiente, e pelo surgimento de novos regulamentos socioambientais. Uma ?crise da democracia? que tornava o Estado ingovernável. Este livro retraça as origens do neoliberalismo, revelando as bases com as quais se constituíram as ?novas artes de governar?, elaboradas nesse momento. As estratégias adotadas convergem para um liberalismo autoritário. Um ?Estado forte? para uma ?economia livre?.
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    15,01 %

    Engenheiros Do Caos, Os - Vestigio

    sinopse
    • ?Uma mentira pode dar a volta ao mundo no mesmo tempo que a verdade leva para calçar seus sapatos.? Mark Twain Aos olhos dos seus eleitores, as *deficiências* dos líderes populistas se transformam em qualidades, sua inexperiência demonstra que não pertencem ao círculo da ?velha política?, e sua incompetência é uma garantia da sua autenticidade. As tensões que causam em nível internacional são vistas como mostras de sua independência, e as fake News, marca inequívoca de sua propaganda, evidenciam sua liberdade de pensamento. No mundo de Donald Trump, Boris Johnson, Matteo Salvini e Jair Bolsonaro, cada dia traz sua própria gafe, sua própria polêmica, seu próprio golpe brilhante. No entanto, por trás das manifestações desenfreadas do carnaval populista, está o trabalho árduo de ideólogos e, cada vez mais, de cientistas e especialistas do Big Data, sem os quais esses líderes nunca teriam chegado ao poder. É o retrato desses engenheiros do caos que Giuliano da Empoli nos apresenta, através de uma investigação ampla e contundente que vai muito além do caso Cambridge Analytica e remonta ao início dos anos 2000, quando o movimento populista global, hoje em pleno curso, dava seus primeiros passos na Itália. O resultado é uma galeria de personagens variados, quase todos desconhecidos do público em geral, mas que vêm mudando as regras do jogo político e a face das nossas sociedades.
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    15,01 %

    Meditacoes - Edipro

    sinopse
    • Estas são anotações pessoais do imperador romano Marco Aurélio escritas entre os anos de 170 a 180. Também conhecidas como Meditações a mim mesmo, reúnem aforismos que orientaram o governante pela perspectiva do estoicismo ? o controle das emoções para que se evitem os erros de julgamento. Suas meditações formam um manual de comportamento ainda atual sobre como podemos melhorar nosso comportamento e o relacionamento com o próximo. Marco Aurélio trava um diálogo interior em busca de verdades fundamentais por meio da razão sem deixar de lado a sensibilidade. Sem inclinação a qualquer crença religiosa, Meditações apela para ordens universais nas quais até mesmo os acontecimentos ruins ocorrem para o bem de todos. O imperador assume o papel do filósofo que instrui o aluno e dá conselhos ao amigo. Por seu caráter íntimo, Meditações tornou-se um dos escritos mais reveladores e inspiradores a respeito do pensamento de um grande líder. Apresenta ensinamentos sobre as virtudes, a felicidade, a morte, as paixões e a harmonia com a natureza e a aceitação de suas leis. Figura ainda entre as obras fundamentais para os estudiosos da filosofia estoica, mesmo milênios depois de sua composição.
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    15,01 %

    50 Classicos Da Filosofia - Benvira

    sinopse
    • Se você tem interesse em saber o que Aristóteles pensava acerca da felicidade, o que Epicuro considerava uma vida simples, quais eram as lições de liderança de Maquiavel, Deus na visão de Pascal e o significado da vida para Heidegger, mas não tem tempo para ler as obras desses grandes nomes da filosofia, ou não sabe por onde começar, este livro é para você.Pensando em como tornar o conhecimento mais acessível a um maior número de pessoas, o mestre em Economia Política Internacional Tom Butler-Bowdon mergulhou nos principais textos filosóficos desde a Antiguidade até a era moderna e apresenta aqui a essência de 50 obras selecionadas.De Platão e Aristóteles a Peter Singer e Nassim Taleb, passando por Descartes e Simone de Beauvoir, Butler-Bowdon mostra como a filosofia pode ser uma ferramenta poderosa para abrir nossa mente e nos ajudar a pensar. Se você é fascinado ou se sente um pouco assustado com as grandes questões sobre pensar, ser, agir e ver, esta é a introdução perfeita para o que algumas das maiores mentes da humanidade falaram sobre esses temas. E como a filosofia é feita por pessoas, além de oferecer insights sobre as obras, o autor fala um pouco sobre quem as concebeu, fornecendo assim o contexto em que essas obras foram escritas.Voltado para o público que está começando a se aventurar no mundo da filosofia, o autor oferece um glossário ao fim do livro com os principais termos da área. A ideia de Butler-Bowdon é que este 50 clássicos da filosofia seja uma ponte entre a disciplina filosofia e a filosofia de vida, despertando o leitor para a forma como os temas tratados por esses grandes nomes moldam nossa visão de mundo e orientam nossas decisões.
  • 381179

