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  • 386665

    Negro - Caminho De Dentro

    sinopse
    • Negro, filho de escravos, Cruz e Sousa é reconhecido nacional e internacionalmente como uma das expressões máximas do Simbolismo. O livro traz seus textos em prosa e verso, incluindo correspondência, nos quais se pode apreciar de forma mais intensa a consciência da negritude.
  • 396103

    Deixei Meu Coracao Em Modo Aviao - Faro

    sinopse
    • Neste livro, a autora do blog ?A soma de todos os afetos? mostra porque arrebata seguidores pelas redes sociais. São mais de 2,5 milhões de fãs no Facebook e mais de 150 mil no Instagram. Com crônicas que abordam os amores e as dores da vida real, Fabíola reflete sobre a importância de levarmos uma vida mais leve, de não se cobrar perfeição, de descansar entre momentos apressados, ser gentil com os outros e consigo mesmo. ?Deixei meu coração em modo avião. Hoje não quero criar expectativas, controlar o que não posso, me culpar por aquilo que não depende só de mim.? Através do olhar doce e observador, Fabíola reflete sobre como podemos aprender a esperar o momento de agir, da dor amenizar, da ferida sarar e da saudade deixar de doer. Este livro fala ao coração de uma forma única e especial e faz um convite, deixar o coração se acalmar e esperar que a vida te surpreenda.
  • 373239

    30,08 %

    Para Todas As Pessoas Intensas - Outro Planeta

    sinopse
    • "Um dia alguém vai sumir da sua vida, só porque você é intenso demais, ou porque você é simplesmente amor demais. E algumas pessoas têm medo do amor. ser intenso é ser profundo demais, imenso demais, vivo demais, e hoje em dia, as pessoas têm um medo danado disso. ser intenso é sentir o gosto, o cheiro, o toque, a textura da pele de um jeito diferente. o coração é grande demais, e às vezes isso dói também, é que ao mesmo tempo que há espaço de sobra há muita gente pequena no mundo. tenho uma mania absurda de achar que o outro vai agir da mesma maneira transparente que eu, que o outro vai se preocupar comigo do mesmo modo que me preocupo, que o outro vai querer na mesma intensidade que quero, e isso é uma droga. não sei ser pouco, não sei gostar um pouquinho e guardar pra mim o que sinto. sou intenso, sinto muito, sinto grande. sinto tanto que sempre acho que o problema está em mim por sentir demais, quando, na verdade, as pessoas que não estão prontas pra tamanha imensidão."
  • 95737

    Hora Da Estrela, A - Rocco

    sinopse
    • Último livro escrito por Clarice Lispector, A hora da estrela é também uma despedida. Lançada pouco antes de sua morte em 1977, a obra conta os momentos de criação do escritor Rodrigo S. M. (a própria Clarice) narrando a história de Macabéa, uma alagoana órfã, virgem e solitária, criada por uma tia tirana, que a leva para o Rio de Janeiro, onde trabalha como datilógrafa.
  • 398466

    25,06 %

    Fim Em Doses Homeopaticas, O - Textos Crueis Demais - Globo Alt

    sinopse
    • O terceiro livro do best-seller de poesia Textos cruéis demais para serem lidos rapidamenteApós o sucesso absoluto dos dois volumes de Textos cruéis demais para serem lidos rapidamente, Igor Pires retorna em mais uma coletânea inédita de textos poéticos, desta vez sobre as características das complexas fases que percorrem os relacionamentos. Dividido em quatro partes, O fim em doses homeopáticas explora de modo sensível o inevitável fim. O livro conta ainda com as belas ilustrações de Anália Moraes (Casa Dobra).
  • 390176

    Coach Do Foda-se, O - Outro Planeta

    sinopse
    • Na maioria do tempo, viver é um mico. Um absurdo. É para os fortes. Sendo assim, ninguém pode dizer o que você deve ou não fazer com a sua vida; pode, no máximo, fazer piada dela. E, isso, deixa com a gente. Coaching consiste em pagar pra alguém (que teve muito menos sucesso na vida que você) ficar botando regra nos seus problemas. É quase como contratar uma blogueira pra ficar dando opinião. Já que tem tanta gente fazendo isso, decidimos pegar a nossa experiência de fracasso e dar um pouco de sabedoria para quem não quer mudar de vida radicalmente, nem enriquecer, nem conquistar todos os homens. Este livro é pra quem quer parar de se importar! Porque você precisa viver sem um monte de regras sobre o que é ser feliz.Você não precisa de coach.Você precisa de FODA-SE.
  • 377244

