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  • 457978

    +VENDIDOS

    15,02 %

    O Diálogo Possível

    sinopse
    • "Francisco Bosco é um tipo raro de intelectual. Sua formação é ampla, como a dos melhores ensaístas. Neste livro, os traços que o notabilizaram em obras anteriores aparecem em sua potência máxima. O tema escolhido não é trivial: simplesmente a encrenca em que o Brasil se meteu nos últimos tempos, que desaguou na eleição de um presidente avesso à democracia e na devastação do debate público, transformando adversários em inimigos e a arena de ideias num ringue de mentecaptos. O ponto de partida é uma ""limpeza da situação verbal"": Bosco recorre à melhor literatura política e econômica para desbastar o terreno e restituir complexidade às noções de liberalismo, socialismo, comunismo, identitarismo, entre tantas outras que se esvaziaram nas redes digitais. O autor identifica duas fraturas na identidade brasileira: a cultura popular e a democracia. Esses dois pilares da autoimagem nacional foram rachados nos últimos tempos, deixando um rastro de ressentimento e violência. O caminho que conduz ao diálogo parte desse diagnóstico trágico, mas decisivo para restaurar a possibilidade do debate. O diálogo possível é um convite para que sentem à mesma mesa os que estão dispostos a discutir saídas para o país."
  • 458049

    15,02 %

    A Libertadora

    sinopse
  • 402116

    14,94 %

    Naufragio Das Civilizacoes, O - Vestigio

    sinopse
    • "Autor do best-seller As Cruzadas vistas pelos árabes revisita o século XX e demonstra, neste livro altamente oportuno, como as civilizações se lançaram à deriva e se encontram, agora, diante de um iminente naufrágio. Os Estados Unidos, embora continuem sendo a única superpotência, estão perdendo toda a autoridade moral. A Europa, que ofereceu aos seus povos e ao resto da humanidade o projeto mais ambicioso e reconfortante do nosso tempo - a União Europeia -, está desmoronando. O mundo árabe-muçulmano mergulha numa crise profunda, agravada por um islamismo cada vez mais radical. As tensões identitárias, em grande parte fomentadas pelas ondas nacionalistas, nunca foram tão exacerbadas. Grandes nações ""emergentes"" ou ""renascidas"", como a China, a Índia e a Rússia, irrompem no palco mundial numa atmosfera nociva, na qual reina a lei do mais forte e do cada um por si. Sem falar das graves ameaças, intensificadas pela aventura ultraliberalista, que pesam sobre o planeta (devastação do meio ambiente, abismo social, pandemias) e só podem ser enfrentadas por meio da cooperação global. Neste livro abrangente e poderoso, Maalouf atua como espectador e escritor comprometido, às vezes recontando eventos importantes dos quais foi uma das raras testemunhas oculares, destacando-se então como historiador acima da própria experiência. Por mais de meio século, o autor observou o mundo, viajando pelos seus quatro cantos. Estava em Saigon no final da Guerra do Vietnã, em Teerã durante o advento da República Islâmica do Irã, viajou com o entourage que repatriou o aiatolá Khomeini após seu exílio e estava em Nova York quando as Torres Gêmeas vieram abaixo - evento após o qual o mundo não seria o mesmo. O livro contém um posfácio especial à edição brasileira, com as últimas reflexões do autor sobre a pandemia de Covid-19."
  • 450436

    15,04 %

    Guia De Bolso Contra Mentiras Feministas

    sinopse
    • As mulheres sempre foram oprimidas e os homens, privilegiados? Toda grande escritora do passado era feminista? Na Idade Média as mulheres eram infelizes? Antes do feminismo, as mulheres não podiam governar, nem trabalhar, nem estudar e nem votar? O feminismo é necessário e representa todas as mulheres? O aborto e o divórcio são conquistas feministas? A teoria de gênero e a linguagem neutra vieram para acabar com os preconceitos e as discriminações?Para analisar estes e outros mitos propagados há décadas pelo movimento feminista, Ana Campagnolo reuniu um time de especialistas: Ana Derosa, Catharine Caldeira, Chris Tonietto, Cristiane Corrêa, David Amato, Fernando Pestana, Isaque de Miranda, Lara Brenner, Marlon Derosa, Natália Sulman e Ricardo da CostaNão deveria ser permitido a mulher nenhuma ficar em casa criando seus filhos. As mulheres não deveriam ter essa escolha, justamente porque, enquanto a tiverem, muitas vão optar por ela. - Simone de BeauvoirEra mais fácil para mim começar o movimento das mulheres do que mudar a minha própria vida. - Betty FriedanVocê não vale nada como feminista se não admite a glória dos homens. - Camille PagliaSe as mulheres acham que são vítimas - eu não acho, mas vamos supor que as mulheres tenham sido injustiçadas -, que não pratiquem então aquilo mesmo que dizem que foi feito contra elas.
  • 450020