    14,99 %

    Como Aprendi A Pensar - Planeta

    sinopse
    • "Um passeio pela história da filosofia Um dos pensadores pop mais respeitados pelo público e pela crítica, Luiz Felipe Pondé apresenta neste livro uma história da filosofia diferente ? a história dele com a filosofia. E não só: ele cita romancistas como Nelson Rodrigues, cientistas como Charles Darwin, economistas como Karl Marx e os psicanalistas Sigmund Freud e Carl Jung. Todos foram importantes na formação deste intelectual que, semanalmente, através de artigos, aulas e vídeos, nos questiona e nos ajuda a pensar e a entender o mundo em que vivemos. Dividido cronologicamente em seis capítulos, Como aprendi a pensar começa na Antiguidade com os gregos e romanos, passa pela filosofia cristã dos primeiros séculos sob a forte influência de Agostinho e chega na idade medieval de São Tomás de Aquino. O renascimento, a formação da modernidade com o debate entre iluminismo e romantismo e, por fim, o contemporâneo. Não faltam tragédias como Antígona e Medeia e os filósofos estoicos, epicuristas e céticos que tanto influenciaram na formação de Pondé. ?Sempre achei que os céticos têm, pelo menos, ?alguma razão? em duvidar da razão?, diz ele. Nietzsche, Dostoiévski e Camus dividem as páginas com seus colegas mais contemporâneos como o polonês Zigmunt Bauman, o francês Tristan Garcia e o romeno Émil Cioran. Como aprendi a pensar é um convite para pensar, seguindo uma constatação do próprio autor: ?Filosofar é aprender a fazer perguntas significativas que nos tornam mais inteligentes e mais interessantes ? não, necessariamente, mais felizes?."
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    15,0 %

    Filosofia Do Cotidiano - Contexto

    sinopse
    • "?Filosofar nunca foi sobre deixar você feliz. É que andam mentindo muito por aí. Filosofar está mais ligado ao despertar do sonambulismo. Essa é minha proposta nesta conversa com você.? ?Seguiremos em direção a um mar profundo, muito distante do que o senso comum assume que o mundo seja. O mundo não é um mar calmo de evidências. É um oceano cheio de pequenas tempestades a serem vencidas. O cotidiano nesse percurso não é a mera passagem das horas, é o cotidiano contemporâneo, permeado pelo caráter histórico desta época em que vivemos.? ?Somos seres muitos mais acanhados em nossa natureza do que a aberração feliz postada nas redes sociais (e na publicidade em geral). Suspeito mesmo que a própria ideia de felicidade se tornou uma variável patogênica em si.? ?Quem tem medo de sofrer é incapaz de desejar.? ?Leitura é um hábito anormal, se ?normal? for ser igual à maioria.? ?A obsessão pela felicidade faz de você um chato. Como escapar dessa armadilha? Escolher o fracasso? Não precisa, ele te achará. Viver sem fórmulas é o desafio.?"
  • 357001