    Voz Ao Verbo - Sextante

    sinopse
    • OS POEMAS, OS TEXTOS POÉTICOS E AS HISTÓRIAS CONTIDAS NO LIVRO SERVEM DE COMPANHIA A TODOS AQUELES QUE DESEJAM CALAR O MEDO, OUVIR A SI MESMOS E DESCOBRIR SEU MODO DE SE COLOCAR NO MUNDO. Voz ao verbo é o segundo livro do poeta Allan Dias Castro. ?Allan Dias acha os versos Onde a alma faz morada Grita o silêncio da vida E silencia a zoada Pro mundo poder ouvir Sua poesia encantada.? Bráulio Bessa No princípio era o verbo. E os versos. Mas o gaúcho Allan Dias Castro não conseguia lhes dar voz. Silenciavam dentro do peito. Doíam. Ele se sentia inadequado e só. Nascido numa família tradicional de advogados, Allan não queria desapontar gerações. Foi cursar Direito, mas logo percebeu que não conseguiria ser feliz seguindo os passos dos pais. ?Nem todo talento cabe no diploma. Nem toda identidade cabe na carteira. Nem todo mundo é igual?, concluiu. Matar seu sonho seria morrer antes da morte. Decidido a encontrar a própria voz, veio para o Rio de Janeiro em 2010 escrever sua história como poeta e compositor. Este livro é o roteiro errante de como ele deu Voz ao Verbo, criando em 2016 um projeto de vídeos de poesia falada que gerou enorme identificação com o público e ultrapassou a surpreendente marca de 90 milhões de visualizações nas redes sociais.
  • 339247

    50,13 %

    Dialogo De Culturas - Contexto

    sinopse
    • "Sempre achei fascinante ampliar a visão e pensar a realidade além da parede técnica do especialista. Espero que o leitor lance sobre mim o mesmo método que lanço sobre todos os textos que encaro: ler com atenção e analisar, dissecar e destrinçar o que li. Escrever sobre muitos temas é um desafio curioso. Tenho uma formação profissional na área de História e um olhar treinado para questões específicas. Ao dirigir esse olhar para fora do meu gueto, compreendo coisas novas num processo recíproco de aprendizado. Escrever é uma prática. O cerne do que acredito (o diálogo, o combate ao preconceito, a crítica às exclusões sociais e culturais etc.) nunca muda. Este livro é fruto do desafio de considerar a possibilidade do diálogo entre áreas distintas e cruzamento de temas diversos.? Leandro Karnal
  • 338377

    Meu Livro Eu Que Escrevi - Intrinseca

    sinopse
    • Duny (lê-se Dani) é uma celebridade de alcance mundial, alçada ao estrelato por seu imenso talento, inteligência, classe e beleza incomparáveis. Ou, pelo menos, era isso o que ela esperava da vida ? que, no caso de Duny, se resume basicamente a um loop infinito de lacres, barracos e baixarias cometidos em busca da fama. Meu livro. Eu que escrevi é o maior deles. Conhecida dos fãs principalmente por trabalhar e morar na Pensão da Tia Ruiva e ser uma das estrelas da websérie Girls in the House, Duny hoje comanda também o reality show investigativo Disk Duny e é comentarista on-line de premiações como o Oscar e o Grammy para uma grande rede de TV, mas ela já passou por muita coisa nessa vida: da humilhação pública de fazer agachamentos em trajes sumários num programa de auditório a fingir que suporta crianças só para ser babá da filha de uma artista famosíssima e ficar um tantinho mais perto dos maiores nomes da música pop. Se valeu a pena? Para Duny, ainda vamos saber. Mas, para quem lê essa autobiografia recheada do início ao fim com o melhor da ironia (ou grosseria) moderna e total ausência de preciosismo vernacular, vale cada página.
  • 293203

    Ultimos Cantos - Redacional

    sinopse
    • Nesta terceira coletânea de poemas, o autor repete a distribuição dos poemas em grupos adotada nos Primeiros Cantos: "Poesias americanas", "Poesias diversas" e "Hinos". A primeira traz alguns poemas que, terminaram por ser dos mais conhecidos e louvados da literatura brasileira: "Leito de folhas verdes", "I-Juca-Pirama", "Marabá" e "Canção do Tamoio", entre outros.
  • 426567

    PRÉ-VENDA

    Arte Poetica - Edicao Bilingue E Capa Dura

    sinopse
    • Arte poética é como ficou conhecido o pequeno tratado em verso que Horácio escreveu como carta aos irmãos Pisões. É o mais longo poema de Horácio, com quase quinhentos versos. A partir das discussões sobre o teatro em geral, entremeando discussões sobre problemas de metros, personagens e temas com passagens de ironia e poeticidade, o poeta fez uma espécie divertida de tratado que por séculos vem sendo considerado um poema fundador para outras poéticas do Ocidente, com um número incontável de estudos e traduções. A tradução de Guilherme Gontijo Flores recria parte do metro antigo em seu caráter vocal, no entanto, também mostra os vários momentos de riso e mesmo de sátira que marcam a escrita de Horácio e fazem um contraste radical com as leituras tradicionais que viam no poema uma expressão puramente séria e quase acadêmica. O desafio desta tradução é fazer da Arte poética um poema conversacional, por vezes engraçado, sem com isso perder o complexo debate sobre a aventura literária.
  • 426435