    15,97 %

    China

    sinopse
    • "Escrito para o público geral, o livro China: o socialismo do século XXI é um meticuloso trabalho teórico e estatístico de Elias Jabbour e Alberto Gabriele. A obra analisa a República Popular da China, gigante que se tornou, nas últimas duas décadas, a locomotiva do sistema econômico mundial. Afinal, o que é o socialismo chinês? É possível afirmar que difere do capitalismo tal qual o conhecemos até aqui, embora ainda seja prematuro defini-lo como alternativa consolidada. Com uma postura crítica, os autores não desconsideram a complexidade da China e fogem de preconceitos ideológicos como enquadrar o país como mais um fracasso socialista ou, na via oposta, como um paraíso do comunismo realizado. Oferecem ao leitor uma abordagem materialista, que analisa a peculiaridade das relações de propriedade e das ferramentas de planejamento/projetamento vigentes no país. Tudo isso para apontar seu papel crucial como alternativa realista à anarquia do capital. A obra apresenta um país que conseguiu, durante décadas, alcançar uma das taxas de crescimentos mais estáveis da história, passando de um dos mais pobres do mundo a segunda economia do planeta e que possui vasta base industrial e científica, sem ignorar que o sistema socioeconômico chinês também carrega contradições sérias que precisam ser analisadas e criticadas. Silvio Almeida, que assina a quarta capa, afirma que ""o livro de Elias Jabbour e Alberto Gabriele é um trabalho corajoso. E aqui não se trata de exaltar um aspecto moral, externo à obra. A coragem a que me refiro é um atributo essencial às grandes empreitadas intelectuais que objetivam iniciar um debate público e orientado pela ciência em torno de temas fundamentais. É com esse propósito que os autores enfrentam o desafio de analisar a formação econômico-social da China e os sentidos do socialismo. É um livro que tende a tornar-se ponto incontornável nas discussões sobre as singularidades da economia chinesa e, por consequência, das possibilidades de ressignificação do socialismo". Já Luiz Gonzaga Belluzzo escreve "este livro, magnificamente organizado e escrito por Elias Jabbour e Alberto Gabriele, gratificará o leitor com os sabores incomparáveis da aventura intelectual. Na vida do conhecimento e da compreensão da sociedade e da economia devemos sempre almejar à desconstrução do estabelecido e buscar os desafios do novo que nasce do movimento dos homens e de suas relações. É isso o que nos oferecem Jabbour e Gabriele. A aventura dos autores empenha-se em descobrir no socialismo da China a construção de uma nova formação econômica e social que instiga a perplexidade dos conformistas que não se cansam de indagar: Capitalismo de Estado ou Socialismo de Mercado?""
  • 447183

    20,04 %

    Por Uma Outra Globalizacao

    sinopse
    • Agora em nova edição, com prefácio de Itamar Vieira Júnior, Por uma outra globalização trata da globalização como fábula e como perversidade. Por uma outra globalização se propõe a ser uma reflexão independente sobre o nosso tempo, sobre os seus fundamentos materiais e políticos, e uma vontade de explicar os problemas e dores do mundo atual. Mas, apesar das dificuldades da era presente, quer também ser uma mensagem portadora de razões objetivas para prosseguir vivendo e lutando.Deixando de lado as "listagens copiosas de citações" que em geral caracterizam livros que se propõem a estudar as questões da sociedade, Milton Santos direciona este livro ao leitor comum, que dispensa a obrigação cerimonial das referências.A atualidade do livro, publicado pela primeira vez em 2000, se faz presente a todo momento. Um exemplo extraído da introdução do autor: "A ênfase central vem da convicção do papel da ideologia na produção, disseminação, reprodução e manutenção da globalização atual. Esse papel é, também, uma novidade do nosso tempo. Daí a necessidade de analisar seus princípios fundamentais, apontando suas linhas de fraqueza e de força. Nossa insistência sobre o papel da ideologia deriva da nossa convicção de que, diante dos mesmos materiais atualmente existentes, tanto é possível continuar a fazer do planeta um inferno, conforme no Brasil estamos assistindo, como também é viável realizar o seu contrário. Daí a relevância da política, isto é, da arte de pensar as mudanças e de criar as condições para torná-las efetivas. Aliás, as transformações que a história ultimamente vem mostrando permitem entrever a emergência de situações mais promissoras. Podem objetar-nos que a nossa crença na mudança do homem é injustificada. E se o que estiver mudando for o mundo?" Para Milton Santos, a mudança histórica provirá de um movimento de baixo para cima, tendo como atores principais os países subdesenvolvidos e não os países ricos, os deserdados e os pobres e não os opulentos, o indivíduo liberado, partícipe das novas massas e não o homem acorrentado, o pensamento livre e não o discurso único. A globalização atual não será irreversível e a história universal está apenas começando. "[Este livro] é uma cadeia de reflexões que nos convida a considerar a possibilidade de um novo mundo. Juntos, podemos elaborar um sentimento que eu nomeio de esperança engajada. É o sentimento que se encontra no próprio título desta obra. A outra globalização que Milton Santos evoca é uma globalização humana a ser realizada neste período popular da história. As bases técnicas poderão estar a serviço dos fundamentos sociais e políticos de todos, e não apenas a serviço das grandes corporações. Só assim poderemos fundar uma nova história, baseada numa rede de reciprocidade horizontal que conhecemos como solidariedade. Uma globalização onde as filosofias e pensamentos autóctones não serão sufocados pelo racionalismo capitalista global." - Itamar Vieira Júnior, no prefácio à nova edição.
  • 438523