    14,99 %

    Mundo Como Eu Vejo, O - Contexto

    sinopse
    • ?Mais uma vez recorro ao meu estimado leitor e a minha querida leitora: discordem, concluam, concordem ou lamentem, mas sempre leiam e formem sua própria peça multifacetada da aventura do saber. A magia do conhecimento é maior do que todos nós.? ?Radicalismo derruba democracia e nunca edifica de verdade.? ?A internet deu o estatuto de intelectual orgânico a todos que tiverem acesso à rede. É o eclipse do conhecimento em si e o despontar da militância catequética.? ?Nunca associei ética à fé ou a sua ausência. Temos ateus e religiosos éticos, bem como violências ligadas aos dois campos. O complicado, ultimamente, não é crer ou não crer em Deus. O difícil é crer no homem. É árduo acreditar em si.? ?Narrar uma história para uma criança é colocar uma marca indelével na sua formação. Creia-me: ela pode esquecer os nomes, no entanto a experiência será eterna. Para sempre, estarão no fundo da mente, dialogando com outras histórias.?
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    15,0 %

    Sociedade Do Cansaco - Vozes

    sinopse
    • Os efeitos colaterais do discurso motivacional, O mercado de palestras e livros motivacionais está crescendo desde o início do século XXI e não mostra sinais de desaquecimento. Religiões tradicionais estão perdendo adeptos para novas igrejas que trocam o discurso do pecado pelo encorajamento e autoajuda. As instituições políticas e empresariais mudaram o sistema de punição, hierarquia e combate ao concorrente pelas positividades do estímulo, eficiência e reconhecimento social pela superação das próprias limitações. Byung-Chul Han mostra que a sociedade disciplinar e repressora do século XX descrita por Michel Foucault perde espaço para uma nova forma de organização coercitiva: a violência neuronal. As pessoas se cobram cada vez mais para apresentar resultados - tornando elas mesmas vigilantes e carrascas de suas ações. Em uma época onde poderíamos trabalhar menos e ganhar mais, a ideologia da positividade opera uma inversão perversa: nos submetemos a trabalhar mais e a receber menos. Essa onda do 'eu consigo' e do 'yes, we can' tem gerado um aumento significativo de doenças como depressão, transtornos de personalidade, síndromes como hiperatividade e burnout. Este livro transcende o campo filosófico e pode ajudar educadores, psicólogos e gestores a entender os novos problemas do século XXI.
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    15,0 %

    Qual E A Tua Obra - Vozes

    sinopse
    • A idéia de trabalho como castigo precisa ser substituída pelo conceito de realizar uma obra... Enxergar um significado maior na vida aproxima o tema da espiritualidade do mundo do trabalho. Depois do sucesso de Não Nascemos Prontos e Não espere pelo epitáfio, Mário Sergio Cortella publica, também pela Editora Vozes, um texto envolvente sobre as inquietações do mundo corporativo. Neste livro, o autor desmistifica conceitos e pré-conceitos, e define o líder espiritualizado como aquele que reconhece a própria obra e é capaz de edificá-la, buscando incessantemente o significado das coisas.
  • 423423

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    15,01 %

    E Hora De Mudarmos De Vida

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    Pedagogia Da Tolerancia

    sinopse
    • Pedagogia da tolerância é uma reunião de textos de Paulo Freire, organizada e anotada por Ana Maria Araújo Freire. Inclui análises e reflexões do Patrono da Educação Brasileira sobre diferentes temas: os ?nacionais?, como ele nomeava os indígenas brasileiros, a africanidade, que inclui uma conferência sobre Amílcar Cabral, a ação cultural e cidadania, o ensino/aprendizagem, alguns discursos pronunciados, cartas cheias de sabedoria e humor, além de testemunhos e depoimentos de sua vida. O prefácio é da educadora Lisete R. G. Arelaro, que foi braço direito de Paulo Freire na Secretaria de Educação da cidade de São Paulo. Em 1963, em Angicos, interior do Rio Grande do Norte, 300 trabalhadores rurais foram alfabetizados em apenas 40 horas, pelo método proposto por Paulo Freire. Esse foi o resultado do projeto-piloto do que seria o Programa Nacional de Alfabetização do governo de João Goulart, presidente que viria a ser deposto em março de 1964. Em outubro desse mesmo ano, Freire deixou o Brasil para proteger a própria vida. Apenas voltou a visitar o país em 1979, com a abertura democrática Ao longo de sua história, Paulo Freire recebeu mais de cem títulos de doutor honoris causa, de diversas universidades nacionais e estrangeiras, além de inúmeros prêmios, como Educação para a Paz, da Unesco, e Ordem do Mérito Cultural, do governo brasileiro. Integra o International Adult and Continuing Education Hall of Fame e o Reading Hall of Fame. ?Como educador eu não posso pensar que tenho nas mãos a salvação das classes populares ? de maneira alguma. Eu sonho com nos salvarmos juntos, mas ao mesmo tempo estou convencido de que não há salvação possível antes da libertação. Primeiro temos de nos libertar e, enquanto estivermos nos libertando, ver o que podemos salvar. A libertação não pode ser doada, presenteada em uma festa de aniversário. A libertação é algo que nós criamos, fazemos, em comunhão.?
  • 423231

