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Industria Cultural E Sociedade

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Preço a vista: R$ 26,18

Economia de R$ 8,72

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Reunião de ensaios de Adorno, Indústria cultural e sociedade retorna às livrarias com novo projeto gráfico. ?Um volume de Adorno é equivalente a toda uma estante de livros sobre literatura? ? Susan Sontag Analisar e compreender a organização e a manifestação da cultura dentro do desenvolvimento do capitalismo foi um dos motores de pensamento do alemão Theodor W. Adorno. E, sem dúvida, a extensão dessa elocubração que se detém ao ritmo industrial da produção cultural, sempre rápido, duro, pasteurizado e ?sem alma?, segundo Adorno, é criticável em qualquer regime político, econômico e ideológico.Um dos principais nomes da Escola de Frankfurt ? grupo responsável por uma série de leituras sociais e filosóficas de embasamento crítico ?, Adorno, descendente de judeus, estudioso de Kant e amante das artes (em especial da música), foi obrigado a fugir da Alemanha durante a perseguição judaica e socialista. Durante o exílio nos Estados Unidos, seu interesse pelo imbricamento de técnica, cultura e consumo gerou a obra Dialética do esclarecimento, escrita em conjunto com Max Horkheimer, na qual aparece pela primeira vez o conceito de indústria cultural.O termo, utilizado como uma atualização da ideia de cultura de massa, remete às ideias de dominação, difusão e velocidade com o qual a cultura, o entretenimento e a diversão passam a ser tratados e oferecidos pelo capitalismo aos trabalhadores-consumidores, que, ao fim do dia, encontram apenas o sempre-igual, a eterna repetição do passado.Nesta nova edição de Indústria cultural e sociedade, leitores e leitoras encontrarão três importantes ensaios de Theodor Adorno escolhidos pelo professor da Universidade de São Paulo Jorge de Almeida. São eles: ?Indústria cultural: o Iluminismo como mistificação das massas?, ?Crítica cultural e sociedade? e ?Tempo livre?.Escritos entre 1947 e 1969 ? ano de morte do autor ?, estes textos apresentam suas ideias centrais acerca do empobrecimento da experiência, da desvalorização do ócio e do desenvolvimento artístico. A partir da discussão sobre os principais meios de difusão de sua época ? o rádio e o cinema ?, Adorno abre portas que nos permitem compreender manifestações culturais, artísticas e de entretenimento dos séculos XX e XXI.Diante destes ensaios clássicos da filosofia da comunicação e da estética, podemos conhecer e questionar as atuais implicações e imposições da ideologia e da técnica. Se até agora estivemos diante do sempre-igual, com este livro será possível refletir e modificar a pseudocultura da indústria cultural.

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