    15,99 %

    Marxismo Americano

    sinopse
    • Nesta obra, Levin explica como os elementos centrais do marxismo estão difundidos na sociedade e na cultura - desde as escolas, imprensa e corporações até o cinema, programas de entretenimento, Hollywood e a presidência de Biden - e como é, muitas vezes, disfarçado em rótulos enganosos como "progressismo", "socialismo democrático", "ativismo social" entre outros para parecer algo bom, quando na verdade não passa de uma ideologia para privar a liberdade individual.
  • 433762

    20,0 %

    Lawfare

    sinopse
    • "O termo "lawfare" conquistou o debate público na Europa e na América Latina desde que os advogados Cristiano Zanin Martins e Valeska Teixeira Zanin Martins, em entrevista concedida no 10 de outubro de 2016, dele se valeram para explicar o caso Lula. Seu conceito, porém, tem sido frequentemente confundido com outros tópicos consagrados como a judicialização da política ou o estado de exceção. Agora, após anos de experiência e de reflexão teórica sobre o tema, os ilustres advogados Cristiano Zanin Martins e Valeska Teixeira Zanin Martins se unem ao Prof. Rafael Valim para oferecer ao público brasileiro uma obra que, mediante a análise do lawfare militar, político, comercial e geopolítico, abre um extraordinário campo de reflexões sobre o Direito, a economia e a política contemporâneos. Em resumo, um livro que já nasce clássico."
  • 459106

    PRÉ-VENDA

    O Poder Da Geografia

    sinopse
    • Na sequência ao best-seller global Prisioneiros da geografia, Tim Marshall oferece outro excepcional guia para o mundo moderno. Em Prisioneiros da geografia, Tim Marshall mostrou como as escolhas de cada nação são limitadas por montanhas, rios, mares e concreto. De lá para cá, a geografia pouco mudou. Mas o mundo sim. Agora, na sequência O poder da geografia, Marshall examina a importância de países e áreas emergentes em uma nova era de rivalidade entre grandes potências ? da Austrália a Europa, Oriente Médio, África e até mesmo as reivindicações ao espaço sideral. Combinando história, economia e análise política sob o prisma da geografia, ele analisa acontecimentos e conflitos centrais do século XXI para explicar os desafios de um futuro que parece cada vez mais instável e imprevisível. Escrito com a sagacidade e a visão características do autor, este livro é uma exploração lúcida e emocionante do poder da geografia para moldar o passado, o presente e o futuro da humanidade.
  • 458945

    15,04 %

    Utopia

    sinopse
    • ?Utopia, de Thomas More, um livro que completa [mais de] 500 anos... surpreende com suas ideias inovadoras.? ? Terry Eagelton, THE GUARDIAN Provocativo, brilhante e gerador de contradições, este clássico tem atraído a atenção de estudiosos e intrigado leitores desde a sua publicação. Thomas More idealiza uma ilha onde não existe a propriedade privada nem o dinheiro, e onde o Estado preocupa-se com a felicidade do povo e a organização da produção. Para o filósofo, a sociedade ideal. Uma das mais importantes obras da filosofia política de todos os tempos, Utopia discorre sobre a contradição desse lugar ideal: de um lado, o paraíso, onde não existem desigualdades; de outro, o inferno, onde a individualidade não encontra espaço para se manifestar.
  • 458665

    PRÉ-VENDA

    14,99 %

    Passaporte 2030

    sinopse
    • Depois do sucesso com Fake Brazil, Fiuza retorna com um novo livro. Maestro das palavras, autêntico e com talento especial para captar o que grande parte das pessoas pensa, ele consegue encontrar expressões apropriadas para exprimir o que sentimos. Neste livro, ele trata de inúmeros assuntos que versam sobre a nossa vida, sobre os nossos direitos, sobre a nossa liberdade. Como o mundo foi cair nesse desvio? Como populações inteiras se renderam a tiranetes fracos? Como pessoas livres aceitaram ser classificadas por status (falso) de saúde? Como tanta gente esclarecida pôde confundir propaganda com ciência? Como sociedades avançadas aceitaram a coleira de alguns bilionários? Como foi possível a ascensão do totalitarismo frouxo? Este livro vai averiguar o seu passaporte ? e checar se você está pronto para ser um escravo feliz.
  • 458657

    PRÉ-VENDA

    A Mão E A Luva

    sinopse
    • Neste livro, Alberto Carlos Almeida e Tiago Garrido buscam na opinião pública a resposta à pergunta: qual candidato tem mais chances de vencer a eleição presidencial de 2022? Em O voto do brasileiro, lançado às vésperas da eleição presidencial de 2018, Alberto Carlos Almeida estudou o padrão de votação do brasileiro nas urnas, com evidências que ajudam a entender como é estruturada a disputa política entre esquerda e direita no Brasil ? até aquele ano, explicitada na polarização entre o PT e o PSDB, e, no decorrer da campanha, com Bolsonaro assumindo a liderança da direita. Neste A mão e a luva, com Tiago Garrido, os estudos eleitorais continuam, dessa vez analisando outro aspecto dessa disputa: como as pesquisas de opinião refletem o sentimento público antes do pleito e influenciam os resultados das urnas.Segundo os autores, em cada ano eleitoral há um clima de opinião pública que favorece um candidato, e ele caminha para vencer independentemente dos acontecimentos de cada campanha. Em muitos casos, o candidato de um determinado partido seria derrotado quem quer que fosse ele, em outros, a vitória de determinada narrativa parece inevitável. Peça-chave de qualquer eleição, a opinião pública varia em função do que acontece no país, especialmente devido às variações no bem-estar individual e coletivo. A opinião pública sabe quem é governo e quem é oposição e sente na pele se a vida financeira individual e familiar melhorou ou piorou. A economia real reflete diretamente nas percepções do eleitor médio.Em um texto direto e repleto de informações bem-pesquisadas, profundas reflexões sobre política e evidências empíricas, A mão e a luva consagra Alberto Carlos Almeida e Tiago Garrido como dois novos intérpretes do Brasil. ?Se você, como eu, deseja entender o que nos levou a eleger Collor, Fernando Henrique, Lula, Dilma e Bolsonaro, e se quiser também saber quem caminha para vencer em 2022, e os motivos de seu favoritismo, este é o livro certo.? - José Marcio Rego, professor de Economia e Ciência Política da EAESP-FGV
  • 458334