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    Bataille - Kit Obras Fundamentais - Vol.2

    sinopse
    • A parte maldita é o único livro de Bataille em que ele teria tentado construir uma exposição sistemática de sua visão do mundo, e é aqui que ele desenvolve conceitos essenciais de seu pensamento, especialmente a noção de dispêndio. E é o excesso que está na base dessa construção. Em A literatura e o mal Bataille se empenha na busca do sentido da literatura, afirmando que ela ?é o essencial ou não é nada?. E se essa essencialidade se acha vinculada ao mal é porque, sem atormentar o bem e a virtude (como em Sade), ou santificar o mal por desejá-lo como bem (como em Genet), a literatura se torna insípida. Bataille analisa aqui obras de oito autores que de algum modo são atravessadas pelo mal. O conceito de Erotismo é central na reflexão de Bataille. Mas o que é o erotismo? ?A aprovação da vida até na morte?, ou seja, a vida levada a uma intensidade tal, sempre através do gasto inútil de energia, que não se distingue mais da morte. O erotismo é a dança, propriamente humana, que se dá entre estes dois polos: o do interdito e o da transgressão. Àquilo que se opõe ao útil Bataille chamava erotismo. Teoria da religião é, ao mesmo tempo, um livro de antropologia, de economia, de sociologia, de história da religião (no singular). E é uma das tentativas mais profundas de pensar uma alternativa ao modelo econômico do mercado, do valor de troca, da produção. Bataille faz uma reflexão energética, uma referência provocadora aos animais e às religiões totêmicas, e um lugar reservado ao islamismo ? extremamente atual.
  • 423230

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    15,0 %

    Bataille - Kit Obras Fundamentais - Vol.1

    sinopse
    • Os livros deste kit formam o ?núcleo duro? da Suma Ateológica (paródia e transgressão à Suma teológica de São Tomás de Aquino) de Bataille, projeto idealizado mas nunca concluído por ele. O ?a? de ?ateológica? deixa claro: a suma é um trabalho de luto de Deus. Mas não só. Há pelo menos dois outros grandes lutos sendo elaborados aí: o de Laure (Colette Peignot, amante de Bataille), e o da ?comunidade? Acéphale. Até certo ponto, a Suma representa a entrada de Bataille na escrita, e sua extensão temporal ? o texto mais antigo em A experiência interior data de 1926, a ?Introdução? de O culpado foi redigida por volta de 1960 ? parece confirmar a afirmação de Roland Barthes: ?na verdade, Bataille escreveu textos, ou mesmo, talvez, sempre um só e mesmo texto?. Além das obras propriamente ditas, o leitor encontrará aqui as notas das OEuvres completes de Georges Bataille, compostas em substância pelo que Bataille escreveu para os referidos livros porém decidiu não publicar. Volume I: A experiência interior. Uma espécie de autoantologia, é transgressão. Da filosofia. Da religião. Do sujeito. Da razão. Da linguagem: Enquanto filosofia, não-saber. Enquanto religião, ausência de Deus. Enquanto palavra, silêncio. Volume II: O culpado. Le coupable - ?o culpado?, mas também ?o cortável? - é uma espécie de diário iniciado por Bataille em 1939, depois da morte de Laure. Um tête-à-tête rigoroso e alucinado com a ausência de Deus. Volume III: Sobre Nietzsche: vontade de chance. Publicado em 1945, é a continuação dos diários de guerra de Bataille e também a realização da vontade de escrever um livro sobre Nietzsche, comemorando seu centenário e tentando ?desnazificá-lo?.
  • 423218

