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Da mesma autora de Kit Gay.
Quando Kael Vitorelo decidiu remover cirurgicamente seus seios, em um procedimento conhecido como mastectomia masculinizadora (ou eletiva), se viu envolvida em um processo burocrático e judicial tortuoso e extenuante.
Neste livro, ele retrata sua experiência, como pessoa transexual não binária, e escancara o despreparo e a violência do sistema judicial brasileiro com aqueles que não se enquadram no padrão normativo.
Transitando entre diferentes gêneros e linguagens (história em quadrinhos, ensaio, autobiografia), Vitorelo retrata o corpo humano como um território de mutações e disputas constantes.
Um campo de batalha, mas também um espaço de criação, de invenção, de novas possibilidades.
Prefácio de Helena Vieira.
Este projeto é realizado através do Programa de Ação Cultura - ProAC, Secretaria da Cultura e Economia Criativa, Governo do Estado de São Paulo.
Um trabalho que consegue sintetizar melhor do que qualquer livro teórico os desafios, as dores e os prazeres enfrentados por uma pessoa trans na sua luta por existência - Renan Quinalha, professor de Direito e coordenador do Núcleo Trans Unifesp.
Poético e reflexivo. Ao mesclar o rabisco e a colagem, o confessional e judicial, Vitorelo constrói uma narrativa que tensiona os limites e peita a sociedade - Jonas Maria, escritor e criador de conteúdo digital.
Um livro necessário sobre respeito e amor ao nosso próprio corpo - Gabriela Borges, jornalista e criadora da Mina de HQ.
Uma espécie de epopeia corporal, sem um Ulisses ou um Vasco da Gama, mas com um Kael que enfrenta o périplo burocrático dos hospitais e planos de saúde, que atravessa o mundo dos assédios - Helena Vieira, escritora transfeminista, no prefácio.
Sobre o autor: (ele/dele, ela/dela) Kael Vitorelo é artista e designer de São Paulo. Concluiu seu mestrado em Comunicação e Semiótica na PUC-SP, sobre quadrinhos experimentais e resistência política. Pesquisa e escreve sobre gênero, feminismos, transgeneridade e não binariedade.