    PRÉ-VENDA

    A Mente Cativa

    sinopse
    • Um esforço solitário, como define seu autor, mas também um ensaio, um texto político, por vezes um romance. Certamente um livro essencial para compreender o sovietismo e o que significou, para muitas pessoas, submeter a própria mente ao Método, o Método que é uma poção ou uma pílula «que conseguiu produzir um meio de transmitir ?uma visão de mundo? de forma orgânica». É dessa forma ? o poeta Czes?aw Mi?osz parece nos dizer com uma prosa cálida, que deixa rastros de luz ? que se apagam as dúvidas metafísicas, que se aplaca a sede de conhecimento, que surge uma sensação de serenidade e paz mental capaz de seduzir, entre outros, também os intelectuais. E é assim que a mente, sempre vulnerável, torna-se escrava das doutrinas sociopolíticas ? do marxismo-leninismo como do pensamento totalitário em geral ?, o espírito se faz servo e o pensamento cede ao canto das sereias do conformismo. O que há na origem dessa mente prisioneira, como se pode aceitar «o terror totalitário em troca de um futuro hipotético»? Que força impulsiona artistas e intelectuais a negociar a sua liberdade artística e de pensamento em troca de um cantinho seguro, a render-se a esse processo de adequação e a continuar desempenhando tal papel sem pestanejar? Justamente desse papel ? o Ketman ? nos fala o autor, descrevendo a dupla verdade dos intelectuais que, mesmo mantendo internamente suas convicções, em público mostram apenas o que não resulta desagradável ao regime, até identificar-se cada vez mais com o personagem interpretado. Arte perigosa essa do mascaramento constante, uma teatralidade quotidiana de atores conscientes de sê-lo, apaixonados pelas barreiras erguidas ao seu redor. O que resulta daí é o livro comovente de um poeta, um relato inusitadamente próximo de nós, um ensaio capital sobre a capacidade que o totalitarismo tem de ocupar a mente, desfigurando-a, e um convite à lembrança de que «a rebelião interna às vezes é necessária para a saúde e pode ser um tipo especial de felicidade».
  • 458181

    25,01 %

    Sem Máscara

    sinopse
    • Um retrato implacável do governo Bolsonaro em seu momento de maior tensionamento com as instituições. Com base em apuração exaustiva e acesso a inúmeras fontes que gravitam o núcleo do poder, Sem máscara reconstitui os bastidores do governo Bolsonaro a partir da eclosão da pandemia de covid-19. Em prosa ágil, que ressoa os melhores thrillers políticos, Guilherme Amado faz a crônica da presidência durante seu período de mais aguda instabilidade institucional. Dando atenção tanto a personagens-chave da cena política quanto àqueles que habitam as sombras (ou os subterrâneos), o autor escrutina a aposta dobrada pela radicalização ideológica e pelo caos como método e motor do bolsonarismo. Transitando com facilidade dos lances da grande política aos conchavos de gabinete, Sem máscara é leitura fundamental para a compreensão do Brasil de hoje.
  • 458141

    25,0 %

    O Corredor Estreito

    sinopse
    • Inédito no Brasil, O corredor estreito estuda as condições necessárias para que os países vejam o nascimento da liberdade ? ou sua extinção. Após o sucesso de Por que as nações fracassam, best-seller do The New York Times, os renomados economistas Daron Acemoglu e James A. Robinson fazem um levantamento das formas que a relação entre sociedade e Estado podem tomar a partir de uma base elementar: a liberdade ? ou a ausência dela. No centro de sua teoria, explicam que a liberdade só é mantida por meio de um embate constante entre a população e quem a governa. Se um Estado forte é necessário para conter a violência, impor a ordem, fomentar a prosperidade econômica e oferecer meios para que a população possa seguir os caminhos que escolher, é igualmente importante uma sociedade forte e mobilizada para controlar e limitar os excessos do poder estatal. A liberdade é rara: no jogo de poder que a estabelece, a vontade individual encontra seu limite no outro, e os dois lados precisam ter forças equivalentes para que floresça. Há, porém, exemplos na história em que a tensão dá espaço ao diálogo, e o que antes era um campo de batalha se torna um corredor estreito que tanto a sociedade quanto o Estado podem trilhar em sua cooperação para pavimentá-lo. Em tempos de incertezas e instabilidade ? em que o corredor estreito da liberdade corre o risco de se tornar um atalho para a ruína ?, a genialidade de Acemoglu e Robinson constrói neste livro os caminhos pelos quais sociedade e Estado podem colaborar para o desenvolvimento mútuo.
  • 457787