    PRÉ-VENDA

    15,0 %

    Kit Judith Butler

    sinopse
    • Conciliando teoria social, filosofia e psicanálise de maneira bastante original e considerando a questão da subjetividade e da consciência de si, Judith Butler faz, em A vida psíquica do poder: teorias da sujeição, uma investigação crítica sobre o processo de formação do sujeito que revela o sujeito consciente de si como paradoxo necessário, ela interroga como o poder produz subordinados e como estes vêm a se entender como tais. Vida precária: os poderes do luto e da violência é considerado o livro mais inflamado e pessoal de Butler. Temas como a crítica à violência de Estado, a fina percepção do estado de exceção em que o governo dos Estados Unidos opera na sua contraditória defesa da democracia, o recurso ao pensamento de Michel Foucault e uma interlocução com a ética de Emmanuel Lévinas fazem deste livro um marco no percurso de Butler. Em Relatar a si mesmo: crítica da violência ética, seu primeiro estudo amplo sobre filosofia moral, Butler nos oferece o esboço para uma nova prática ética, que responda à necessidade de autonomia crítica e que se fundamente em um novo sentido do que é o sujeito. Butler nos mostra como é difícil relatar a si mesmo e como isso é crucial para um entendimento ético do ser humano.
  • 423219

    PRÉ-VENDA

    15,0 %

    Kit Introducao A Grandes Pensadores

    sinopse
    • Este livro, que tem a problemática da clínica como fio condutor, segue o pensamento de Jacques Lacan até seu ponto de maturidade, nos anos sessenta. Em uma linguagem introdutória mas rigorosa, Vladimir Safatle explora suas dimensões clínicas, assim como as reconfigurações da metapsicologia. Edgardo Castro percorre neste livro os grandes temas da filosofia de Michel Foucault, desde seus primeiros trabalhos até os últimos cursos ministrados no Collège de France. Castro explica com clareza notável como se articulam os conceitos fundamentais do filósofo e define as categorias centrais que permitem entender as premissas de uma obra vasta e complexa. Para contemplar a obra de um dos mais importantes filósofos da atualidade, o argentino Edgardo Castro traz uma introdução ao pensamento de Giorgio Agamben, a partir de seus conceitos e métodos de trabalho. Ele mostra como Agamben pensou a problemática da potência - da questão da arte à questão da política - e, ao mesmo tempo, como esses conceitos estruturaram seu pensamento.
  • 422755

    14,99 %

    Edmund Husserl - Vide Editorial

    sinopse
    • Entre 1992 e 1993, na cidade do Rio de Janeiro, Olavo de Carvalho ministrou um curso sobre Edmund Husserl e suas Investigações lógicas. As aulas foram transcritas pelos alunos, o que gerou um material com cerca de setecentas laudas, que agora recebeu um tratamento editorial mais apropriado à publicação. O livro que o leitor tem em mãos é o resultado desse processo, pautado pela conservação da oralidade e da ordem expositiva adotadas pelo autor durante o curso.
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    15,0 %

    Livro De Filosofia - Tessitura

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    15,0 %

    Forcas Morais, As - Chain

  • 402999

    NOVIDADE

    PRÉ-VENDA

    14,99 %

    Reflexoes Sobre As Causas Da Liberdade E Da Opressao Social - Ayine

    sinopse
    • "Aos vinte e cinco anos, em 1934, simone weil escreveu essas ""reflexões"", um verdadeiro talismã que deveria proteger qualquer pessoa que fosse forçada a atravessar a imensa massa de mentiras que circunda a palavra ""sociedade"". Como sempre nas palavras mais óbvias, se esconde uma realidade secreta e imponente, que age sobre nós ainda que ninguém a reconheça. Weil foi a primeiro a dizer com perfeita clareza que o homem se emancipou da servidão à natureza apenas para se submeter a uma opressão ainda mais sombria, ainda mais caprichosa e incontrolável: aquela exercida pela própria sociedade, pois ""parece que o homem não consegue aliviar o jugo das necessidades naturais sem agravar na mesma proporção o jugo da opressão social, como pelo jogo de um misterioso equilíbrio"". Partindo dessa intuição fundamental, com uma clara virtude argumentativa, uma série de raciocínios revelam tanto nos mecanismos de poder quanto nos de produção e das trocas as várias faces de uma mesma idolatria. Escrito quando hitler estava no poder havia alguns meses e quando stalin era reverenciado pela maioria da intelligentsia como o ""pai"" de uma nova humanidade, esse texto não hesita por um instante em descrever o horror daquele período. Mas, como sempre em weil, o olhar é tão preciso exatamente porque vai além do presente imediato e percebe uma imagem inabalável do bem, em relação à qual julga o mundo. é um olhar que nos permite ""fugir do contágio da loucura e da vertigem coletiva, reatando, por conta própria, por cima do ídolo social, o pacto original do espírito com o universo""."
  • 402997