    PRÉ-VENDA

    Carpinejar - Bertrand Brasil

    sinopse
    • O ?álbum preto? de Carpinejar; o retorno do autor à poesia depois de cinco anos. Sem adornos ou ornamentos, o novo livro de poesias de Carpinejar é livre e mostra o essencial do mundo moderno. É crítico, engajado e feito para o despojamento. É contra as aparências e as fachadas, valorizando tão somente o conteúdo, a forma pessoal e o estilo peculiar do autor de passar a sua visão do mundo pós-pandêmico. ?Perfeito!? ? Luiz Ruffato ?Genial. Comovente. Vai acontecer. Se fosse normal não tanto. Precisa de uma roupa de viúva. Livro para dias de morte.? ? Mário Corso ?Fabrício volta em alta voltagem.? ? Maria Carpi, autora de O perdão imperdoável e O herói desvalido ?Os temas inesperados. O equilíbrio entre o lírico e o seco. Nada derrama, mas ainda assim transborda. Amei!? ? Everton Behenck, autor de Nada mais maldito que um amor bonito ?Ricos achados e armadilhas verbais. Com um sentido total de liberdade pelo testemunho. És um grande Poeta.? ? Carlos Nejar, autor de Os invisíveis: Tragédias brasileiras
  • 425512

    PRÉ-VENDA

    A Via Crucis Do Corpo - Edicao Comemorativa

    sinopse
    • "Publicados pela primeira vez em 1974, os 13 contos que compõem A via crucis do corpo, de Clarice Lispector, são precedidos por uma explicação da autora. Ela diz que as histórias foram feitas sob encomenda e que, contrariando sua vontade inicial, aceitou a tarefa por puro impulso. Tentou assiná-lo com o pseudônimo Cláudio Lemos, mas acabou sucumbindo ao argumento de que deveria ter liberdade para escrever o que quisesse. E foi o que fez, num único fim de semana. Mas registrou: ""Se há indecências nas histórias a culpa não é minha."" A via crucis do corpo não tem nada de imoral, é, antes de tudo, uma fresta no cárcere social que mantém a mulher ? condutora de todos os contos ? supostamente distante de seus desejos e fantasias. Ou dos fardos, como a virgindade. O que Clarice fez foi apenas descrever, de forma leve e bem-humorada, algumas dessas benditas transgressões. Mas como em toda a sua obra, a autora abre espaço para falar dos sentimentos mais profundos e das sinceras idiossincrasias da alma. Em ""O homem que apareceu"", ela se depara com Cláudio Brito, um grande poeta transformado em lixo humano, e relativiza o fracasso: ""Mas quem pode dizer com sinceridade que se realizou na vida? O sucesso é uma mentira."" Na abertura de ""Por enquanto"", Clarice chega a ser cruel: ""Como ele não tinha nada a fazer, foi fazer pipi. E depois ficou a zero mesmo."" Ato contínuo, alerta que a vida tem dessas coisas, de vez em quando não sobra nada dentro da gente. Mas é bom prestar atenção porque isso só acontece enquanto se vive. Nova edição, agora com projeto gráfico de Victor Burton e capa criada a partir de pinturas da própria Clarice. Esta edição traz posfácio de Licia Manzo."
  • 425495

    Lira Dos Vinte Anos - Capa B

    sinopse
    • Álvares de Azevedo é um dos principais nomes da segunda geração do romantismo. Enquanto a primeira se confunde com o ideal de nascimento da nação e a busca do herói nacional, a geração de Álvares escreve poemas nos quais há uma entrega total à sensibilidade e à fantasia alucinada. No lugar do índio, natureza e pátria, a ênfase migra para a angústia, o sofrimento e a dor existencial. Há um negativismo boêmio, um pessimismo e tédio constante. Os assuntos principais são doença, morte, fuga da realidade e uma relação dúbia com o sexo. Lira de vinte anos é a única obra preparada pelo autor, embora também tenha sido publicada após sua morte prematura, em 1852, aos 20 anos.
  • 425419