    PRÉ-VENDA

    Nossa Hora É Agora

    sinopse
    • Stacey Abrams, autora do best-seller Você pode fazer a diferença, traça um plano para acabar com a exclusão de eleitores e empoderar cidadãs e cidadãos. Ativista política engajada em votações justas, Abrams narra um relato arrepiante de como o direito ao voto e o princípio da democracia foram e continuam sendo atacados. Abrams teria sido a primeira governadora afro-americana, mas sofreu esses efeitos na pele, apesar de ter disputado a corrida mais inovadora da política moderna como candidata democrata na Geórgia. Abrams não venceu, mas saiu vitoriosa. Neste livro, ela defende a importância de proteções robustas aos eleitores, da promoção de políticas de identidade, do engajamento no censo e da recuperação de uma liderança moral internacional. Nossa hora é agora traz uma minuciosa pesquisa de organizações e especialistas, combinadas com histórias de sua vida e de pessoas que lutaram ao longo da história pelo poder de ter uma voz. As apostas não poderiam ser mais altas. Aqui elas aparecem como propostas concretas e inspiração para defender quem somos.
  • 457710

    20,0 %

    Quem Matou Marielle?

    sinopse
    • A vereadora Marielle Franco e seu motorista Anderson Gomes foram executados na noite de 14 de março de 2018. Um crime que chocou o país, ganhou projeção internacional e transformou o nome de Marielle num símbolo de luta contra as injustiças e as atrocidades que marcam negativamente o nome do Brasil. Com as investigações vieram à tona diversas informações sobre o submundo do crime no Rio de Janeiro, as conexões com as milícias e, principalmente, a grande dúvida sobre quem foi o mandante da execução. Nesta obra, você vai saber em detalhes como foi esse trabalho de apuração do crime, acompanhando os bastidores do caso na visão de Giniton Lages, o primeiro delegado designado para a tarefa e que enfrentou diversas dificuldades para a elucidação do homicídio. Um livro também feito para ajudar a sociedade a se preparar melhor para lidar com situações semelhantes no futuro e, se possível, evitá-las.
  • 457681

    14,0 %

    Formação Do Pcb

    sinopse
    • No ano do centenário de fundação do Partido Comunista Brasileiro (PCB) a Boitempo e a Fundação Astrojildo Pereira relançam um autor fundamental da nossa cultura: Astrojildo Pereira (1890-1965). Principal articulador da fundação do PCB em março de 1922, Astrojildo escreveu ao longo dos anos, para jornais e revistas, uma série de textos sobre os acontecimentos que marcaram a fundação do partido. Em 1962, quando se comemorava os 40 anos da fundação do partido, reuniu os melhores artigos e notas sobre a história da legenda e os publicou com o título Formação do PCB 1922/1928. Nesse conjunto de textos, Astrojildo apresenta as lutas operárias desde os últimos anos do século XIX e a criação das bases que possibilitaram a fundação do partido. Reúne também muitas de suas memórias daqueles anos e uma série de contribuições às revistas Movimento Comunista, A Classe Operária e A Nação, veículos que Astrojildo esteve à frente e colaborava regularmente. A obra traz importantes contribuições históricas sobre a construção do movimento operário brasileiro pela lente de um dos seus principais protagonistas. A nova edição conta com uma nova padronização editorial e atualização gramatical. O prefácio é assinado pelo professor José Antonio Segatto e a orelha pelo historiador Fernando Garcia. Esses dois pesquisadores, especializados na história do PCB, ajudam a desvendar a relevância do livro de Astrojildo Pereira. As fotos originais do livro foram mantidas e novas, provenientes do arquivo pessoal de Astrojildo, atualmente preservado pelo Centro de Documentação e Memória (CEDEM) da Universidade Estadual Paulista (UNESP), incluídas.
  • 457675

    14,0 %

    Urss Itália Brasil

    sinopse
    • No ano do centenário de fundação do Partido Comunista Brasileiro (PCB), a Boitempo e a Fundação Astrojildo Pereira relançam um autor fundamental da nossa cultura: Astrojildo Pereira (1890-1965). Primeira obra de Astrojildo, URSS Itália Brasil foi publicada pela primeira vez em 1935 e abrange textos lançados na imprensa de 1929 a 1934. O livro é fundamental para estudiosos dos anos de 1930, época que o Brasil vivia uma fase de consolidação de um Estado centralizado após a chamada Revolução de 30 e que comunismo e fascismo eram poderosas forças que se contrapunham no contexto geopolítico. Os textos de Astrojildo funcionam como importantes depoimentos do período e trazem ao leitor um rico material de informação e análise sobre a formação do Estado soviético, as condições do fascismo italiano e as contradições intelectuais e políticas do Brasil da primeira metade do século XX. A nova edição conta com uma nova padronização editorial e atualização gramatical. O texto de Heitor Ferreira Lima, presente na edição anterior, de 1985, foi mantido e novos textos foram incorporados: a historiadora e professora da Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR) Marly Vianna assina o prefácio, enquanto o historiador Dainis Karepovs é responsável pela orelha.
  • 457665

