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PREVISÃO DE LANÇAMENTO: 27/10/2026. Uma história da modernidade narrada a partir da trajetória de personalidades negras que construíram São Paulo. Com esmero e delicadeza, Mário Medeiros revisita o imaginário que moldou a cidade ao analisar grupos como o Teatro Experimental do Negro de São Paulo, Racionais MC?s e Cooperifa e autores como Carolina Maria de Jesus e Oswaldo de Camargo. Em 2022, voltando de uma reunião de trabalho, o jornalista Oswaldo Faustino disse a Mário Medeiros: Em São Paulo, moderno é tirar os pretos dos lugares. Anos mais tarde, a frase lapidar viria a abrir este livro, que reconstrói a história da metrópole paulistana vista por um conjunto de homens e mulheres negroas e periféricoas, desejando, ocupando, construindo, moldando uma cidade que muitas vezes os nega, simbólica, prática e letalmente. É uma façanha escrever uma obra tão densamente documentada - que expressa erudição monumental - em tom contido e, ainda assim, torná-la uma leitura comovente. Elaborado com sensibilidade e, quase se percebe, com doçura, é um livro precioso em todos os sentidos, e que reafirma o compromisso do autor com a memória social negra como missão intelectual, teórica e política. O título remete a um verso de Lino Guedes: a estrela do novo rumo é o corpo celeste que orienta a comunidade negra na construção de sentidos alternativos e a afasta do que há de excludente e destruidor na modernidade.
CARACTERÍSTICAS
Formato
BROCHURA
Número de Páginas
376
Subtítulo
LITERATURA NEGRA E OS SENTIDOS DA MODERNIDADE PERIFERICA