    Lira Dos Vinte Anos - Capa C

    sinopse
    • Álvares de Azevedo é um dos principais nomes da segunda geração do romantismo. Enquanto a primeira se confunde com o ideal de nascimento da nação e a busca do herói nacional, a geração de Álvares escreve poemas nos quais há uma entrega total à sensibilidade e à fantasia alucinada. No lugar do índio, natureza e pátria, a ênfase migra para a angústia, o sofrimento e a dor existencial. Há um negativismo boêmio, um pessimismo e tédio constante. Os assuntos principais são doença, morte, fuga da realidade e uma relação dúbia com o sexo. Lira de vinte anos é a única obra preparada pelo autor, embora também tenha sido publicada após sua morte prematura, em 1852, aos 20 anos.
  • 425312

    Arremate

    sinopse
    • Livro que marca os oitenta anos de um dos principais poetas brasileiros em atividade. Armando Freitas Filho, uma das vozes mais importantes da poesia brasileira, chega aos oitenta anos com um livro que lida, diretamente, com o momento presente. Os poemas visitam temas conhecidos a seus leitores ? como a casa, o Rio de Janeiro, sua paixão por Carlos Drummond de Andrade e Van Gogh ?, mas também respondem, a quente, ao noticiário, em versos afiados sobre política, violência e brutalidade policial. As marcas do tempo estão entranhadas nos poemas de Arremate, que refletem sobre a maturidade. O ofício da escrita surge como um dos eixos centrais do livro. O poema ?Trifásico? joga luz sobre os bastidores do poeta: ele primeiro escreve à mão, depois passa para a máquina e, por fim, o poema surge, já limpo, na tela do computador. Em ?Caderno?, Armando Freitas Filho sintetiza, com maestria, sua poética: ?A memória é feita do papel fino/ que separa uma página da outra?.
  • 425289

    PRÉ-VENDA

    Quase Normal

    sinopse
    • Reunião de 20 contos relacionados à pandemia, Quase normal apresenta ao leitor a faceta ficcionista do jornalista Zeca Camargo. Escritas com leveza e tratando de questões bastante atuais sob a ótica do chamado ?novo normal? ? como o mundo do trabalho, as questões de gênero, as hoje quase infinitas reuniões por vídeo ?, as histórias abrem uma janela a um só tempo divertida e delicada sobre esses tempos que estamos vivendo.
  • 425227

    PRÉ-VENDA

    Livro De Sonetos

    sinopse
    • Nova edição, ilustrada e em capa dura, de um clássico da poesia brasileira. A matéria-prima da obra de Vinicius de Moraes é a vida, ?e só a vida, com tudo o que ela tem de sórdido e sublime?. O Livro de sonetos revela a naturalidade e o engenho com que o poeta é capaz de transpor pequenos e grandes momentos ? das alegrias e asperezas mais cotidianas às emoções mais elevadas ? para a forma metrificada e rimada. Lançado originalmente em 1957, o volume passaria a incluir, nas décadas seguintes, novas composições: aos 57 selecionados pelo próprio autor, somaram-se dezesseis poemas esparsos. Para Eucanaã Ferraz, que assina a organização e o prefácio desta edição, os sonetos de Vinicius ?impressionam pela carga emotiva que encerram, mas também pela maleabilidade que a forma fixa adquire nas mãos do poeta?. Estão aqui verdadeiras joias da poesia brasileira, como ?Soneto de fidelidade? e ?Soneto de separação?, que seguem conquistando gerações de leitores com igual arrebatamento. Prefácio de Eucanaã Ferraz. Posfácio de Otto Lara Resende.
  • 424857

    Fogus - Aut Parananenses

    sinopse
    • Em linhas gerais, a vida é uma repetição de cotidianos: lazer, cultura, trabalho, realizações, relacionamentos, constituições familiares. Não necessariamente nessa ordem. Mas, e se de repente tudo o que você conhece, tudo o que lhe parece normal se rompesse? E se você fosse atingido por uma escuridão repentina, aparentemente sem explicação e, em seguida, experimentasse o resultado de uma explosão de luz? E se esse seu Big Bang pessoal fosse capaz de levá-lo para uma realidade paralela extraordinária fora da Terra? E se nessa trajetória você descobrisse que a vida ? ou vidas ? ultrapassa os sentidos e extingue a lógica? Se descobrisse, ao ser escolhido, que você não é meramente a pessoa que sempre acreditou ser? O que faria? São esses alguns dos questionamentos para os quais Apolo, personagem principal desta inusitada ficção, busca respostas. Esta é uma história de descobertas que ultrapassa o humano. Também é uma história de amor, doação e entrega na qual Apolo abdica-se de convicções, desapega-se da vida cotidiana e mergulha em um universo extraordinário para, enternecido, absorver cada palavra e ensinamento de um Ser chamado Fogus.
  • 424750