    13,96 %

    Machado De Assis

    sinopse
    • Machado de Assis: ensaios e apontamentos avulsos, lançado pela primeira vez em 1959, é um dos trabalhos mais importantes e conhecidos de Astrojildo Pereira. O autor traz uma detalhada análise sobre a vida e obra de um dos maiores nomes da literatura brasileira, revelando um escritor perspicaz, crítico atento e sensível e um romancista com forte sentido político e social. No ano do centenário de fundação do Partido Comunista Brasileiro (PCB), a Boitempo e a Fundação Astrojildo Pereira relançam essa importante obra com a inclusão de alguns textos, atualização gramatical e uma padronização editorial. Os textos introdutórios das edições passadas foram suprimidos e novos foram incorporados, havendo uma exceção no caso do escrito de José Paulo Netto. Quase 30 anos depois da redação de ?Astrojildo: política e cultura?, Paulo Netto retomou o seu texto e preparou uma nova versão que abre a presente edição como seu prefácio. O historiador Luccas Eduardo Maldonado assina a orelha. As ilustrações de Claudio de Oliveira utilizadas na terceira edição foram mantidas na atual. Alguns anexos foram incorporados como a crônica ?A última visita? de Euclides da Cunha (1866-1909), na qual relata a visita de Astrojildo ao leito de morte de Machado de Assis. Outro incremento foi ?Machado de Assis é nosso, é do povo? de Astrojildo, publicado em novembro de 1938 na ocasião dos 30 anos do falecimento do Bruxo do Cosme Velho. O texto apareceu originalmente na Revista Proletária, periódico vinculado ao PCB que tinha uma circulação extremamente restrita devido à ditadura do Estado Novo. Um artigo do militante comunista Rui Facó (1913-1963), intitulado ?Em memória de Machado de Assis?, foi anexado. Esse texto apareceu originalmente em 27 de setembro de 1958 no Voz Operária, jornal oficial do comitê central do PCB, e fazia uma homenagem ao fundador da ABL no cinquentenário de sua morte. Por fim, inclui-se também uma resenha de Machado de Assis de Astrojildo escrita por Otto Maria Carpeaux, intitulada ?Tradição e Revolução?.
  • 457663

    14,08 %

    O Revolucionário Cordial

    sinopse
  • 457651

    13,96 %

    Interpretações

    sinopse
    • "No ano do centenário de fundação do Partido Comunista Brasileiro (PCB), a Boitempo e a Fundação Astrojildo Pereira relançam um autor fundamental da nossa cultura: Astrojildo Pereira (1890-1965). Interpretações foi lançada em 1944 e inclui textos redigidos entre 1929 e 1944. Com positiva repercussão pela crítica e pelas instituições culturais, o livro foi incluído no Summary of the History of Brazilian Literature, programa de divulgação cultural que colocava Astrojildo ao lado de autores consagrados como Mário de Andrade, Carlos Drummond de Andrade, Gilberto Freyre e Sérgio Buarque de Holanda. Interpretações está dividido em três partes: ?Romances Brasileiros?, ?História política e social? e ?Guerra Após Guerra?. A primeira parte aborda a obra de diversos romancistas nacionais como Machado de Assis, Manuel Antonio de Almeida, Joaquim Manuel de Macedo, Lima Barreto e Graciliano Ramos. A segunda parte analisa as vicissitudes históricas da formação brasileira, incluindo o debate sobre a abolição da escravatura, durante o Segundo Reinado. Já na terceira e última parte, Astrojildo analisa as questões internacionais, como a ascensão do nazismo, a Segunda Guerra Mundial e faz uma importante reflexão sobre os deveres do intelectual brasileiro diante do conflito mundial. A nova edição conta com uma nova padronização editorial e atualização gramatical. O prefácio é assinado pelo escritor Flávio Aguiar e a orelha por Pedro Meira Monteiro. Dois textos anexos compõem a edição: um de Nelson Werneck Sodré, ?Meu Amigo Astrojildo"", e um de Florestan Fernandes, intitulado ?As tarefas da inteligência?."
  • 457568

    15,05 %

    A Política No Banco Dos Réus

    sinopse
    • A Operação Lava Jato constituiu o fenômeno político mais importante da última década no Brasil, tendo alcançado mais de 90% de apoio da opinião pública e gerado heróis e inimigos nacionais. Hoje sabemos das fortes tonalidades políticas da operação e das profundas violações de direitos por ela geradas. No entanto, faltava na academia uma análise sobre por que a Lava Jato foi possível e sobre suas consequências. Este livro oferece ao leitor um panorama cuidadosamente construído com o instrumental da Ciência Política sobre a operação. O resultado é uma análise institucional, política e midiática da operação desde o seu auge até seu momento de derrota política. Uma análise crítica baseada nos fatos e no estado da arte da teoria, que permitirá ao leitor fazer o próprio balanço da Lava Jato, dos seus exageros e dos problemas envolvidos na politização da luta anticorrupção.
  • 457347