    NOVIDADE

    15,01 %

    Onde Foram Parar Os Intelectuais - Ayine

    sinopse
    • "Ao longo do século XX, o intelectual foi uma inteligência crítica que afirmava a verdade contra o poder. Zola, Orwell, Arendt, Sartre e Pasolini, para citar apenas alguns, encarnaram essa figura em momentos diferentes. Hoje, essa palavra perdeu sua aura e designa sobretudo os personagens que invadem os nossos canais televisivos. Segundo Enzo Traverso, esse crepúsculo tem várias razões: o fim das utopias do século XX, a guinada conservadora dos anos 80, a mercantilização da cultura, as desilusões de uma geração. Em um mundo ""pós-ideológico"" onde a política se nutre cada vez menos de idéias, o intelectual foi substituído pelo ""especialista"" a serviço dos poderosos e do especialista em comunicação. Os movimentos sociais ficaram órfãos. Nesse novo cenário, no entanto, o pensamento dissidente não desapareceu. Enzo Traverso capta os sinais que anunciam uma nova articulação entre produção de conhecimento, crítica do poder e empenho político. Um balanço e um desejo de reinventar o intelectual do nosso século."
  • 402824

    NOVIDADE

    15,0 %

    Vamos Pensar Tambem Sobre Valores - Cortez

    sinopse
    • PROPOE AOS JOVENS LEITORES NOVAS REFLEXOES SOBRE FILOSOFIA, ETICA E CONVIVENCIA.AS 35 LICOES PRESENTES NO LIVRO REVELAM A DIVERSIDADE DE PENSAMENTOS E ASSUNTOS, QUE SAO COMUNS A TODOS NOS, COMO A MEMORIA, O AFETO E O APRENDIZADO. O LIVRO AINDA APRESENTA IDEIAS DE PENSADORES DE DIVERSAS EPOCAS, COMO FERRAMENTA PARA AGUCAR NOSSA MANEIRA DE PENSAR E AUMENTAR NOSSO REPERTORIO. A PARCEIRA ENTRE MARIO SERGIO CORTELLA E MAURICIO DE SOUZA INICIOU EM 2017 COM O LANÇAMENTO DO PRIMEIRO TÍTULO DA COLEÇÃO "VAMOS PENSAR UM POUCO?" E EM 2018, COM A PUBLICAÇÃO DO SEGUNDO LIVRO " VAMOS PENSAR + UM POUCO?"
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    15,0 %

    Morte E Alteridade - Vozes

    sinopse
    • Nesta obra rigorosamente filosófica, Byung-Chul Han reflete, tomando como referência Kant, Heidegger, Lévinas e Canetti, entre outros, sobre a re-ação à morte para indagar a complexa tensão entre este conceito em relação aos de poder, identidade e transformação. Morte e alteridade se inspira na fenomenologia e na literatura contemporânea para contrapor as reações de ou a ênfase do eu ou o amor heróico na hora de encarar a morte. Além disso, mostra outra maneira de ?ser para a morte? em um modo de tomar consciência da mortalidade que conduz à serenidade. Dessa maneira, tematiza-se uma experiência da finitude com a qual se aguça uma sensibilidade especial para o que não é o eu: a afabilidade.
  • 401901