    Biografia De Uma Arvore

    sinopse
    • Biografia de uma árvore é poesia incomum no panorama da literatura brasileira. Em seu quarto livro, o premiado Fabrício Carpinejar completa o ciclo autoral iniciado com As Solas do Sol (1998). Em Biografia de uma árvore, Fabrício Carpinejar se permite a contorção de ser vegetal para se experimentar em outra dimensão, fora do humano. Em Terceira sede, já se permitira a contorção cronológica de se projetar no tempo e se experimentar tão velho quanto o futuro de si mesmo. Mas para além dessas metamorfoses o que sua obra sobretudo quer é ousar a mais ousada de todas as experiências, a da linguagem. Não apenas a praticada como estética, tão frequentemente oca de sementes. A cada livro, através das interrogações que lança à vida em seu entorno e à parte oculta dela em nós: a sonhada, a voo sem asas, a agoniada transparente, a semilouca dos véus nos recobrindo, Fabrício vai se chegando à semeadura do grão de onde há de nascer ainda, um dia, um belo dia, aquilo que de mais belo nos promete em bem raras cintilações, aqui e ali, a literatura. Esse aquilo que o humano espera desde que é humano sobre a terra: a literatura praticada como ontologia, a palavra praticada como vida. ?Seja a nossa alegria constatar que com ele, Fabrício Carpinejar, outro praticante ancestral do mesmo ofício, Manoel de Barros, já pode agora pousar suas aves sem repouso e bicar em boa companhia o alpiste da Ávida Palavra que a seu modo precursor semeou entre nós.? ? Vicente Franz Cecim.
  • 424677

    PRÉ-VENDA

    Poesia Completa E Prosa Seleta - Global

    sinopse
    • A Editora Nova Aguilar, dando continuidade ao seu trabalho de publicação de grandes autores da literatura brasileira e estrangeira, traz ao público leitor o box com dois volumes da Poesia completa e prosa seleta de Manuel Bandeira, considerado por muitos um dos maiores poetas que o Brasil teve e um dos escritores que mais influência exerceu no meio literário nas últimas décadas. Organizada pelo crítico literário e ensaísta André Seffrin, esta edição traz em seu primeiro volume todos os livros de poesia de Bandeira já publicados, ao lado de textos escritos em sua homenagem, uma alentada fortuna crítica sobre sua produção poética e um segmento bastante ampliado do teatro poético traduzido pelo autor, o qual havia sido parcialmente publicado na primeira edição da Aguilar, de 1958. No segundo volume, os leitores tem à sua disposição uma seleção bem representativa da inigualável prosa do escritor. Destacam-se aqui, além de importantes textos de fortuna crítica acerca da prosa de Bandeira, os livros de crônica mais célebres do escritor: Crônicas da província do Brasil, Flauta de papel e Andorinha, andorinha. Cumpre sublinhar ainda a presença neste volume de Itinerário de Pasárgada (reflexão autobiográfica de Bandeira), de seu famoso Guia de Ouro Preto e de uma compilação de seus principais escritos no campo da crítica literária e de artes.
  • 425059

    Terra Nos Cabelos

    sinopse
    • Vencedor do Prêmio Sesc de Literatura na categoria Contos. Terra nos cabelos encanta pela força e pela dinâmica das histórias, todas protagonizadas por mulheres. Os contos deste livro se propõem a uma espécie de investigação do íntimo, das descobertas do outro, e instigam o leitor a mergulhar na vida dos personagens.A menina que vê a mãe partir e se aferra a uma prolongada espera, a esposa infeliz que se aventura na casa de swing, as adolescentes enredadas nas primeiras experiências sexuais, em ritos de passagem e de iniciação. São, todas elas, personagens em contenda com o mundo, seja no âmbito familiar ou no universo da sociedade de forma mais ampla.Tônio Caetano costura as histórias com um fio invisível em que a ambiência se amalgama a um sentimento difuso de inadequação, de não pertencimento. A poética dos contos revela a chegada de mais um autor talentoso ao cenário da literatura brasileira. Semeando boas histórias que fazem refletir as minúcias da vida comum, sua estreia é bem-vinda, e seus textos, cheios de inquietações.
  • 423777