    14,93 %

    Sinfonia Inacabada

    sinopse
  • 457244

    15,02 %

    A Economia Desumana

    sinopse
    • A economia desumana destrincha os efeitos na saúde pública da escolha entre as políticas de austeridade fiscal e o estímulo estatal na economia. Muito se fala sobre os fortes impactos econômicos e sociais das crises financeiras, mas seus efeitos desastrosos sobre a saúde humana continuam sendo ignorados e por isso mesmo exacerbados, com a adoção de medidas indiscriminadas de austeridade e a redução dos programas sociais nos períodos em que as pessoas mais precisam deles. Embora as políticas econômicas não possam ser apontadas como as causadoras diretas das doenças que acometem a população de um país, elas sem dúvida atuam como fatores subjacentes, determinando que grupos de pessoas serão expostos aos maiores riscos à saúde.Neste livro provocativo, os especialistas em saúde pública David Stuckler e Sanjay Basu reúnem dados que mostram como a política de governo se torna uma questão de vida ou morte durante tempos de recessão. Estudos de casos históricos ? que vão desde a América dos anos 30, passando pela Rússia e pela Indonésia na década de 1990, até períodos mais recentes na Grécia, Grã-Bretanha, Espanha e EUA ? revelam que muitos países transformaram suas crises econômicas em verdadeiras epidemias, arruinando ou extinguindo milhares de vidas enquanto tentavam equivocadamente equilibrar orçamentos e fortalecer os mercados financeiros, resultando em uma série sombria de tragédias humanas, desde suicídios a infecções por HIV.No entanto, durante a Grande Depressão, as mortes nos EUA caíram e, nos últimos tempos, a Islândia, a Noruega e o Japão estiveram mais felizes e saudáveis do que antes, provando que o bem-estar público não precisa ser sacrificado em prol da saúde fiscal.Cheio de revelações chocantes e contraintuitivas, além de recomendações políticas audaciosas, A economia desumana oferece uma alternativa à austeridade que evitará o sofrimento generalizado, tanto agora como no futuro.Trecho da introdução: ?Quando pensamos no corpo econômico, buscamos compreender como os orçamentos governamentais e as escolhas econômicas afetam vida e morte, resiliência e risco em populações inteiras em todo o mundo. [...] As forças econômicas determinam quem tem maior probabilidade de se embebedar, contrair tuberculose em um abrigo de pessoas sem moradia ou afundar na depressão. Essas forças podem afetar não apenas o risco, mas também a proteção, determinando quem tem mais probabilidade de conseguir apoio social, manter um teto sobre a cabeça ou se recuperar de uma fase ruim na vida. É por isso que até uma pequena mudança nos orçamentos públicos pode ter grandes ? e possivelmente involuntários ? efeitos sobre o corpo econômico, para o bem ou para o mal.
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    Democracia Na Periferia Capitalista

    sinopse
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    A Questão Comunista

    sinopse
    • Obra póstuma do filósofo Domenico Losurdo, que trabalhava nela na época de seu falecimento, A questão comunista foi organizada a partir de originais encontrados pela família do autor. Com escritos que abarcam os anos de 2014 a 2018, o livro pode ser considerado um complemento à obra O Marxismo ocidental, já que confronta as várias tendências políticas que estabeleceram algum nível de diálogo com o movimento comunista mas que, de uma forma ou de outra, buscaram diferenciar-se dele, dada a atribuição de uma carga indesejável à palavra ?comunista?. Em diálogo com autores contemporâneos, Losurdo estabelece uma linha de continuidade entre o pensamento de Marx e Engels e os desdobramentos desse movimento, tanto na Revolução Russa de 1917 quanto nas lutas anticoloniais do século XX. A obra trata de retomar a tradição do movimento comunista, com a proposta de resolver seu conflito com o liberalismo. Losurdo propõe, em uma operação claramente hegeliana, a apropriação-superação da proposta liberal, na qual as liberdades individuais opõem-se ao poder político. Ele reivindica a hereditariedade comunista das liberdades obtidas no interior dos Estados liberais, indicando que neles a garantia das liberdades humanas se apresentam como radicalmente atreladas à construção do poder político pelo movimento comunista.
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    O Caminho Da Servidão

    sinopse
    • Provavelmente, O Caminho da Servidão seja o trabalho mais conhecido do professor Hayek. Foi publicado pela primeira vez em 1944, traduzido em doze idiomas, tornando o seu autor mundialmente famoso. Esta obra mostra que o planejamento econômico ainda é não apenas assunto de interesse acadêmico mas também objeto de estudo e de interesse público e governamental. O Caminho da Servidão continua, portanto, a nos oferecer bases para uma discussão crítica sobre a economia planejada.
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    O Gesto E A Palavra

    sinopse
    • Recorte da produção de Fernando Henrique Cardoso na imprensa nacional, os noventa artigos reunidos neste volume passam em revista a história recente do Brasil e convidam o leitor ao cultivo do pensamento crítico. As transformações sociais, econômicas e políticas pelas quais o país passou são apresentadas sob o olhar arguto de Fernando Henrique Cardoso, a partir de sua posição estratégica e de intelectual e político, revelando uma perspectiva ampla do curso da reconstrução democrática nacional até os dias de hoje, por meio de comentários atuais sobre as discussões do contexto ? as greves do abc, a Constituinte de 1988, os impeachments de Collor e de Dilma ? e de temas que permearam a discussão pública, como autoritarismo, terrorismo, corrupção, liberdade de expressão, desemprego, pandemia. O gesto e a palavra expõe as oscilações da democracia brasileira em chave que opera sua constante defesa, tratando-se, assim, de conjunto primordial para a reflexão em tempos desafiantes.
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    Como Um Governo Deveria Ser