    14,99 %

    Conhecimento Ignorancia Misterio - Bertrand Do Brasil

    sinopse
    • """Em Conhecimento, ignorância, mistério, Edgar Morin, um dos maiores pensadores de nosso tempo, explora as grandes perguntas e fornece respostas para nos guiar até o século XXI. ?Quem aumenta seu conhecimento aumenta sua ignorância?, disse Friedrich Schlegel. ?Vivo cada vez mais com a consciência e o sentimento da presença do desconhecido no conhecido, do enigma no banal, do mistério em todas as coisas e, em particular, dos avanços do mistério em todos os avanços do conhecimento.?, diz Edgar Morin. Munido de sua longa experiência como pesquisador e leitor do ser humano, Morin fala sobre a necessidade de transcender as disciplinas cuja segmentação limita a compreensão dos fenômenos vivos e explora, neste livro, os novos territórios do conhecimento, onde uma trindade inseparável é revelada: conhecimento, ignorância, mistério. Aos seus olhos, o mistério de forma alguma desvaloriza o conhecimento que leva a ele. Isso nos torna conscientes dos poderes ocultos que nos controlam e nos possuem, como demônios dentro e fora de nós. Mas, acima de tudo, estimula e fortalece o sentido poético da existência. Sua tese é reforçada com a inclusão de aspas extraídas de obras de diversos autores e pensadores tanto clássicos quanto contemporâneos, como Pascal, Victor Hugo, Schopenhauer, Dostoiévski, Heráclito, Cassé, Halévy e muitos outros. Conhecimento, ignorância, mistério é um ensaio profundo sobre os limites do conhecimento, do ser humano, e uma reflexão acerca do mistério que a humanidade carrega dentro de si."""
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    15,0 %

    Religiao No Limite Das Simples Razao, A - Lafonte

    sinopse
    • Qual o papel da religião no embate entre o bem e o mal sob a perspectiva filosófica? A Religião nos Limites da Simples Razão é uma tentativa de Kant de discutir a fé e o sistema religioso a partir do raciocínio lógico. O autor descarta conceitos ligados à iluminação divina e adota como caminho o esclarecimento interior, sempre pautado pelo pensamento puramente racional. Trata-se de obra fundamental para a compreensão de vários questionamentos relativos à religiosidade.
  • 401234

    15,0 %

    Genealogia Da Moral, A - Lafonte

    sinopse
    • Em Genealogia da Moral, Nietzsche faz uma análise das palavras bom e mau e questiona se esses conceitos não teriam sido inventados pelos que se consideram superiores e são dominantes, justamente para escravizar os mais vulneráveis. Etimologicamente, ele disseca as palavras tanto em alemão como em latim e estuda as origens da moralidade na história do homem e sua aplicação em todos os atos do ser humano. É um livro que dá continuidade a uma obra anterior: Além do bem e do mal. Entende que saber o significado das palavras e conhecer a história de sua evolução é a única forma de compreender a moral e os valores. Entre os livros de Nietzsche, este é o mais estudado nos meios acadêmicos, tema de maior número de teses, talvez porque procura responder de forma direta os questionamentos mais polêmicos da humanidade.
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    14,98 %

    Crepusculo Dos Idolos - Edipro

    sinopse
    • ?...há mais ídolos do que realidades no mundo? Na definição do próprio autor, Friedrich Nietzsche, o Crepúsculo dos ídolos é uma síntese de suas teorias. A obra reúne os principais temas de seu percurso conceitual, contemplando-o retrospectivamente segundo o viés das premências e dos anseios que estiveram na base de sua concepção. Nietzsche tem esta obra por uma declaração de guerra, e uma guerra travada no âmbito da transvaloração de todos os valores. Proporcionando uma genealogia dos ideais e da moral, empreende uma análise psicológica e fisiológica da civilização ocidental, ao mesmo tempo em que corrobora um projeto que, da busca de acessos ao mundo grego, remete a O nascimento da tragédia. Em seu viés negativo, a partir da proposição de que ?há mais ídolos do que realidades no mundo?, Nietzsche ausculta os ídolos ocos de seu tempo ? que vão da filosofia clássica grega ao sistema educacional alemão. Elaborada em 1888, com base no material reunido para a obra Vontade de potência, jamais realizada, Crepúsculo dos ídolos é essencial a quem deseja enxergar um panorama de sua filosofia, centrada no exacerbado senso crítico e na defesa corajosa das próprias posições. Esta edição tem tradução de Saulo Krieger, membro do Grupo de Estudos Nietzsche (GEN), que também assina uma introdução e notas explicativas.

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