    Dias Ensolarados No Paraiso - Memorias

    sinopse
    • Brazilia Oliveira de Lacerda nasceu um ano antes da abolição da escravatura. Bisneta de visconde (do Rio Claro), neta de barão (de Arary) e nora de conde (do Pinhal), foi não apenas uma representante da elite agrária paulista, mas também, revela-se agora, uma de suas raras cronistas. Quando morreu, em 1966, deixou na gaveta diversas recordações de vida, preservadas em pequenos cadernos pautados, preenchidos de próprio punho. Os manuscritos presentes nesta edição cobrem treze desses anos. Os principais cenários de suas recordações são a fazenda Paraizo, onde vivia com seus pais e irmãos, e São Paulo, onde a família passava dois meses por ano na casa que mantinham na capital. Nos dois cenários, sobressaem costumes ditados pela tradição e pela temporalidade dos cafezais. Com descrições pormenorizadas do cotidiano, esses registros reforçam a dimensão histórica da economia cafeeira na transição do século XIX para o século XX e jogam luz sobre a atuação feminina em domínios historicamente tratados como exclusivos dos ?barões do café?. Preparada para desempenhar o único papel que cabia às mulheres da época, Brazilia terminou legando para a posteridade um ponto precioso para entender a história do Brasil.
  • 423776

    Paginas De Recordacoes - Memorias

    sinopse
    • Nascida em Rio Claro, no interior do estado de São Paulo, em 1874, Floriza Barboza Ferraz fazia parte de uma tradicional família da elite rural paulista. Até o início da adolescência, teve ao lado dos irmãos uma vida idílica na fazenda do Pitanga, propriedade dos pais ainda mantida pelo trabalho escravo. Com a Abolição, contudo, o pai de Floriza não se adaptou às novas relações de trabalho e vendeu a propriedade para viver com a família em Piracicaba. Num primeiro momento, a mudança não significou muito para a adolescente, que tinha planos de tornar-se freira. Aos dezenove anos, no entanto, por insistência da família, casou-se por arranjo com Antônio Silveira Corrêa, cunhado de um de seus irmãos. O matrimônio foi uma ruptura radical na vida a que estava acostumada. Três anos mais tarde, Floriza e o marido deixaram o conforto da cidade para plantar café na terça parte que lhes cabia de uma propriedade comprada pelo sogro de Floriza. Floriza descreve o lento e árduo trabalho de constituição de sua fazenda do Engenho, no município de Lençóis Paulista. Com riqueza de detalhes e numa linguagem simples e direta, relata as dificuldades do desbravamento daquela região na virada do século XIX para o XX. Escritas em 1947, como simples remédio ?para desabafar o coração?, estas Páginas de recordações revelam-se um documento histórico ímpar ao registrar a importância do trabalho feminino na implantação das fazendas de café no sertão paulista. Uma prova de como, no fio do tempo, todo registro particular se torna parte da memória coletiva de um país.
  • 423615

    Heroinas Negras Brasileiras

    sinopse
    • Em nova edição, esta coletânea resgata ? e celebra ? a memória de quinze mulheres negras que marcaram nossa história, em formato de cordel. Talvez você já tenha ouvido falar de Dandara e Carolina Maria de Jesus. Mas e Eva Maria do Bonsucesso? Luisa Mahin? Na Agontimé? Tia Ciata? Essas (e tantas outras) mulheres negras foram verdadeiras heroínas brasileiras, mas pouco se fala delas, seja na escola ou nos meios de comunicação. Diante desse apagamento, há anos a escritora Jarid Arraes tem se dedicado a recuperar ? e recontar ? suas histórias. O resultado é uma coleção de cordéis que resgata a memória dessas personagens, que lutaram pela sua liberdade e seus direitos, reivindicaram seu espaço na política e nas artes, levantaram sua voz contra a injustiça e a opressão. A multiplicidade de histórias revela as mais diversas estratégias de sobrevivência e resistência, seja na linha de frente ? como Tereza de Benguela, que liderou o quilombo de Quariterê ? ou pelas brechas ? como a quituteira Luisa Mahin, que transmitia bilhetes secretos durante a Revolta dos Malês. Este livro reúne quinze dessas histórias impressionantes, ilustradas por Gabriela Pires. Agora, cabe a você conhecê-las, espalhá-las, celebrá-las. Para que as próximas gerações possam crescer com seu próprio panteão de heroínas negras brasileiras. Conheça a história de: Antonieta de Barros - Aqualtune - Carolina Maria de Jesus - Dandara - Esperança Garcia - Eva Maria do Bonsucesso - Laudelina de Campos - Luisa Mahin - Maria Felipa - Maria Firmina - Mariana Crioula - Na Agontimé - Tereza de Benguela - Tia Ciata - Zacimba Gaba
  • 423345