    sinopse
    • Como um governo deveria ser identifica e conta a história de algumas políticas públicas bem-sucedidas, implementadas em diferentes países, nas mais diversas áreas da administração pública e por governos tanto de esquerda quanto de direita. Em Como um governo deveria ser, Jaideep Prabhu, professor da Universidade de Cambridge, pesquisador e consultor nas áreas de marketing, inovação, estratégia e negócios internacionais, vai além dos debates extremados entre esquerda e direita e identifica alguns exemplos de políticas públicas bem-sucedidas em todo o mundo, nas mais diversas áreas de governo. Afinal, as iniciativas governamentais podem ou não ter sucesso, apresentar bons ou maus resultados independentemente de que lado do espectro ideológico elas venham.Os avanços tecnológicos e as mudanças do século XXI puseram uma revolução em marcha, abrindo outras possibilidades de organização do Estado, graças a novos recursos e a novas formas de atuação, capazes de fornecer serviços a um grande número de pessoas de maneira eficaz e eficiente. As iniciativas inovadoras, implementadas por governos de diferentes orientações, em diferentes países, provam isso. É o caso do programa criado na Índia para conferir uma identidade digital a seus cidadãos, do sistema holandês que possibilitou o atendimento personalizado na área da saúde, e também da democratização eletrônica dos sistemas bancários no Quênia.Contudo, como mostra Prabhu, há riscos pelo caminho. Grandes ou pequenos, se os governos devem compreender melhor a tecnologia e saber como usá-la, é preciso também que haja pesos e contrapesos a respeito do que o Estado (e também os agentes do mercado) deve fazer com esse poder recém-obtido. O sistema de ?crédito social?, implantado pelo governo chinês, é um bom exemplo de como as novas ferramentas podem, se mal usadas, ir contra os direitos dos cidadãos.Com clareza de ideias, exemplos concretos e a mente aberta, Como um governo deveria ser nos ajuda a pensar que governo queremos e como ele deve se relacionar com os novos tempos e as novas forças na organização da sociedade.
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    Só Mais Um Esforço

    sinopse
    • ?Uma das contribuições mais importantes deste livro é a proposta de refundação da esquerda, a partir de um programa efetivamente antissistêmico: democracia direta, gestão coletiva dos recursos públicos, de sistemas de crédito e do patrimônio ecológico, confisco de aparelhos produtivos para serem geridos pelos próprios trabalhadores, salário máximo, restrição do direito à propriedade privada. Só uma esquerda que não tem medo de dizer seu próprio nome, que assume a luta de classes e se identifica com o proletariado como sujeito político com força revolucionária ? principal tese da teoria marxista da revolução ? será capaz de superar os impasses aos quais nos levou um ?reformismo fraco?, que confundiu política com gestão. Este livro corajoso, polêmico, instigante é não apenas uma análise, um estudo e um diagnóstico da atual conjuntura histórica do Brasil, mas um chamado à ação: ?Agora não é hora de medo. Agora é hora de luta?.? Michael Löwy Fazendo uma análise da esquerda brasileira, do colapso do lulismo e do que 2013 significou para o Brasil, quando parte da força dos protestos foi potencializada pela extrema-direita e seu fascismo ordinário, Vladimir Safatle escreve para quem acredita que há de se estar preparado para que acontecimentos ocorram ou para desejar que eles ocorram. Ele escreve para quem está disposto a fazer só mais um esforço para a futura refundação da esquerda brasileira.
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    Sempre Foi Sobre Nós - Com Brinde

    sinopse
    • **Acompanha brindes exclusivos: um adesivo e um marcador de páginas. Manuela d?Ávila traz importantes mulheres em livro que denuncia a violência política de gênero como um ataque à democracia. Depois de enfrentar graves episódios de violência política de gênero, Manuela d?Ávila, uma das feministas mais ativas e relevantes do país, decidiu buscar histórias similares às suas. Assim nasceu Sempre foi sobre nós, livro que reúne relatos de mulheres com importante atuação na política brasileira e que sofreram violência durante a campanha eleitoral e o exercício do mandato. As vivências aqui apresentadas são chocantes não apenas pela agressividade das disputas políticas, mas por sua motivação intrínseca: todas as autoras foram e são atacadas quase diariamente apenas por serem o que são, mulheres. As agressões relatadas vão desde notícias mentirosas e distorcidas da grande mídia, como as perpetradas contra Dilma Rousseff e Jandira Feghali, aos e-mails anônimos com ameaças de morte e estupro recebidos por Duda Salabert e Talíria Petrone. Chegam até mesmo ao marco da violência política, racista e de gênero brasileira, o assassinato da vereadora Marielle Franco e seu motorista Anderson, em 14 de março de 2018. Sempre foi sobre nós é um documento histórico que dá nome ao fenômeno violência política de gênero. É também um convite para que a política seja repensada e para que situações de opressão não sejam mais toleradas. ?Quando uma mulher entra na política, muda a mulher. Quando muitas entram, muda a política?, são as palavras da ex-presidenta do Chile, Michelle Bachelet. Que estes relatos de fibra e bravura sirvam para além da denúncia, que sejam fonte de admiração e inspiração para um futuro mais igualitário. Este livro conta com textosde Anielle Franco, Áurea Carolina, Benedita da Silva, Bruna Rodrigues, Daiana Santos, Dilma Rousseff, Duda Salabert, Erika Hilton, Isa Penna, Jandira Feghali, Jô Moraes, Manuela d?Ávila, Maria do Rosário, Marina Silva, Marlise Matos, Sonia Guajajara, Tabata Amaral e Talíria Petrone.

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