    Contos Indios

    sinopse
    • Toda as histórias deste livro foram extraídas apenas de registros orais. São, portanto, inéditas do amplo trabalho de Ruth. Os contos resultaram de pesquisa de campo, no Médio Vale do Paraíba do Sul, estado de São Paulo, tendo como centro e pião a cidade de Cachoeira Paulista. E, dali, feitas coletas nas cidades vizinhas também, e no litoral. É, claro, vieram também de informantes de outros estados, com predominância de mineiros, donos de parte do Vale. A autora aproveitou cada reconto quando lhe foram apresentadas duas ou mais variantes, pois isso confirmava a sua aceitação, verdade e importância. Logo, tratou de escolher a variante mais elaborada, e com mais pormenores. Nada foi acrescentado, nada foi tirado, dos motivos básicos, da sequência, da filosofia. O que era moralizante continuou moralizante, todas as histórias permaneceram completamente isso mesmo que está aí. O que chega em suas mãos é um registro único, escrito por Ruth, que esteve cuidadosamente guardado por anos com seus filhos e que agora é oferecido à apreciação de todos.
  • 423319

    Contos Negros

    sinopse
    • Em muitos lugares brasileiros, ainda persiste o costume de contar histórias... Em geral, em torno de uma fogueira. É só ficar de mão no queixo, sentado em cima das toras, escutando. O círculo das caras atentas arde ao calor das chamas. Todos se voltam para o narrador, num tropismo original. Não é que o tempo esteja sobrando, não é isso. Em verdade, não existe mais o tempo. Acabou-se o seu império sobre os homens. Não se cuida nem da hora, nem do correr dos instantes. O tempo é o fluir da história. Tempo e espaço se contam na vida dos príncipes e das princesas e do seu povo encantado. Assim, a história vem lenta. Assim, vem comprida. Com repetidos pormenores, cumulativa, misteriosa e sutil, dentro do sutil da noite misteriosa. Transportamo-nos para um outro mundo habitado por duendes e fantasmas, por espíritos bons, pelos bichos que falam. Coisa linda de se ouvir e de se viver. A empatia é tanta, que estamos tão do lado de lá, quanto Alice no País dos Espelhos. Dá pena haver crianças que nunca ouviram casos narrados assim. Estas histórias são, pois, nossas, brasileiras e africanas, genuínas e espontâneas, inventadas pelo povo. Correm por aí (ainda, mas não por muito tempo). Cumpriram e cumprem a contento a alta função principal das histórias: a de entreter. E, através do entretenimento, realizam, certamente, esta coisa extraordinária: predispõem-nos ao amor do Bem, do Belo e do que é Nosso. Mais não lhes poderemos pedir.
  • 423370

    Entregador De Sentimentos

    sinopse
    • Livro reúne textos em que Gabriel Chalita lança seu olhar sensível e poético sobre as questões cotidianas O cotidiano, naquilo que tem de corriqueiro e grandioso, é o chão em que todos pisamos, não importa o que nos aconteça. Dia após dia, sabemos de alguém que se vai, de um amor que retorna, de uma decepção que chega, de uma doença superada. Jovens ou velhos, ricos ou pobres, homens ou mulheres, somos os protagonistas das crônicas aqui reunidas. Sim, protagonistas, pois com Gabriel Chalita descobrimos, em histórias que não são as nossas, os resíduos, ou os índices, daquilo que já vivemos ou poderemos, um dia, viver. No livro Entregador de sentimentos, Chalita reúne dezenas de textos que rompem a fronteira entre realidade e ficção, entre relato e literatura. Prepare-se para aprender com um grande mestre nesta que é a maior das escolas: a vida. O denominador comum que nos une a personagens reais e retrabalhados pela escrita de Gabriel Chalita é a humanidade que partilhamos. Ela é a condição incontornável, o território que nos aproxima de gente como o menino Eduardo, que se mantém forte, mesmo lutando contra um câncer, a ¬m de proteger a mãe, de seu João, que com toda a idade espanta a tristeza e a saudade do passado com histórias contadas às crianças, ou mesmo de um simples carteiro, o Entregador de sentimentos que dá título a este volume: apaixonado pelo próprio ofício, sabe que o tempo, precioso, deve ser ?preservado para aquilo que nos une?, e que é imprescindível, para bem viver, ouvir com paciência e atenção ?a canção demorada do pensamento?. São muitas as lições aqui contidas, e cada um dos personagens dessas crônicas é um professor ou uma professora que nos ensina a olhar para os outros e ouvir suas histórias como se fossem nossas, com a atenção de quem se observa no espelho ao começar o dia.
  • 423312

    Cancao Da Vida

    sinopse
    • Gabriel Chalita celebra o ato de viver em poemas e aforismas Canção da vida é um livro sobre o bem mais precioso que todos possuímos ? a vida. Aqui ela canta, múltipla e desafi¬adora, na voz de Gabriel Chalita, que, com a liberdade da prosa poética e a concisão dos aforismas, faz do ato de viver um palco por onde desfi¬lam afetos, percepções e gestos únicos. Seja na dor, na fé ou na paixão, nada do que é demasiadamente humano lhe escapa. Os muitos sentimentos e versos presentes na obra vêm da escuta generosa de muitas histórias que marcaram o autor ao longo do tempo. Seja no eu lírico atento ao que dos outros há em si mesmo, como em ?Balaio? e ?Em cada canto?, seja no poeta que sabe amar com intensidade, como em ?Traição? e ?Exílio?, ou ainda naquele que evoca, com devoção sincera, suas origens, como em ?Mãe? e ?Mãos de meu pai?, Chalita nos ensina que as palavras de um único homem podem encontrar maneiras pungentes de dizer a muitas pessoas o que realmente importa. Tecida com sabedoria e delicadeza, a canção ? ou seria, na verdade, uma sinfonia? ? que Chalita oferece é capaz de tocar ouvidos que anseiam por melodias sinceras, bem como de chegar aos corações que desejam bater no ritmo da completude.
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    Box Cancao Da Vida E Entregador De Sentimentos

    sinopse
    • Box reúne duas obras inéditas de Gabriel Chalita, autor com mais de 10 milhões de livros vendidos Canção da vida é um livro sobre o bem mais precioso que todos possuímos ? a vida. Aqui ela canta, múltipla e desafi¬adora, na voz de Gabriel Chalita, que, com a liberdade da prosa poética e a concisão dos aforismas, faz do ato de viver um palco por onde desfi¬lam afetos, percepções e gestos únicos. Seja na dor, na fé ou na paixão, nada do que é demasiadamente humano lhe escapa. Os muitos sentimentos e versos presentes na obra vêm da escuta generosa de muitas histórias que marcaram o autor ao longo do tempo. Seja no eu lírico atento ao que dos outros há em si mesmo, como em ?Balaio? e ?Em cada canto?, seja no poeta que sabe amar com intensidade, como em ?Traição? e ?Exílio?, ou ainda naquele que evoca, com devoção sincera, suas origens, como em ?Mãe? e ?Mãos de meu pai?, Chalita nos ensina que as palavras de um único homem podem encontrar maneiras pungentes de dizer a muitas pessoas o que realmente importa. Em Entregador de sentimentos, Chalita reúne dezenas de textos que rompem a fronteira entre realidade e ficção, entre relato e literatura. Prepare-se para aprender com um grande mestre nesta que é a maior das escolas: a vida. O cotidiano, naquilo que tem de corriqueiro e grandioso, é o chão em que todos pisamos, não importa o que nos aconteça. Dia após dia, sabemos de alguém que se vai, de um amor que retorna, de uma decepção que chega, de uma doença superada. Jovens ou velhos, ricos ou pobres, homens ou mulheres, somos os protagonistas das crônicas aqui reunidas. Sim, protagonistas, pois com Gabriel Chalita descobrimos, em histórias que não são as nossas, os resíduos, ou os índices, daquilo que já vivemos ou poderemos, um dia, viver.
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    No Fim Da Certo

    sinopse
    • "Descobertas e reminiscências em retratos bem humorados e ternos, do grande cronista brasileiro Fernando Sabino, agora em nova edição. Ao longo de No fim dá certo - título tão expressivo quanto otimista -, o que ocorre são alguns preciosos achados, vistos com lupa por este autor tão sensível do cotidiano. Com humor característico, Fernando Sabino relaciona """"Na lista das pequenas coisas que o desagradam a cada passo"""": os compromissos marcados com mais de 24 horas de antecedência, responder cartas, compras a prestação, tirar gelo de formas da geladeira, qualquer espécie de farda ou uniforme, poltronas sem braços, bichos que voam, exceto passarinhos, cortar unha, especialmente do pé, luz fluorescente, poema lido pelo autor, banho frio, talher de peixe, filme dublado, despedida em aeroporto, e, curiosamente, escrever. Por outro lado, o autor também enumera algumas pequenas coisas que aprecia: dia de chuva sem precisar sair de casa, o momento em que o avião toca no solo e vira automóvel, a parte do meio da torrada Petrópolis partida em três, pagar a última prestação, descobrir que ainda é cedo, dar tempo de tomar mais um, já ter lido Guerra e paz, Odisseia e Dom Quixote, passarinho solto, andar pela casa sem testemunhas, falando sozinho ou completamente nu, sair sem se despedir, e, naturalmente, fazer listas de pequenas coisas que o agradam. Ainda, sugestões para trocas de títulos de livros famosos de amigos escritores, brincadeiras com pérolas da tradução literária, os princípios do que chama """"Lei Anti-Murphy"""" - é destas e outras descobertas que No fim dá certo é composto."
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    Nem Sempre Foi Assim - Garapuvu

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